Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Afinal, quem precisa do PSDB, DEM e do PPS??


PSDB e DEMos NUNCA MAIS!!

Nos tempos do governo (???) do PSDB qualquer crise que estourava numa Tailândia qualquer da vida o Brasil já implorava bilhões para o FMI e colocava a taxa de juros em 50% ao ano.

Agora, com Lula, temos a pior crise financeira e econômica MUNDIAL (que começou nos EUA, a MAIOR ECONOMIA DO MUNDO e não na Tailândia, tucanada!!!) dos últimos 100 anos e os juros brasileiros caem, o Brasil recebe US$ 41,7 Bilhões em investimentos externos produtivos em 2008, gera 1.452.000 empregos formais em 2008 (3a. melhor marca da História, tucanada!!), a inflação despenca, a taxa de desemprego cai e a economia brasileira inicia a retomada do crescimento econômico muito antes do que a quase totalidade dos países pelo mundo afora.

Xô, tucanada!

Vocês não sabem administrar nem um carrinho de pipoca. Fora do Brasil, PSDB/Demos, cujo patrimônio vocês venderam a preço de banana. Vocês receberam bilhões de dólares dos grandes conglomerados financeiros e multinacionais para vender as estatais a preço de banana e depositaram tudo nos paraísos fiscais.

É por isso que suas campanhas eleitorais são milionárias.

Vocês querem governar para que? para fazer a mesma coisa que o Bush fez nos EUA, adotando uma política neoliberal falida, e que gerou a pior crise econômica mundial em 100 anos?

PSDB e Demos NUNCA MAIS!!!

Por que Vargas, Jango e Lula foram os melhores Presidentes da República da História do Brasil? - por Marcos Doniseti!

Por que Vargas, Jango e Lula foram os melhores Presidentes da República? - por Marcos Doniseti!
Vargas, Lula e Jango foram os 3 melhores Presidentes da história do Brasil. 
Recentemente, até a revista neoliberal britânica ‘The Economist’ reconheceu que a existência de um sistema financeiro público no Brasil e o fato do governo Lula ter se utilizado do mesmo para combater os efeitos da crise global foi um dos principais motivos pelo qual o Brasil foi um dos países menos afetados pela crise.

Com a manutenção destes bancos públicos e o fato do governo Lula ter elevado substancialmente o volume de empréstimos dos bancos públicos para suprir a necessidade de crédito da economia brasileira, esta pôde resistir mais intensamente aos efeitos e iniciar a retomada do crescimento econômico muito antes do que um grande número de economistas previa.

Assim, é graças a mais uma instituição ESTATAL atuante que o Brasil não está sendo tão contaminado pela crise financeira e econômica global.

Ainda bem que o governo Lula aumentou consideravelmente a atuação do BNDES, da CEF e do BB, que se transformaram na grande fonte de recursos para investimentos produtivos no país.

Aliás, foi graças ao BNDES que o Brasil pôde se industrializar tanto a partir dos anos 50, pois os investimentos industriais e em infra-estrutura sempre foram financiados pelo banco. E foi o governo democrático, nacionalista e reformista de Getúlio Vargas que criou o BNDES, em 1952.

É por essas e outras que Getúlio Vargas teve um papel fundamental no desenvolvimento econômico, industrial e social do país.

Felizmente, hoje temos, no governo Lula, uma administração que dá continuidade às muitas iniciativas que começaram com Vargas, como a inclusão social.

Se Vargas foi o responsável por criar toda uma legislação social, trabalhista e previdenciária (vide a CLT), e que foi fruto de décadas de luta da classe trabalhadora brasileira, Lula promove a inclusão social dos pobres e miseráveis brasileiros, permitindo que os mesmos possam ter acesso a empregos formais, alimentação saudável, bens de consumo, etc.

Assim, o sonho de Vargas, JK e Jango, de construir uma Nação democrática, desenvolvida e justa socialmente tem, agora, com o governo Lula, a sua continuidade.

E já poderíamos ter alcançado tal estágio de desenvolvimento se não fosse pelo maldito Golpe Militar de 1964, organizado pela troglodita, corrupta, criminosa, entreguista e assassina Direita tupiniquim.

Foi a mesma Direita troglodita que tentou derrubar Vargas em 1954, provocando o seu suicídio, que tentou impedir a eleição e a posse de JK na Presidência da República em 1956, que tentou impedir a posse de Jango em 1961 (após a renúncia de Jânio, que era um reacionário direitista bêbado e golpista) e que promoveu o Golpe que derrubou Jango em 1964.

Esta foi a mesma Direita troglodita que fez de tudo para impedir a vitória de Lula, em 2002 e em 2006, e que tenta, a todo o momento, fabricar crises que possam, eventualmente derrubá-lo da Presidência, tal como fizeram com Vargas e Jango.

Mas, podem ter certeza, de que tais golpistas ‘No Pasarán’!!!

A verdade sobre as privatizações!!!


Abaixo, vão algumas verdades sobre o programa de privatizações levado adiante, no Brasil, durante o governo FHC:

1) As privatizações resultaram em demissões em massa nas empresas que foram vendidas e os empregos gerados nas prestadoras de serviços terceirizadas foram de pior qualidade, com remuneração bem inferior aos que eram pagos nas estatais;

2) Todas as tarifas de serviços públicos que foram privatizados (energia, telefonia, etc)subiram muito acima da inflação, com reajustes de 300% ou mais, levando a que a população brasileira passasse a gastar com os serviços públicos uma parcela muito maior do seu orçamento;

3) As empresas privatizadas foram vendidas a preços de banana, como foi o caso da Vale do Rio Doce, cujo patrimônio superava R$ 92 bilhões e foi 'vendida' por ridículos R$ 3,3 bilhões;

