Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 27 de junho de 2010

Os erros de Serra e as razões da sua derrota!


Um leitor do blog do Nassif, chamado Augusto, disse o seguinte no mesmo: "O que ocorre hoje com a campanha Serra é apenas pontual.".

Inspirado nesta frase, escrevi um longo texto analisando quais foram os principais erros da campanha de Serra e porque Dilma vencerá a eleição. Aliás, estou convencido de que mesmo que Serra e a oposição tucano-democrata não tivessem cometido erro algum, Dilma venceria do mesmo jeito. Vamos lá, então:


Os erros de Serra e as razões da sua derrota!

por Marcos Doniseti

Os problemas da campanha de Serra não são pontuais. Eles já ocorrem há muito tempo e podem ser listados:


1) Demora excessiva para assumir a sua candidatura, mesmo depois que Aécio desistiu e ficou claro que ele, Serra, seria o candidato tucano à Presidência da República;

2) Ausência de um vice que amplie o arco de apoio político da candidatura e a sua representatividade na sociedade;

Enquanto isso, Dilma já tem um Vice há vários meses, que é Michel Temer, representante do PMDB, o maior partido do Brasil e que se uniu quase que totalmente em torno do seu nome, o que é algo incomum em se tratando de PMDB;

3) Inexistência de coordenação política: Como o DEM, velho e antigo aliado dos tucanos em todo o Brasil, ficou sabendo que Álvaro Dias iria se tornar o vice de Serra? pelo twitter do Roberto Jefferson, um aliado recente de Serra... Se isso não tivesse acontecido, de fato, ninguém acreditaria nesta possibilidade, tal o amadorismo que isso demonstrou;

4) Falta de propostas claras, nítidas e concretas para os principais problemas do país. Ninguém conhece, até o momento, uma proposta sequer de Serra para governar o Brasil, o que deixa o eleitorado totalmente no escuro quanto ao futuro do país caso ele seja eleito Presidente.

Enquanto isso, Dilma deixa bem claro, para todos, qual é o seu discurso: dar continuidade ao governo Lula, avançando, aprofundando e melhorando o que este já fez;

5) Ausência de compromisso claro com a redução da pobreza e das desigualdades sociais, que é a grande marca do governo Lula, junto com o diálogo com todos os segmentos sociais e de todo o país;

6) Indefinição quanto à questão das privatizações, que são muito mal vistas pela maioria absoluta do eleitorado, sim, principalmente fora do estado de SP;

7) Falta de uma definição clara quanto ao posicionamento adequado em relação ao governo Lula. Uma hora Serra diz que Lula 'está acima do bem e do mal'. Em outro momento compara Lula com os reis absolutistas franceses. Este é um comportamento típico de uma 'biruta de aeroporto', o que deixa os eleitores ainda mais perdidos quanto à natureza da candidatura de Serra: Afinal, ele apóia o governo ou é de oposição radical?

É muita indefinição para pouca campanha.

Com tantas indefinições, seria surpreendente que Serra não caísse nas pesquisas.

Ainda mais que a campanha de Dilma seguiu a estratégia correta, ou seja, que foi a de ligá-la fortemente ao Presidente Lula (algo inevitável devido ao importante papel desempenhado pela ex-ministra durante o governo atual e ao apoio do Presidente à sua candidatura) e mostrar que ela é a candidata de Lula.

A campanha de Dilma deixou bem claro, desde o início que, se fosse eleita, ela daria continuidade ao governo Lula, mas procurando melhorar o que já foi feito e que não é pouco, como: redução da inflação, diminuição do desemprego, da pobreza, da miséria e das desigualdades sociais, prestígio e credibilidade internacional crescentes do Brasil pelo mundo afora, recuperação das capacidade de planejamento e de investimento do Estado brasileiro, entre muitas outras melhorias e conquistas que o país alcançou durante o governo Lula.

