Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 31 de janeiro de 2010

Petrobrás se expande em várias áreas, dobra sua participação no PIB no governo Lula e já movimenta 10% da economia nacional!


Petrobrás se expande em várias áreas e já movimenta 10% do PIB

Valor de mercado da empresa cresceu 10 vezes, de US$ 18 bi em janeiro de 2002 para US$ 200 bi em dezembro de 2009

Raquel Landim

Às vésperas do Natal, a Petrobrás comprou sua primeira usina de etanol. Um mês antes, adquiriu metade de uma fábrica de biodiesel. No início do ano, aumentou sua participação na Braskem, empresa que acaba de adquirir a Quattor e formar uma das maiores petroquímicas do mundo. Esses são os lances mais recentes da estratégia de crescimento da Petrobrás, traçada pelo governo Lula, que inclui também compras de redes de postos de combustíveis, usinas termoelétricas e construção de pelo menos uma fábrica de fertilizantes.

Com aquisições e investimentos maciços, a Petrobrás aumentou seu peso na economia do País, com ramificações em várias áreas. O valor do que a estatal produz e o impacto de seus investimentos e gastos na economia já representam 10% do Produto Interno Bruto (PIB), quase o dobro de 2002. Com a ajuda da alta dos preços, do aumento da produção e do refino do petróleo, o valor de mercado da Petrobrás cresceu dez vezes, de US$ 18 bilhões em janeiro de 2003 para US$ 200 bilhões em dezembro de 2009. Segundo a consultoria PFC Energy, a estatal é hoje a quarta empresa de petróleo do mundo.

E não vai parar por aqui. A Petrobrás deve ser beneficiada como a única operadora dos campos do pré-sal e vai receber uma capitalização da União equivalente a 5 bilhões de barris de petróleo - o valor da capitalização ainda não está claro, mas deve chegar a dezenas de bilhões de reais. As megarreservas do pré-sal e investimentos que superam US$ 170 bilhões até 2014 devem ampliar a participação da Petrobrás no PIB para 20%, estimam analistas.

ESTRATÉGIA

Por trás da estratégia do governo de "agigantar" a Petrobrás, existem motivações empresariais , econômicas e políticas. Segundo o diretor de abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, os objetivos são aumentar a escala, para reduzir custos e concorrer internacionalmente, e diversificar as operações, para se proteger de crises e variações abruptas de preços. "A lógica é ser uma empresa de energia."

Para o governo, a estatal também funcionaria como um braço de política econômica, reduzindo a importação de insumos do País. Elevar a competitividade da cadeia de petróleo é uma alternativa para concorrer com a China e aliviar o déficit em transações correntes. A expansão da Petrobrás também tem viés ideológico. O governo defende maior participação do Estado na economia e a utilização da estatal como instrumento de política industrial.

PROTESTOS

A estratégia de transformar a Petrobrás em campeã nacional também gera efeitos indesejáveis e protestos. Única fornecedora de matérias-primas como gás natural e nafta, a estatal vive em pé de guerra com os clientes, que reclamam dos preços. Segundo analistas, a verticalização inibe o setor privado e sobrevivem apenas as parceiras da estatal. "Ou você trabalha com a Petrobrás ou não tem oportunidade. É uma estatização", diz o consultor Wagner Freire. Outro problema é que os setores em que a companhia está envolvida ficam sujeitos a alterações de rumo ao sabor das mudanças de governo.

Segundo um empresário que foi cliente da Petrobrás, a estatal "não entra em nenhum negócio para ser coadjuvante". Apesar da quebra do monopólio em 1997, praticamente só a estatal produz e refina petróleo no Brasil. O investimento em refino saltou de US$ 200 milhões em 2003 para US$ 6,5 bilhões em 2009 e mais cinco refinarias devem ser construídas.

A estatal também cresceu na distribuição de combustíveis. Após a compra da Agip e das operações da Ipiranga no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a participação da Petrobrás Distribuidora subiu de 30,2% em 2002 para 38,6% em 2009, com quase 1.700 postos a mais. Segundo fontes do mercado, a estatal teria tentado comprar a Esso, que acabou com a Cosan. "Não dá para entender por que a Petrobrás compra posto de gasolina. As petroleiras estão se desfazendo deles", diz o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires.