4) As empresas que compraram as estatais fizeram gigantescos empréstimos junto ao BNDES, com juros subsidiados, para comprar as empresas. Assim, foi um banco estatal que financiou o programa de privatizações no governo FHC. E não havia necessidade de se fazer isso, porque as empresas compradoras das estatais eram gigantescas multinacionais que não teriam dificuldade em obter tais empréstimos no exterior e, daí, em trazer tais recursos para o Brasil a fim de comprar as estatais;

5) As empresas privatizadas fizeram imensos empréstimos no BNDES, com juros subsidiados, para fazer investimentos e poder melhorar os serviços públicos;

6) A privatização do setor de energia elétrica resultou no primeiro e único racionamento de energia em nível nacional no país em 40 anos e gerou um prejuízo imenso para a economia brasileira, da ordem de dezenas de bilhões de dólares;

7) As privatizações resultaram num forte processo de desnacionalização da economia, fazendo com que hoje saia, mensalmente, do Brasil um valor imenso sob a forma de remessas de lucros. E tudo isso acontece porque as estatais foram vendidas para empresas estrangeiras.

Em outros países, como na França, foram impostas sérias limitações à compra de estatais por estrangeiros e o governo do país passou a deter um tipo de ‘ação especial’, chamada de ‘golden share’, que permite que o governo francês vete qualquer decisão da empresa privatizada que seja considerada como prejudicial aos interesses do país.

Tais cuidados não fizeram parte do programa de privatizações do governo FHC, que também resultou num forte processo de desnacionalização da economia brasileira e na redução da capacidade de intervenção do Estado na economia.

Este processo de enfraquecimento do Estado somente foi revertido no governo Lula, que aumentou a participação estatal em setores estratégicos da economia brasileira, como na petroquímica, no setor de energia, de telecomunicações e no setor financeiro.

Para maiores informações, entrem aqui:

http://www.vermelho.org.br/museu/principios/anteriores.asp?edicao=66&cod_not=74

terça-feira, 28 de julho de 2009

Lista dos Senadores entreguistas que pediram a instalação da CPI da Petrobras!!


Abaixo, publico a relação dos Senadores que assinaram o requerimento para instalar a CPI da Petrobras, que tem o objetivo de enfraquecer a empresa, facilitando a apropriação do petróleo do pré-sal por empresas multinacionais, e de impedir que a mesma faça os investimentos previstos no PAC e que são fundamentais para que a economia brasileira continue crescendo nos próximos anos.

Cabe ao povo brasileiro negar o seu voto para tais Senadores nas próximas eleições das quais eles participarem.

Assim, se estará eliminando da vida política nacional figuras que não estão nem um pouco preocupadas com a situação do país e do seu povo.

Fora, entreguistas e vende-pátrias que querem entregar as riquezas do país para os estrangeiros, que sequer sabem qual é a língua que falamos ou que pensam que a capital do Brasil é Buenos Aires.

Não votem nestes entreguistas nunca mais!!!

1. Álvaro Dias (PSDB-PR)
2. Sérgio Guerra (PSDB-PE)
3. Marco Maciel (DEM-PE)
4. Lucia Vânia (PSDB-GO)
5. Antonio Carlos Junior (DEM-BA)
6. Agripino Maia (DEM-RN)
7. Raimundo Colombo (DEM-SC)
8. Cristovam Buarque (PDT-DF)
9. Efraim Morais (DEM-PB)
10. Pedro Simon (PMDB-RS)
11. Jarbas Vaconcelos (PMDB-PE)
12. Cícero Lucena (PSDB-PB)
13. Demóstenes Torres (DEM-GO)
14. Jayme Campos (DEM-MT)
15. Heráclito Fortes (DEM-PI)
16. Mario Couto (PSDB- PA)
17. Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
18. Flexa Ribeiro (PSDB-
19. Kátia Abreu (DEM-TO)
20. Romeu Tuma (PTB-SP)
21. Arthur Virgílio (PSDB-AM)
22. Adelmir Santana (DEM-DF)
23. Marconi Perillo (PSDB-GO)
24. Mão Santa (PMDB-PI)
25. João Tenório (PSDB-AL)
26. Gilberto Goellner (DEM-MT)
27. Marisa Serrano (PSDB-MS)
28. Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
29. Papaléo Paes (PSDB-AP)
30. Tasso Jereissatti (PSDB-CE)
31. Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
32. Maria do Carmo (DEM-SE)


Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u566390.shtml

Petrobras torna-se a 8a. maior empresa do mundo por valor de mercado!!


Vejam que notícia histórica:

As grandes empresas brasileiras estão entre as que mais se valorizaram no mundo no primeiro semestre, avançando no ranking das 300 maiores empresas globais, por valor de mercado, elaborado pela consultoria Ernst & Young. O levantamento mostrou a recuperação das empresas depois do ponto mais crítico da crise mundial, no final do ano passado.

O número de empresas brasileiras na lista passou de cinco, em dezembro, para oito, em janeiro, com três delas entre as 100 maiores: Petrobrás (8º lugar), Vale (46º) e Itaú Unibanco (76º). Entre as 300 maiores, ainda aparecem o Bradesco (120º), a AmBev (147º), o Banco do Brasil (204º) e o Banco Santander do Brasil (254º). O estudo tem como base o valor das ações das empresas ao fim do semestre.


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090728/not_imp409473,0.php

Nassif detona o panfleto neofascista 'Veja'!!

Vejam o que o jornalista Luis Nassif escreveu em seu blog a respeito deste panfleto neofascista chamado 'Veja':


“Veja é uma revista intolerante, por opção editorial. Não estimula o debate, não aceita o contraditório. Seu conteúdo está longe de se constituir em algo de qualidade, com aprofundamento dos temas. É fundamentalmente opinativa, conforme admitem seus diretores em palestras dadas na própria Abril.

Qual sua capacitação para fornecer esses cursos que - pelo exemplo do Governo do Distrito Federal - pretende espalhar pelo país?”.".

Abaixo, publico o comentário que postei no blog do Nassif a respeito do post que ele publicou:


"Perfeito, Nassif!