Além disso, o candidato do PSDB sempre teve, pelo menos, 35% dos votos nas pesquisas. O problema é que ele está nesse patamar há mais de 2 anos, desde que se fizeram as primeiras pesquisas eleitorais. Serra não ganhou um mísero voto deste então.

Portanto, estes 35% podem ser, de fato, não apenas o piso, mas também o teto de Serra. Assim, disso ele não passa. Pelo menos não passou, nos últimos dois anos.

E porque ele não passa deste teto de 35%? Creio que isso tem a ver com as indefinições de Serra que listei no início do texto e, também, com uma séries de erros cometidos pela sua campanha, que comento abaixo.

Por exemplo: Os tucanos dizem que Dilma cresceu porque atrelou a sua imagem pública à do Presidente Lula.

Mas, que isso seria feito, está mais do que óbvio.

O problema é que a oposição tucana-democrata não apresentou nenhuma 'vacina' contra tal estratégia da campanha de Dilma, a não ser ficar entrando na Justiça Eleitoral com pedidos de punição ao Presidente da República. Isso foi, claramente, totalmente insuficiente, como ficou claro com a continuidade do crescimento de Dilma nas pesquisas.

Além disso, mais cedo ou mais tarde, o eleitorado em seu conjunto iria acabar descobrindo o óbvio, ou seja, de que Dilma é a candidata do Presidente Lula e isso levaria ao rápido crescimento dela nas pesquisas eleitorais.

O fato de que este atrelamento entre as imagens públicas de Lula e de Dilma tenha se dado de maneira gradual é que fez com que o crescimento dela nas pesquisas se processasse da mesma maneira, gradualmente, crescendo alguns pontos a cada pesquisa realizada.

Se esta ligação das imagens públicas de Lula e de Dilma, perante o conjunto do eleitorado, tivesse ocorrido de maneira repentina, o crescimento dela nas pesquisas também se processaria da mesma forma. Mas, inevitavelmente, isso acabaria acontecendo.

E foi isto que Serra e a oposição tucana-democrata não perceberam ou para o qual não deram valor algum, subestimando de forma nítida o potencial de crescimento de Dilma, há quem consideravam um 'mero poste' de Lula e uma figura pública sem personalidade política própria. Estavam convencidos disso e que os eleitores pensariam exatamente igual à eles. Novamente, isso não aconteceu.

Agora, é tarde demais para remediar este gravíssimo erro de avaliação.

Além do mais, Serra é candidato à Presidente, no mínimo, desde que se elegeu governador de SP, há quase 4 anos.

E o que ele fez, neste imenso período de tempo, para diminuir as resistências ao seu nome junto ao eleitorado que apóia Lula e que aprova o governo deste?

Quais os gestos, atitudes e políticas que Serra adotou, no governo de SP, que comprovariam que caso ele fosse eleito Presidente do país não iria promover uma mudança radical de orientação nas políticas e programas implantados pelo governo Lula e que são fortemente aprovadas pela população? Alguém conhece alguma iniciativa de Serra neste sentido? Eu, não. Ninguém conhece. E por um motivo muito simples: Elas não existiram.

Na verdade, as políticas de Serra no governo paulista reforçaram ainda mais o seu nítido caráter conservador, direitista, reacionário, truculento, repressivo e totalmente refratário a qualquer tipo de diálogo com os movimentos sociais organizados. Os policiais, professores e estudantes do estado de SP que o digam...

Serra e a oposição tucano-democrata não perceberam que o eleitorado não é louco de dar um cheque em branco para eles somente porque dizem que o candidato tucano é mais preparado e mais experiente do que Dilma. Esta, pode não ter disputado eleição alguma até o momento, mas já possui uma rica experiência administrativa e é a candidata apoiada por um Presidente aprovado por 85% da população. E quase todos os principais partidos da base de sustentação do governo Lula se uniram em torno de Dilma.