Segundo o presidente da Petrobrás Distribuidora, José Lima Neto, a desistência dos grupos internacionais coincidiu com a decisão da BR de consolidar a operação no País. Ele diz que o objetivo da compra da Agip era incorporar a Liquigás e entrar no mercado de gás de cozinha. Hoje a Petrobrás tem a maior rede de venda e distribuição do produto no País, com participação de 22,8%.

Também na área de logística, a Transpetro vai dobrar sua frota até 2014, chegando a 100 embarcações. As encomendas são feitas no Brasil, para revigorar a indústria de estaleiros, e já representam a quinta maior carteira de pedidos de navios petroleiros do mundo. "Ter navio significa soberania, porque o que agrega valor é a logística", disse o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

A estatal quase dobrou sua malha de gasodutos. Hoje são 5.416 quilômetros, comparado com 2.762 quilômetros de 2002. A capacidade de processamento de gás natural da Petrobrás saiu de 4,1 milhões de metros cúbicos por dia em 2002 para 23,3 milhões hoje - alta de 468%.

BRIGA DO GÁS

Uma das maiores brigas da estatal é com os clientes do gás. As distribuidoras reclamam que os preços não refletem só o mercado externo, mas também a necessidade de caixa da Petrobrás para financiar investimentos em dutos. E que a falta de garantia no fornecimento atrapalha seus planos. A prioridade do governo no gás é atender as termoelétricas, outro setor que a Petrobrás hoje joga pesado.

O apagão de energia de 2001 provocou um boom de investimentos privados no setor, mas uma mudança da lei no ano seguinte permitiu que estatal fosse às compras. Em 2002, ela tinha três termoelétricas. Hoje possui 14 térmicas a gás natural e 12 a óleo. Algumas das usinas ganharam nomes de ícones da esquerda, como Luiz Carlos Prestes e Leonel Brizola. Somando as 14 pequenas centrais hidrelétricas e uma usina eólica, a Petrobrás tem a oitava maior capacidade de produção de energia elétrica do País.

O aumento do poder na petroquímica é o passo mais novo. A estatal também vai dobrar a capacidade de produzir fertilizantes com uma nova fábrica. Ela já foi dona da Fosfértil, que funcionava como uma política agrícola, pois garantia insumo barato aos produtores, mesmo quando os preços subiam lá fora. Antes da quebra do monopólio, a estatal era chamada de "Petrossauro" pelo economista Roberto Campos. Será que dessa vez vai funcionar?

Link:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100131/not_imp504139,0.php

Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB-SP, fez parte da ALN e participou da Resistência armada contra a Ditadura Militar mas os tucanos não sabem disso!


Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB-SP, fez parte da ALN e participou da Resistência armada contra a Ditadura Militar mas os tucanos não sabem disso! - por Marcos Doniseti!

No blog do Nassif, um leitor do mesmo, um direitista, fez a seguinte pergunta para a ministra Dilma Rousseff:

"o quê a senhora organizava na var-palmares, jantares, bailes ou sequestros e assaltos?" rebolla

Abaixo, publico a minha resposta para o mesmo:


R - A Dilma ajudava a organizar ações de resistência armada contra uma Ditadura Militar ilegítima, terrorista, desonesta, corrupta, assassina, genocida e criminosa que jogou as leis e a Constituição do pais na lata de lixo. Esta era uma Ditadura tão criminosa que não respeitava as Leis que ela mesma fazia, como ocorreu no caso da sucessão do Costa e Silva. Pela Constituição da época, o Vice-Presidente, Pedro Aleixo, mas foi impedido pelos militares pois ele era um civil e havia se recusado a assinar a decretação do AI-5.

A Ditadura Militar destruiu com todas as liberdades e direitos da população, impedindo que esta lutasse pacificamente pela restituição dos seus direitos e liberdades, bem como pelo retorno da Democracia ao país. Assim, a única maneira que sobrou para continuar lutando contra a Ditadura foi através de atos de Resistência Armada. Qualquer pessoa que estudou um pouco sobre a história do Brasil deste período sabe disso. Menos você, é claro, coitado...

E você deveria fazer esta mesma pergunta ao Aloysio Nunes Ferreira, secretário da Casa Civil do governo Serra, que é o preferido deste para ser o candidato tucano ao governo do estado de SP e que é um membro antigo do PSDB.