E há um outro problema sério com a ‘Veja’, além de todos estes que você apontou: ‘Veja’ Mente! E na cara-dura!

Basta ver os casos dos inexistentes ‘dólares cubanos’ para a campanha de Lula em 2006, das inexistentes contas de Lula e de outros integrantes do seu governo em ‘paraísos fiscais’ no exterior, do inexistente grampo no STF, todas denúncias feitas por ‘Veja’ e que, simplesmente, não foram confirmadas.

‘Veja’ é um panfleto neofascista e reacionário de 5a. categoria.

O mais incrível é que ainda temos centenas de milhares de pessoas neste país que ainda levam á sério o que esse panfleto mentiroso e de baixo nível publica.".


Link:


http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/28/a-veja-em-sala-de-aula/

sexta-feira, 24 de julho de 2009

PIB da Grã-Bretanha despenca 5,6% e desemprego sobe para 7,6%!!


Enquanto no Brasil, temos o início de uma retomada econômica mais sólida, o desemprego cai, as vendas no comércio varejista brasileiro crescem e a renda do trabalhador aumenta mais de 4%, na Grã-Bretanha a situação é muito pior.

No segundo trimestre deste ano o PIB britânico caiu 5,6% em relação ao mesmo período de 2008. Esta é a maior queda da série histórica, que começou em 1955.

A queda do PIB britânico havia sido ainda maior no 1o. trimestre deste ano, quando o mesmo havia caído 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado.


Já a taxa de desemprego, no mês de Maio, chegou a 7,6%, que é a maior taxa desde Janeiro de 1997.

A Grã-Bretanha foi um dos países que mais se envolveu com toda a especulação financeira desenfreada que tomou conta da economia dos países ricos nas últimas décadas. Tal especulação ajudou a sustentar um crescimento econômico artificial, falso e ilusório. E agora tais países (EUA, Japão, Grã-Bretanha, etc) sofrem as consequências do colapso deste modelo neoliberal de livre circulação de capitais e especulação e endividamento irracionais.

Ao mesmo tempo, países como o Brasil, China e Índia, que mantiveram certos controles e regulamentações estatais sobre a Economia, estão sendo bem menos atingidos pela crise global.

Recentemente, até mesmo a revista britânica 'The Economist' elogiou o Brasil justamente por isso, ou seja, pelo fato de que o país havia mantido bancos públicos (BNDES, BB, CEF) que, neste momento, estão tendo um papel fundamental na sustentação da atividade econômica, pois passaram a oferecer mais crédito e com juros menores. Com isso, o Brasil conseguiu reverter, em poucos meses, os efeitos da crise global e já iniciou um processo de retomada do crescimento econômico.

Já nos países que mergulharam com tudo nas políticas neoliberais, a crise foi muito mais intensa, ocorrendo uma brutal queda da atividade econômica e um forte aumento do desemprego. E a recuperação da economia está longe de começar e ainda existe muitas incertezas quanto ao futuro, principalmente devido aos problemas existentes no sistema financeiro, que continua muito fragilizado e que não conseguiu ainda elevar a oferta de crédito na economia, pois há muito medo de que acabem fazem empréstimos ruins, o que poderá ser fatal para muitos deles.

Portanto, isso ajuda a entender porque que países como o Brasil, a China e a Índia não foram tão afetados pela crise e porque os países que estimularam o processo especulativo e de endividamento desenfreados estão sendo muito mais afetados pela crise global e irão demorar muito mais para superá-la.



Links:

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1241283-9356,00-PIB+DO+REINO+UNIDO+TEM+MAIOR+QUEDA+DESDE.html


http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1230262-9356,00-DESEMPREGO+BRITANICO+TEM+MAIOR+ALTA+DESDE.html

quinta-feira, 23 de julho de 2009

No meio da pior crise global em 80 anos, renda do trabalhador brasileiro cresceu 4,1% em 2009!!


Efeito da crise sobre emprego é menor do que o esperado, diz IBGE

Os efeitos da crise no mercado de trabalho no primeiro semestre, nas principais regiões metropolitanas do país, foram menores do que o esperado, com pequenas perdas em relação ao resultados do ano passado, segundo avaliação do coordenador da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Cimar Azeredo.

Ele considerou o resultado de junho, que indica uma taxa de desemprego de 8,1%, "extremamente favorável", com um bom número de postos de trabalho gerados --164 mil vagas.

Azeredo lembrou que a queda do desemprego --de 8,8% em maio para 8,1% em junho-- mostra um primeiro movimento significativo de recuperação neste ano, com preservação da renda do trabalhador, apesar do menor contingente empregado, na comparação com 2008.

"A crise provocou efeitos no mercado de trabalho, mas apenas em termos de desaceleração. A turbulência não mudou o patamar do mercado, não se chegou a reverter os ganhos constatados em 2008", afirmou.

De janeiro a junho, a taxa de desemprego média foi de 8,6%. Para o período, trata-se da segunda menor média, de acordo com a série histórica iniciada em 2002. No ano passado, 8,3% da população economicamente ativa estava desempregada, na média do primeiro semestre.

Renda

Ao mesmo tempo em que o desemprego teve aceleração no semestre, a renda média do trabalhador não registrou perdas. De janeiro a junho, a renda média foi de R$ 1.331,57, o que demonstra um ganho de 4,1% em relação a igual período no ano passado. Ainda na comparação entre as primeiras metades de cada ano, houve avanço de 2,3% entre 2007 e 2008.

"A renda do trabalhador vem sendo preservada, por fatores como o aumento do salário mínimo, e a inflação mais controlada, além do aumento da formalização no mercado de trabalho", observou Azeredo.

O coordenador do IBGE lembra que o mercado de trabalho ainda tem algumas "mazelas", principalmente na indústria, que perdeu 183 mil postos de trabalho em relação a junho de 2008. Mesmo assim, frisou, a renda média do trabalhador na indústria cresceu 3,9% no primeiro semestre, chegando a R$ 1.365,17.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u599119.shtml

Confiança do consumidor brasileiro cresce 2,8% em Julho!!