E todas as pesquisas são claras num ponto: certa de 75% dos eleitores desejam a continuidade de todas ou de quase todas as políticas adotadas pelo governo Lula. O desejo de mudança está fora desta disputa. Ele existiu em 2002, quando Lula venceu porque soube simbolizar e capitalizar este desejo. Agora, em 2010, ele não existe, o que deixou a oposição tucano-democrata e Serra numa 'sinuca de bico'.

Afinal, se a oposição e Serra atacam o governo Lula, correm o risco de perder muitos votos. E se não o atacam, acabam não se diferenciando do governo e de sua candidata, levando o eleitor a votar em Dilma.

Outro grave erro cometido por Serra e pela oposição é que eles, claramente, subestimaram o potencial imenso de crescimento de Dilma, dizendo que ela não passava de 'um poste' e que os brasileiros não elegeriam uma candidata inexperiente em disputas eleitorais.

Demorou para que a oposição percebesse que Dilma não era poste nenhum e que possui, sim, um perfil e uma personalidade política próprias, mesmo sem ter experiência eleitoral.

A população, é claro, sabe que Dilma é uma novata em disputas eleitorais, mas não dá a este fato uma importância tão gigantesca quanto aquela que a oposição atribui. Isso é algo totalmente secundário nesta campanha eleitoral.

Mais importante, para os brasileiros, neste momento, é o compromisso claro de que o futuro governo Dilma preservará as linhas mestras e dará continuidade às conquistas e avanços do governo Lula e que ela não é nenhuma maluca ou incendiária que colocará tudo isso em risco.

O resto é perfumaria!

Logo, Serra e a oposição do PSDB/DEM subiram no salto alto e adotaram uma virtual postura de 'já ganhou' e, agora, colhem os frutos de todos os erros de avaliação que cometeram, com Dilma liderando as pesquisas e abrindo uma vantagem crescente sobre o candidato do PSDB nas mesmas.

Aliás, tal vantagem de Dilma tende a crescer mais ainda depois do início do horário eleitoral no rádio e na TV e no qual o Presidente Lula irá dizer explicitamente (o que não pode fazer hoje), todos os dias, que Dilma é a sua candidata à Presidente da República.

O fato é que Serra teria que oferecer muito mais para a população do que isso que está mostrando até o momento caso quisesse, de fato, vencer a eleição presidencial.

Assim, da mesma forma que o então candidato Lula teve que, em 2002, assumir o compromisso público e explícito de preservar a estabilidade econômica, de manter o controle da inflação e o respeito aos contratos para poder vencer a eleição presidencial, bem como se dispôs a fazer alianças com setores mais conservadores e ligados aos intesses empresariais e das classes médias, que sempre rejeitaram o antigo discurso agressivo do PT de 'Fora FMI'', ''Não ao pagamento da dívida externa', etc, Serra e a oposição teriam que ter feito, já há algum tempo, o mesmo tipo de mudança em seu discurso e em sua postura política. E não o fizeram.

Na campanha eleitoral de 2002, Lula não ficou somente no discurso de que preservaria a estabilidade econômica e que teria canais abertos ao diálogo com setores mais moderados da política e da sociedade brasileiras caso vencesse as eleições.

Lula adotou medidas que mostravam que ele estava falando sério e que este discurso não era apenas para ganhar eleição. Entre as atitudes tomadas pela campanha de Lula, tivemos:

1) A divulgação da 'Carta aos Brasileiros';

2) A aliança com o PL;

3) A escolha de um dos maiores industriais do país, José Alencar, para ser o seu Vice;

4) A formalização de alianças eleitorais com líderes conservadores como ACM, José Sarney e, no desenrolar da campanha, com grande parte das lideranças do PMDB, PTB, até do PFL;

5) O envio de economistas do PT aos EUA e Europa (como Guido Mantega) para conversar com investidores e com os governantes destes países a fim de acalmá-los quanto à uma eventual vitória de Lula.