Aluisio também fez parte, tal como Dilma, de um grupo de resistência armada que lutou contra a Ditadura assassina e corrupta, que foi a ALN (Ação Libertadora Nacional) liderada pelo Marighella. Mas, os tucanos demonstram, claramente, que desconhecem este fato. Aliás, eles também desconhecem que, na época, FHC, Serra e Mário Covas também sofreram perseguições por parte da Ditadura Militat.

Manda essa pergunta para o Aloysio, só para ver o que ele responde, vai! Daí, você publica a resposta que ele te enviou aqui no blog, ok??

Estaremos aguardando.

Veja porque os tucanos reclamam da pesquisa Vox Populi, mas nada dizem sobre as pesquisas do Datafolha!!

Alguns blogueiros tucanos estão dizendo que a mais recente pesquisa Vox Populi sobre a eleição presidencial teria sido feita de maneira a beneficiar a candidata Dilma Rousseff, afirmando que as cidades escolhidas para entrevistar os eleitores seriam redutos petistas ou lulistas.

Mas, quando se trata de pesquisas feitas por institutos, como o Datafolha, que sempre mostram resultados bastante favoráveis ao candidato José Serra, os tucanos nunca reclamam, apesar do fato de que a escolha do local em que os eleitores são entrevistados também é altamente benéfica para o candidato José Serra.

Querem a prova do que eu digo? Então, lá vai:

Pesquisa Datafolha de Agosto de 2009 entrevistou 4100 eleitores e 2052 (50%, portanto) eram paulistas! Você sabia disso?


Em Agosto de 2009 tivemos uma pesquisa presidencial feita pelo Datafolha e que entrevistou 4100 eleitores em todo o país.

Exatamente a metade dos entrevistados (2052 entrevistados), eram paulistas.

Dos 4100 entrevistados pelo Datafolha, 1092 (26,6%) eram eleitores da CIDADE de São Paulo. Provavelmente, a metade destes eleitores paulistanos devem ter sido pesquisados nos diretórios do DEM e do PSDB e a outra metade em bairros como Moema, Jardim Paulista, Morumbi e Pinheiros, onde os tucanos sempre conseguem cerca de 80% a 90% dos votos válidos em todas as eleições…

Ora, a capital paulista tem 11 milhões de habitantes, o que representa 5,7% da população nacional. Então, porque 26,6% dos eleitores pesquisados pelo Datafolha eram paulistanos?

O estado de São Paulo, por sua vez, tem 41 milhões de habitantes, o que representa 21,4% do total nacional, mas 50% dos eleitores pesquisados pelo Datafolha eram paulistas.

Apesar de tudo isso, não me lembro de ter visto nenhuma crítica à pesquisa Datafolha de Agosto de 2009 por parte de tucanos e simpatizantes de José Serra… Por que será, hein? Será porque os resultados eram favoráveis à Serra, que apareceu com 37% na pesquisa, contra apenas 16% de Dilma e 15% de Ciro?

Está explicado…

Todos estes dados da pesquisa Datafolha de Agosto de 2009 podem ser confirmados aqui:

http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha/tabs/intvoto_pres_17082009_tb2.pdf

Link tucano que ataca a pesquisa Vox Populi

http://coturnonoturno.blogspot.com/2010/01/denuncia-como-montar-uma-pesquisa.html

sábado, 30 de janeiro de 2010

Sistema financeiro e Grande Mídia pressionam por aumento de juros e Meirelles responde dizendo que política econômica não mudará!!


Meirelles descarta mudança drástica na política econômica


da Agência Brasil, em Davos e Brasília

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira que acha normal uma certa apreensão dos investidores diante do ano eleitoral. Mas ele minimizou a situação e afirmou que não existe espaço político para uma mudança drástica de política econômica. Meirelles está em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial.

"Não há duvida de que existe sempre uma preocupação. É normal, em qualquer país do mundo, pois sempre se discute o que o próximo governo vai fazer e se vai manter ou não", afirmou.

Citando dados apresentados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participa do mesmo encontro, Meirelles lembrou que existe no país austeridade monetária, responsabilidade fiscal e programas sociais que ajudaram a criar uma base para aumento do consumo no país.

"Tudo isso fez com que hoje boa parte da aprovação do governo tenha se dado pelo aumento da renda, pela preservação do poder de compra pela inflação baixa, do aumento da classe média, da criação de empregos formais", afirmou.

No entender do presidente do BC, não existe mais nenhuma dúvida que o Brasil tem crescido com estabilidade. "Hoje, não existe mais esse lema, que existia no Brasil entre estabilidade e crescimento. Temos crescimento com estabilidade e acredito que tenha pouco espaço de mudança do ponto de vista político, inclusive", concluiu.