Aqui vão mais algumas notícias que mostram o quanto o Brasil está cada vez mais forte. Não é à toa que o Presidente Lula desfruta de tanta confiança e respeito no exterior e é o Presidente mais popular da história do país:


Confiança do consumidor melhora e aproxima-se de nível pré-crise

SÃO PAULO - A confiança do consumidor brasileiro medida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) melhorou em julho e reaproximou-se do nível visto antes do aprofundamento da crise global. O índice subiu 2,8% frente a junho e atingiu 111,4 pontos, "praticamente retornando ao patamar de setembro de 2008, considerando-se dados com ajuste sazonal", informou a FGV nesta quinta-feira.
Tanto as avaliações sobre o presente quanto as previsões para os próximos meses melhoraram.

O índice da situação atual também aumentou 2,8%, para 110,9 pontos.

O índice de expectativas avançou pelo quinto mês seguido. Com alta de 2,9%, esse componente atingiu 111,8 pontos - patamar mais alto desde maio do ano passado.

A avaliação feita pelos consumidores sobre a situação econômica local neste momento foi também a mais favorável desde setembro.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/07/23/confianca+do+consumidor+melhora+e+aproxima+se+de+nivel+pre+crise+7456910.html

IBGE revela ciclo de crescimento da indústria brasileira!!


Publico mais uma notícia que mostra o quanto o Brasil se desenvolveu industrialmente durante o governo Lula. Este é o tipo de notícia que deveria ser amplamente divulgada, mas a Grande Mídia nacional faz questão de escondê-la, é claro.


IBGE revela ciclo de crescimento da indústria brasileira

27/06/2009 - Tribuna do Norte

Jacqueline Farid - Repórter
Rio, 26 (AE) - A indústria brasileira registrou um ciclo de expansão na produção e no emprego entre 2003 e 2007. Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o setor aumentou em 17,9% o número de empresas em cinco anos, passando de 139 mil para 164 mil fábricas. Nesse período, a indústria elevou em 23,7% o número total de trabalhadores, passando de 5,9 milhões para 7,3 milhões de ocupados.

A Pesquisa Industrial Anual (PIA) abrange as empresas com mais de cinco trabalhadores. O economista da coordenação de indústria do instituto, André Macedo disse que os avanços das empresas industriais em cinco anos ficaram destacados, sobretudo, nos bens de capital (máquinas e equipamentos), bens de consumo duráveis (automóveis, eletrodomésticos, celulares) e alguns segmentos produtores de commodities voltadas para o mercado externo.

Ele observou que, em termos de produção industrial, os bens de capital tiveram um aumento acumulado de 79% no período, seguidos pelos bens de consumo duráveis (62,5%), ambos com crescimento bem superior à indústria como um todo (25%). Macedo explicou que os bens de capital foram impulsionados pelo aumento dos investimentos e da disponibilidade do crédito para pessoa jurídica, enquanto o bom desempenho de duráveis esteve vinculado sobretudo ao aumento da oferta de crédito à pessoa física e à expansão da massa salarial.

Do lado do emprego, as empresas industriais do segmento de alimentos e bebidas foram as que mais ganharam participação no total de salários pagos pela indústria de 2003 a 2007, passando de uma fatia de 17,7% para 18,6%. Segundo Macedo, os destaques foram especialmente as atividades de abate de aves e refino de açúcar, “com maior viés para o mercado externo”.

O economista lembrou que o segmento de alimentos e bebidas é tradicionalmente empregador. Por outro lado, outros segmentos importantes na geração de emprego industrial reduziram a participação no total de ocupados do setor no período, como calçados e couro (de 6,9% para 5,5%) e madeira (4,2% para 3,1%).

Especificamente em 2007, o segmento mais empregador era o de alimentos (18,6% do total de ocupados), seguido por vestuário e acessórios (7,8%), máquinas e equipamentos (6,9%), produtos de metal (6,1%), fabricação e montagem de veículos automotores (5,6%) e calçados e artigos de couro (5,5%) que consistem no conjunto de setores que empregaram aproximadamente 50% do pessoal ocupado na indústria.

Naquele ano, os principais destaques no salário médio mensal, em termos de salários mínimos, ficaram com os ramos de refino de petróleo e produção de álcool (9,8 mínimos), seguido por fumo (7,0), produtos químicos (7,0), fabricação e montagem de veículos automotores (6,5); outros equipamentos de transporte (6,4), metalurgia básica (6,3) e material eletrônico e de aparelhos e equipamentos de comunicações (5,7).

Negociações salariais evitam perdas

São Paulo - De 100 negociações salariais ocorridas nos primeiros cinco meses do ano, 96% asseguraram a recomposição das perdas ocorridas ao longo de 2009. No ano passado, o percentual foi de 89%.

As negociações que tiveram reajuste menor do que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passaram de 11% em 2008 para 4% em 2009. O valor de referência do INPC foi de 6,18%.

Já as negociações que garantiram reajuste acima do índice passaram de 77% para 78%. Os dados foram divulgados ontem pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (Dieese).

Entre os setores, a indústria apresentou 83%, ante os 86% do ano passado, dos reajustes acima da inflação, 11% igual ao INPC contra os 8% do ano passado. Na indústria, os reajustes que só recompuseram as perdas da inflação subiram de 28% para 58%.

No setor de serviços, as categorias que tiveram perdas salariais passaram de 14% para 4%, as que tiveram aumento passaram de 71% para 78% e os reajustes iguais à inflação passaram de 14%, em 2008, para 18% em 2009.

Segundo o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, José Silvestre, a inflação mais baixa ajuda a obter os reajustes mesmo que eles sejam mais baixos do que seriam com a inflação mais alta.