Tudo isso demonstrou que Lula falava sério quando dizia que, se fosse eleito, a estabilidade seria preservada, os contratos seriam respeitados e que manteria o diálogo com todos os setores sociais do país, bem como com a comunidade internacional.

E depois que se elegeu Presidente, Lula manteve este compromisso, ganhando credibilidade dentro e fora do país.

Serra teria que fazer o mesmo, hoje, que Lula fez em 2002, mas no sentido de se preservar o legado do governo Lula e das conquistas políticas, econômicas e sociais deste e que não são poucas, como os próprios brasileiros reconhecem ao dar a Lula o maior índice de aprovação, a um Presidente da República, da história do país.

Assim, pergunta-se:

1) Onde está a 'Carta aos Brasileiros' de Serra dizendo que as conquistas econômicas e sociais do governo Lula serão preservadas e ampliadas? Cadê o compromisso de Serra em manter uma política externa soberana, independente e que projetou o Brasil mundialmente? Não existem.

Na verdade, uma das primeiras manifestações de Serra na campanha foi classificar o Mercosul como sendo uma 'farsa' e, logo depois, atacou o governo boliviano, com dados falsos e mentirosos, responsabilizando-o pelo tráfico de cocaína para o Brasil.

2) Quem é o José Alencar de Serra? Quem é o líder político e social, ligado aos movimentos sociais e aos partidos que sustentam o governo Lula, que é respeitado por estes, e que Serra escolheu para ser o seu vice, mostrando que manteria um canal aberto de diálogo com os mesmos? Não existe. Nunca existiu. Afinal, Serra nunca se preocupou com isso.

E a escolha de Álvaro Dias, que é um antigo membro da 'tropa de choque' da oposição tucano-democrata e que atacou Lula duramente durante todos estes anos, piorou ainda mais a situação de Serra perante o eleitor que, hoje, deseja a continuidade das políticas adotadas pelo governo Lula.

Álvaro Dias como seu vice, reforça ainda mais o caráter conservador e anti-Lula da candidatura de Serra.

Se isso é parte de uma estratégia para PERDER a eleição, então ela está absolutamente correta.

3) Cadê o diálogo com os movimentos sociais e com os setores mais beneficiados pelas políticas de redistribuição de renda do governo Lula? Aliás, a dura e violenta repressão aos movimentos reivindicatórios dos estudantes, dos policiais do estado e dos professores estaduais promovida pelo governo Serra em SP deixou claro, para os movimentos sociais, que um eventual governo do candidato tucano seria caracterizado pela truculência e pela repressão pura e simples a tais movimentos. Dialogar? Conversar? Sem chance.

4) Quem são os interlocutores de Serra junto ao movimento sindical, com o MST, com os partidos que fazem parte da base de sustentação do governo Lula, como o PMDB, PSB, PC do B e PDT?

Ninguém sabe, ninguém viu.

E é justamente por tudo isso que o discurso de Serra de que dará continuidade às políticas e programas do governo Lula cai no vazio. Ninguém leva esse 'tro-lo-ló' de Serra à sério, pois o mesmo não é acompanhado de gestos e atitudes que mostrem, na prática, que esse discurso não é meramente eleitoreiro e oportunista e que, portanto, mereça ser levado à sério.

Essa ladainha oportunista do Serra não passa de mero 'tro-lo-ló' pensa, corretamente, o eleitor.

O que Serra e a oposição tucana-democrata não perceberam, fundamentalmente, é que o grande legado do governo Lula não se limita, apenas, a uma série de significativas melhorias econômicas e sociais.

Um dos grandes avanços do governo Lula foi o fato deste ter mantidos canais abertos para dialogar com todos os segmentos sociais e colocando, inclusive, em seu governo, representantes de todos estes segmentos. Os banqueiros estão representados no governo Lula, mas os bancários também. O agronegócio tem representantes no governo Lula, mas os sem-terra, os trabalhadores rurais e os ambientalistas também tem. Temos grandes empresários fazendo parte do governo Lula, mas também temos inúmeros representantes do movimento sindical. Sem falar das políticas adotadas em relação às mulheres e às chamadas minorias, que também possuem representantes no governo Lula.