“O resultado das negociações está influenciado pela inflação e não pela crise econômica global, já que os ajustes nesse sentido se deram muito mais via emprego de que pelo salário. Muitas empresas demitiram antecipadamente em função da crise e quem permaneceu empregado teve o reajuste igual ou superior à inflação”, disse.

A expectativa, de acordo com Silvestre, são as negociações que ainda devem ocorrer ainda no primeiro semestre e que, no segundo, elas sejam melhores, porque há sinais de que o pior momento da crise já tenha passado. “Já há expectativa de que o Produto Interno Bruto [PIB] do país cresça mesmo que não o suficiente para anular o que foi negativo no primeiro semestre. E há também expectativa de que a economia volte a crescer em 2010.”


http://tribunadonorte.com.br/noticias/113930.html

Indústria brasileira gerou 1,4 milhão de novos empregos entre 2003 e 2007!!


Vejam que notícia interessante, para a qual a mídia brasileira, evidentemente, dá muito pouco destaque, enquanto que perde o seu tempo inventando mentiras sobre a política nacional.


Indústria gerou 1,4 milhão de empregos entre 2003 e 2007


CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

A indústria foi responsável pela geração de 1,4 milhão de empregos entre 2003 e 2007, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2007, eram 7,3 milhões de pessoas empregadas no setor, ante 5,9 milhões quatro anos antes.

Os dados da PIA (Pesquisa Industrial Anual) indicam que, neste mesmo intervalo de tempo, foram criadas 25 mil empresas no setor industrial. As 164 mil indústrias brasileiras geraram receita total de R$ 1,5 trilhão em 2007. Em média, eram 44 funcionários por empresa em 2007.

A pesquisa mostra que os trabalhadores na indústria obtiveram ganho salarial real de 8,8% entre 2003 e 2007. O salário médio pago, em termos nominais, era de R$ 1.410 em 2007, contra R$ 1.073 em 2003. O ganho de 8,8% leva em conta o deflacionamento pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que variou 20,8% no período.

O segmento de alimentos foi o principal empregador em 2007, com 18,6% do pessoal total ocupado. Foi também o que teve o maior avanço em termos de participação, já que em 2003 o número de funcionários deste segmento significava 17,7% do total.

A indústria de vestuário e acessórios foi responsável por empregar 7,8% do total ocupado, seguido pelo segmento de máquinas e equipamentos (6,9%), produtos de metal (6,1%) e fabricação de veículos automotores (5,6%).

A indústria de refino de petróleo e produção de álcool foi a que melhor pagou em 2007, com média de R$ 3.674. Em seguida veio a indústria do fumo (R$ 2.630), produtos químicos (R$ 2.618), fabricação de veículos automotores (R$ 2.411) e outros equipamentos de transporte (R$ 2.406).

Já os segmentos de vestuários e acessórios (R$ 608 médios), calçados e artigos de couro (R$ 691), reciclagem (R$ 769), mobiliário (R$ 780), madeira (R$ 797) e têxtil (R$ 919) foram os que menos pagaram, em média, dentro de toda a indústria, em 2007.

O fato de a produção de petróleo estar concentrada no Rio de Janeiro garantiu ao Estado o maior salário médio do país, com 6,2 salário mínimos. São Paulo vem em seguida, com média de 4,9 salários mínimos. O menor salário médio, em 2007, foi pago em Alagoas 1,5 salário mínimo.

Os investimentos brutos realizados na indústria em 2007 somaram R$ 118 bilhões. Ao mesmo tempo, os gastos com pessoal totalizaram R$ 196 bilhões, enquanto os custos diretos de produção foram de R$ 114 bilhões.

As aquisições de máquinas e equipamentos industriais significaram 50,9% do total. As chamadas outras aquisições (móveis e computadores, entre outros) representaram 29,4% do total, enquanto que as aquisições de terrenos e edificações responderam por 13,5% do total dos recursos aplicados.

Na estrutura de custos e despesas da indústria, o consumo de matérias-primas representou 46,6% do total. Já os gastos de pessoal significaram 13,1% de toda a despesa industrial em 2007.

O setor de alimentos desembolsou 19,5% do total das despesas com matérias-primas, materiais auxiliares e componentes. Na mesma linha, tais despesas representaram 13,5% do total gasto pela indústria química, e 13% do total utilizado na fabricação de veículos automotores (carros, ônibus e caminhões).

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u586592.shtml

Kirchnerismo está em processo de decadência irreversível, diz Oswaldo Coggiola!


Segundo o historiador da USP, Oswaldo Coggiola, o 'kirchnerismo' está em processo de decadência irreversível após a derrota sofrida nas últimas eleições parlamentares realizadas no país, nas quais o governo de Cristina Kirchner elegeu cerca de 30% dos parlamentares, deixando de contar com maioria no Congresso Nacional argentino pela primeira vez desde que se elegeu Presidente do país em 2007.

Para conhecer melhor as idéias de Coggiola sobre o assunto, sugiro a leitura da entrevista publica pelo site da Revista Fórum.

Abaixo, o link da mesma:

http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/EdicaoNoticiaIntegra.asp?id_artigo=7241

sábado, 18 de julho de 2009

Ulysses Guimarães, a Constituição de 1988 e o 'Presidencialismo de Coalizão'! - por Marcos Doniseti!

Ulysses Guimarães, a Constituição de 1988 e o 'Presidencialismo de Coalizão'! - por Marcos Doniseti!

(texto atualizado no dia 11/12/2011)

Ulysses Guimarães foi o grande responsável pela elaboração da Constituição de 1988, que é nitidamente Parlamentarista. A nova Constituição transferiu a última palavra, em todos os assuntos, para o Congresso Nacional, obrigando todos os Presidentes da República a formar governos de coalizão amplos para ter maioria no Legislativo e, desta maneira, poder governar. 
O jornalista Luis Nassif postou no seu blog um ótimo texto da Maria Inês Nassif comentando as alianças do Presidente Lula com lideranças políticas tradicionais como Sarney, Collor e em especial, com os principais líderes do PMDB (Michel Temer, Garibaldi Alves, etc) para poder desfrutar de um mínimo de governabilidade.

Neste texto, pretendo apresentar novos pontos de vista a respeito deste assunto. 

Vamos lá, então.

O fato concreto é que a Constituição de 1988 transferiu quase todos os poderes de decisão (ou seja, de governo) para o Congresso Nacional.

Hoje, o Presidente da República depende do Congresso Nacional para tudo: aprovar a nomeação de diretores e do Presidente do Banco Central, de embaixadores, aprovar projetos de lei, medidas provisórias, emendas constitucionais, o Orçamento da União, reajuste do salário mínimo, a criação de programas sociais, a prorrogação da DRU, englobando todos os assuntos de governo, praticamente.

Na prática, a partir da Constituição de 1988, o Presidente da República tornou-se refém do Congresso Nacional. Este, é quem, de fato, tem a última palavra em todos os assuntos.

E para piorar ainda mais a situação o sistema partidário brasileiro é altamente fragmentado.

Mesmo quando somamos as bancadas de deputados federais do PT e do PMDB, os dois maiores partidos brasileiros, temos apenas 1/3 dos parlamentares. No total, quase 20 partidos políticos possuem representação no Congresso Nacional.

Desta maneira, como temos um Congresso Nacional muito fragmentado, qualquer Presidente da República que deseje governar acaba tendo que transformar o Congresso Nacional em um grande balcão de troca de favores (em torno de verbas, cargos, apoio político, etc) a fim de ter o apoio político necessário para que possa aprovar os projetos de seu interesse.

Além disso, não existe uma fidelidade partidária digna do nome e, com isso, os parlamentares trocam de partido com a mesma facilidade e rapidez com que trocam de roupa, o que dificulta ainda mais a obtenção de apoio por parte do Presidente da República para ter maioria no Congresso Nacional e poder governar. Isso quando alguma liderança política mais importante não cria um novo partido, quase que da noite para o dia, e consegue a adesão de centenas de lideranças políticas em todo o país (deputados federais e estaduais, senadores, prefeitos, vereadores).

Este é o caso, por exemplo, de Kassab e do seu PSD, que é uma legenda criada por lideranças políticas estaduais e municiais que estão cansadas de fazer oposição ao governo federal e que tem preparado a sua adesão ao mesmo a fim de desfrutar das benesses do poder. Os líderes do PSD mal disfarçam a sua intenção de aderir a todos os governos possíveis e imagináveis, em todas as esferas de poder (federal, estadual e municipal) e independente de qual partido comande tais governos.

FHC e ACM juntos. Para ter maioria no Congresso Nacional e, assim, poder governar o país, FHC forjou um governo de coalizão que reúnia vários partidos: PSDB, PMDB, PFL, PTB, PPB...
O lema do PSD de Kassab deveria ser 'Hay gobierno? Soy a favor!'.

Toda esta situação dá origem à famosa política 'franciscana', do falecido deputado federal Roberto Cardoso Alves, o 'Robertão': 'é dando (verbas, cargos, apoio político, etc) que se recebe (votos em favor de projetos de interesse do governo).


O fato concreto é que sem essa política de troca de favores, Presidente da República algum consegue governar.

Não foi à toa, portanto, que tanto FHC, como Lula e Dilma, tiveram que montar governos de coalizão com a participação de um grande número de partidos políticos. Nos governos estaduais e municipais, pelo Brasil afora, o cenário é o mesmo. Em São Paulo, por exemplo, os sucessivos governos estaduais tucanos tem sido apoiados por quase todos os partidos com representação na Assembléia Legislativa. As únicas exceções têm sido o PT, o PCdoB e o PSOL.

Resumindo tudo isso: o fato é que a Constituição brasileira é Parlamentarista.

Mas, o povo continua elegendo diretamente um Presidente da República que, de fato, não é quem governa, embora este mesmo povo não saiba disso.

A verdade é que o líderes políticos que fizeram a Constituição de 1988 (Dr. Ulysses e cia.) não tiveram a ousadia de implantar o Parlamentarismo naquele momento, 1987/1988, até porque eles chegaram ao poder graças à campanha das Diretas-Já para Presidente da República.

Seria uma brutal contradição levar milhões de pessoas às ruas de todo o país exigindo Diretas-Já para Presidente da República e, depois de chegar ao poder, implantar o Parlmentarismo e esvaziar totalmente com os poderes e atribuições presidenciais.

Então, Dr. Ulysses e seus aliados colocaram na Constituição Parlamentarista que elaboraram a previsão de convocação de um plebiscito, a fim de se implantar o Parlamentarismo.

Mas, como eles se esqueceram de combinar isso com o povo, este optou pela manutenção do Presidencialismo, principalmente porque não queria abrir mão de eleger diretamente o Presidente da República e tampouco desejava esvaziar os seus poderes.

Aliás, tal desejo popular (de querer preservar os poderes presidenciais) tem raízes políticas, sociais e históricas, pois as principais iniciativas governamentais que beneficiaram a população trabalhadora e mais pobre sempre partiram das figuras de Presidentes da República, como Getúlio Vargas (criador da CLT, da Petrobras, do BNDES, da CSN e da Vale do Rio Doce), João Goulart (criador do 13o. salário, do Estatuto do Trabalhador Rural, da Eletrobrás e de um órgão federal destinado a fazer a Reforma Agrária, que foi a SUPRA) e de Lula (criador do Bolsa-Família, do Luz Para Todos, do empréstimo consignado, de uma política salarial que aumentou fortemente o poder de compra do salário mínimo - em 75% acima da inflação entre 2003-2010 - e que gerou 20 milhões de empregos com carteira assinada, além de ter pago toda a dívida brasileira com o FMI, do qual o Brasil se tornou credor).
Tal como o Presidente Lula, Dilma também teve que fazer alianças e acordos políticos para ter maioria no Congresso Nacional e poder governar. Sem isso, não se governa o país. Simples assim.
A elaboração da atual Constituição brasileira se deu em circunstâncias muito especiais, que nunca mais se repetiram e não custa nada relembrá-las.