Há conflitos, políticos e sociais, entre todos estes segmentos que participam do governo Lula? É claro que sim. Afinal, eles representam interesses distintos e conflitantes e que se chocam constantemente, tanto na sociedade, como dentro das instituições do Estado.

Mas, aí é que entra o 'árbitro' Lula, que faz a intermediação entre todos eles, distribuindo 'cartões amarelos e vermelhos' quando alguns deles exageram na dose e bancam o Felipe Melo, entrando de forma desleal no adversário.

Assim, o governo Lula não se consolidou apenas porque melhorou as condições de vida dos trabalhadores e dos mais pobres, reduzindo substancialmente a pobreza e a miséria no país, ou porque respeitou os contratos e manteve a inflação sob controle.

O sucesso do seu governo deve-se, também, ao fato de que Lula soube dialogar com todos os setores da sociedade e procurou fazer a intermediação entre todos eles, porém caminhando, claramente, no sentido de se reduzir as desigualdades sociais e regionais, a pobreza e a miséria, mas sem abandonar a estabilidade e sem desrespeitar os contratos, sem tentar 'reinventar a roda'.

E é este clima de diálogo, junto com estas significativas conquistas econômicas e sociais, que a imensa maioria da população deseja preservar.

E é isso que Serra e a oposição não perceberam que é essencial nesta campanha presidencial. E mesmo que eles tivessem percebido tudo isso e não tivessem cometido nenhum destes erros colossais, primários mesmo, não há nada, de fato, que garantisse a vitória de Serra nesta eleição.

Não se pode esquecer, jamais, que Serra estaria lutando contra o governo do Presidente Lula, que é o mais popular da história do país e que possui uma ligação umbilical com os setores populares e excluídos da população.

Lula tem muito crédito, também, porque é um líder originário tanto dos setores populares organizados (no caso, o sindical) , como dos desorganizados politicamente (os miseráveis sertanejos nordestinos que migraram para SP em busca de uma vida melhor e que sonham em ascender socialmente através do seu próprio esforço). E o Presidente Lula também deixou bem claro, há muito tempo, que faria de tudo para eleger Dilma.

Assim, por tudo isso, acredito que mesmo que Serra tivesse feito tudo certo nesta campanha, ainda assim ele acabaria derrotado por Dilma. E também por Lula.

Talvez a eleição fosse mais difícil e mais disputada, e fosse decidida apenas no segundo turno, com um resultado mais 'apertado', mas mesmo assim Dilma acabaria saindo vencedora da disputa, pois representa e simboliza, melhor do que qualquer outra candidatura, o desejo de continuidade do governo do Presidente Lula.

Com os inúmeros erros de avaliação, brutais e primários, cometidos por Serra e pela oposição, o que se avizinha, no entanto, é um surra monumental de Dilma sobre o candidato tucano.

Que estes erros desta oposição retrógrada, brutal e primária sirvam de lição, pois se não servirem, outra surra monumental acontecerá daqui a 4 anos.

Quem viver, verá.

3 comentários:

Anônimo disse...

Excelente texto, Marcos, perfeito. Tenho certeza de que seu ótimo blog é muito mais lido do que indicam os comentários. Parabéns e vamos continuar trabalhando pela vitória de Dilma até o dia da eleição. Abraços.

Marcos Doniseti disse...

Obrigado, cara!

Baseado no contador de visitas que instalei há pouco tempo, o blog está sendo visitado por cerca de 150 a 200 internautas diariamente, o que é muito mais do que imaginava quando o criei, em Fevereiro de 2009.

Volte sempre e fique à vontade para comentar por aqui.

Abraços

Myllena Bispo disse...

Ain gosteei mto do artigo!
Profº tá chique agora'
Myllena 7ºc
E.M.E.F Jardim das laranjeiras