As eleições de 1986 foram vencidas pelo PMDB com extrema facilidade, pois as mesmas foram realizadas na época do 'Plano Cruzado', que havia elevado fortemente a popularidade de Sarney e do PMDB, até porque os economistas que fizeram o plano eram todos ligados ao partido do Dr. Ulysses. Com isso, o PMDB elegeu 22 dos 23 governadores e alcançou a maioria absoluta no Congresso Nacional, tanto no Senado, como na Câmara dos Deputados.

Assim, foi o Dr. Ulysses Guimarães e seus aliados dentro do PMDB quem, de fato, elaborou a Constituição de 1988. E esta é uma Constituição Parlamentarista.

Portanto, temos hoje, no Brasil, um Parlamentarismo envergonhado e que gera uma situação de conflitos permanentes entre o Presidente da República e o Congresso Nacional. Tais conflitos somente podem ser evitados apenas de uma forma: a formação de governos de coalizão da qual participe a maioria dos partidos políticos com representação no Congresso Nacional.

E é por isso que muitos partidos (como o PMDB, PTB, PP, PR, PSC, DEM) não se preocupam em lançar candidatos à presidência da República, pois eles sabem que será a eleição de uma bancada numerosa de deputados federais e de Senadores que irá garantir a participação deles no futuro governo, nomeando seus líderes e integrantes para ocupar cargos em ministérios, empresas estatais, autarquias.

A grande preocupação destes partidos, que acabam se aliando aos candidatos dos dois partidos mais fortes e ideologicamente melhor definidos, que são o PT (que hoje segue uma linha reformista e desenvolvimentista de Centro-Esquerda, no plano interno, e que adota uma política externa soberana que visa aprofundar as relações do Brasil com outros países emergentes) e o PSDB (defensor do Neoliberalismo e de uma total submissão do Brasil aos interesses dos EUA no plano externo).

E tudo isso isso acontece porque o povo elege um Presidente da República (que controlará o processo de liberação de verbas e de nomeação para os cargos públicos), pensando que o mesmo irá governar sozinho, sem precisar consultar ninguém, mas quem tem o poder, de fato, de governar é o Congresso Nacional, que tem a última palavra em todos os assuntos, como já vimos aqui.

Enquanto tal sistema político-partidário for mantido, não haverá outra solução para os Presidentes da República, independente de serem populares ou não: ou os Presidentes da República 'afagam' os parlamentares e as lideranças políticas estaduais tradicionais que controlam o voto destes mesmos parlamentares (Collor, Sarney, etc) no Congresso Nacional (com verbas, cargos, apoio político, etc) ou tais Presidentes não conseguem governar.

Somente uma profunda reforma política poderá mudar esta situação.

O Brasil precisa escolher: ou implanta um Parlamentarismo de fato, ou transfere, novamente, o poder de governar para o Presidente da República (poder este que foi retirado pela Constituição de 1988), transferindo os poderes de governar para o chefe do Poder Executivo.

E tal reforma política também deverá promover o fim do Senado, a criação de um Parlamento unicameral, fidelidade partidária rígida, cláusula de barreira, proibição de coligações para eleições legislativas, proibição de financiamento privado de campanhas eleitorais e a criação do financiamento público de campanhas eleitorais com base em critérios públicos e transparentes.

Manter o atual sistema, caracterizado por este Parlamentarismo envergonhado e por um sistema partidário totalmente fragmentado e caótico, é a receita certa de manutenção de um sistema político instável, conflitante e que cria todas as condições para uma política permanente de  troca de favores entre o Presidente da República (que tem a 'caneta na mão' para nomear ocupantes de cargos públicos e para liberar verbas) e os congressistas e as lideranças políticas estaduais que controlam o voto de Senadores e Deputados Federais.

Quem acredita que essa troca permanente de favores e de 'afagos' entre o Presidente da República e as lideranças políticas tradicionais que controlam o voto dos congressistas poderá ser alterada apenas elegendo-se outro (a) Presidente da República, está redondamente enganado. A questão não é conjuntural e nem de caráter pessoa. A solução disso independe de quem seja o (a) presidente (a) da República.

Mantidas as atuais regras de funcionamento do sistema político e partidário, o fato concreto é que qualquer um que se tornar Presidente (a) da República terá que se sujeitar a tais situações constrangedoras, ou seja, a de ter que fazer todas estas inúmeras concessões (inclusive para políticos que, anteriormente, eram seus rivais, mas que dispõe de grande força política e eleitoral, em seus estados ou no Congresso Nacional, como são os casos de José Sarney, Collor e Renan Calheiros, por exemplo, que apoiaram o governo FHC e que, depois, passaram a apoiar os governos Lula e Dilma; Renan Calheiros, por exemplo, chegou a ser o ministro da Justiça do governo FHC) a fim de ter maioria no Congresso Nacional para poder governar.


Quem quiser mudar esta situação, então que inicie um grande movimento político-social com o objetivo de promover uma radical transformação das regras do sistema político e partidário brasileiro.

Caso contrário, que fique feliz com o que temos aí.

Com as regras existentes, tudo continuará como "dantes no quartel de Abrantes.".

Links:

Maria Inês Nassif: A encrenca de uma coalizão muito ampla:

http://www.viomundo.com.br/politica/maria-ines-nassif-a-encrenca-de-uma-coalizao-muito-ampla-2.html

Maria Inês Nassif: a despolitização da crise política:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=170726&id_secao=1

PT: Sem a reforma política, um caminho sem volta:

http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5325

quarta-feira, 15 de julho de 2009

As principais realizações do Governo Lula!- por Marcos Doniseti!


As Realizações do Governo Lula - por Marcos Doniseti (revisto e atualizado em 23/11/2010)




1) Reduziu a inflação de 12,5% (2002) para 4,3% (2009) ao ano; a taxa média anual de inflação no governo Lula (6% ao ano) é menos da metade da que tivemos no governo FHC (12,5% ao ano);

2) Aumentou o salário mínimo para o seu maior patamar em 40 anos, com um aumento real de 74% entre 2003/2010;

3) Reduziu a relação dívida/PIB de 51,3% (2002) para 36% do PIB(2008);

4) Acumulou um superávit comercial de US$ 252 Bilhões (2003/2010);

5) Pagou toda a dívida com o FMI e com o Clube de Paris e o Brasil se tornou credor do FMI, algo inédito na história do país, para quem emprestou US$ 10 Bilhões; Hoje, a dívida externa líquida é negativa em US$ 65 bilhões;

6) Reduziu o déficit público nominal de 4% do PIB (2002) para 1,9% do PIB (2008);

7) Ampliou a capacidade de investimento do Estado; Os investimentos do governo federal e das estatais para 2009 estão previstos em R$ 90 Bilhões; Em 2010 eles estão programados para chegar a R$ 119 bilhões;

8) Aumentou as exportações de US$ 60 Bilhões/ano (2002) para US$ 198 bilhões/ano (2008) acumulando um crescimento de 230% em 6 anos; Em 2010, as exportações deverão superar os US$ 200 bilhões, o que acontecerá pela primeira vez na história do Brasil.

9) Aumentou as reservas internacionais líquidas de US$ 16 Bilhões (2002) para US$ 285 Bilhões (Novembro de 2010);

10) Ampliou o Pronaf de R$ 2,5 Bilhões/ano (2002) para R$ 16 Bilhões/ano (2010);

11) A concentração de renda e as desigualdades sociais diminuíram sensivelmente; o índice de Gini atingiu o menor patamar da História;

12) Gerou 15 milhões de empregos formais entre 2003/2010;

13) Reduziu o percentual da população brasileira que vive abaixo da linha de pobreza de 28% (2002) para 19% (2006), segundo o IPEA;

14) Elevou os gastos sociais públicos para 21% do PIB;

15) O BNDES emprestou R$ 137 Bilhões em 2009 para o setor produtivo, contra cerca de R$ 22 Bilhões em 2002;

16) Fez o Brasil se tornar credor externo, com um saldo positivo de US$ 65 Bilhões, algo inédito na História do país;

17) Criou programas sociais inclusivos, como o Bolsa-Família, ProUni, Brasil Sorridente, Farmácia Popular, Luz Para Todos, entre outros, que beneficiaram aos pobres e miseráveis e contribuíram para melhorar a distribuição de renda;

18) Iniciou novas grandes obras de infra-estrutura (rodovias, ferrovias, usinas hidrelétricas, etc) financiadas tanto com recursos públicos como privados. Exemplos: Usinas do Rio Madeira, Transnordestina, Ferrovia Norte-Sul, recuperação das rodovias federais, duplicação de milhares de quilômetros de rodovias;

19) Anulou portaria do governo FHC que proibia a construção de escolas técnicas federais e iniciou a construção de dezenas de novas unidades e que foram transformadas em Institutos Superiores de Educação Tecnológica (são 214 novas escolas técnicas federais construídas entre 2003/2010);

20) Criou o Reuni, que iniciou um novo processo de expansão das universidades públicas, aumentando consideravelmente o número de universidades, de campus e de vagas nas mesmas;

21) Os lucros do setor produtivo cresceram quase 200% no primeiro mandato em relação ao governo FHC;

22) Fez o Estado voltar a atuar como importante investidor da economia. Exemplos disso: a criação da BrOI, que têm 49% do seu capital nas mãos do Estado; a compra e incorporação de bancos estaduais pelo Banco do Brasil (da Nossa Caixa, do Piauí, Santa Catarina e Espírito Santo) evitando que fossem privatizados; a participação da Petrobras em 2 grandes petroquímicas nacionais (a Braskem, com 30% do capital nas mãos da Petrobras; a Ultra, com 40% do capital nas mãos da Petrobras); o aumento da participação dos bancos públicos (BNDES, CEF, BB, BNB) no fornecimento de crédito para a economia do país;

23) Elevou o volume de crédito na economia brasileira de cerca de 23% do PIB, em 2002, para 46% do PIB, em 2010;

24) Criação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que prevê investimentos públicos e privados de R$ 646 Bilhões entre 2007/2010; até 2013 os investimentos previstos chegam a R$ 1,14 Trilhão;

25) Reduziu a taxa de desemprego de 10,5% (Dezembro de 2002) para 6,8% (Dezembro de 2008);

26) Reduziu os gastos públicos com pagamento de juros da dívida pública para 5,9% do PIB (em 2008), representando uma queda de cerca de 36% quando comparado com o segundo mandato de FHC.

domingo, 5 de julho de 2009

Golpistas de Honduras matam manifestantes!!




A foto acima é a de um jovem hondurenho que foi, hoje, assassinado pelas Forças Armadas do país que, nesta semana, deram um Golpe de Estado e derrubaram o Presidente legítimo e constitucional de Honduras.

É inaceitável que a comunidade internacional não tome atitudes mais fortes contra esse ato criminoso dos gorilas hondurenhos que, não satisfeitos em derrubar um Presidente de forma totalmente ilegal e ilegítima, agora começam a matar os próprios hondurenhos.

Cabe ao Presidente Barack Obama liderar uma ofensiva internacional contra os golpistas hondurenhos e exigir a volta do país à normalidade democrática e constitucional.

E que se faça isso antes que outros hondurenhos tenham o mesmo destino do jovem da foto acima.

Democracia Já em Honduras!

Fora, Golpistas Assassinos!