Indicadores

Segundo ele, os indicadores econômicos mostram um cenário de estabilidade neste ano. Meirelles afirmou que a relação dívida liquida do setor público pelo PIB (Produto Interno Bruto) deve ficar próxima de 40% no final do ano que vem, abaixo dos 43% registrados em 2009. Essa relação superou o nível de 60% nas eleições de 2002, causando grande turbulência na época.

O presidente do BC acrescentou não ter dúvidas de que a meta de superávit primário de 3,3% do PIB prevista para este ano será cumprida. Essa é a economia feita para pagar os juros da dívida pública e estabilizar a relação dívida/PIB.

"Com um superávit primário de 3,3% do PIB, a nossa projeção é ter uma queda na relação entre a dívida e o PIB em 2010. Assim chegaremos no nível pré-crise internacional, entre 40% e 41% no final de 2011, mantidas todas essas condições", disse. O presidente do BC disse ainda que o processo de redução da dívida pública deve continuar no próximo governo.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u686595.shtml

Exército da Colômbia massacrou 2 mil pessoas e escondeu os seus corpos! Isso é Democracia?


Aparece uma vala comum na Colômbia com 2 mil cadáveres

Os corpos sem identificação foram depositados pelo Exército a partir de 2005

do jornal espanhol Público, sugerido por um leitor anônimo

por Antonio Albiñana, Bogotá, 26/01/2010

No pequeno povoado de Macarena, região de Meta, 200 quilômetros ao sul de Bogotá, uma das zonas mais quentes do conflito colombiano, está sendo descoberta a maior vala comum da história recente da América Latina, com uma cifra de cadáveres enterrados sem identificação, que poderia chegar a 2.000 segundo diversas fontes e os próprios residentes. Desde 2005 o Exército, cujas forças de elite estão baseadas nos arredores, depositou atrás do cemitério local centenas de cadáveres com a ordem para que fossem enterrados sem nome.

Trata-se do maior túmulo de vítimas de um conflito de que se tem notícia no continente. Seria preciso ir ao Holocausto nazista ou à barbárie de Pol Pot no Camboja para encontrar algo desta dimensão.

O jurista Jairo Ramírez é o secretário do Comitê Permanente pela Defesa dos Direitos Humanos na Colômbia e acompanhou uma delegação de parlamentares ingleses ao lugar faz algumas semanas, quando começou a se descobrir a magnitude da cova de Macarena. "O que vimos foi estarrecedor", declarou ao Público. "Infinidade de corpos e na superfície centenas de placas de madeira de cor branca com a incrição NN e com datas desde 2005 até hoje".

Desaparecidos

Ramírez acrescenta: "O comandante do Exército nos disse que eram guerrilheiros, baixas em combate, mas as pessoas da região dizem que são líderes sociais, camponeses e defensores comunitários que desapareceram sem deixar rastro".

Enquanto a Promotoria anuncia investigações "a partir de março", depois das eleições legislativas e presidenciais, uma delegação parlamentar espanhola integrada por Jordi Pedret (PSOE), Inés Sabanés (IU), Francesc Canet (ERC), Joan-Josep Nuet (IC-EU), Carles Campuzano (CiU), Mikel Basabe (Aralar) e Marian Suárez (Eivissa pel Canví) chegou ontem à Colômbia para estudar o caso e fazer um informe para o Congresso e a Eurocâmara. Para investigar a situação da mulher como vítima e os sindicalistas (somente em 2009 foram assassinados 41), também vão trabalhar em outras regiões do país.

Mais de mil covas

O horror de Macarena trouxe de volta o debate sobre a existência de mais de mil covas comuns de cadáveres sem identificar na Colômbia. Até o final do ano passado, os legistas haviam contados cerca de 2.500 cadáveres, dos quais haviam conseguido identificar 600 para entregar os corpos a seus familiares.

A localização destes cemitérios clandestinos foi possível graças a declarações dos chefes de médio escalão dos paramilitares desmobilizados, anistiados pela controvertida Lei de Justiça e Paz que garante a eles pena simbólica em troca da confissão de seus crimes.

A últimas destas declarações foi de John Jairo Rentería, o Betún, que acaba de revelar à Promotoria e aos familiares das vítimas que ele e seus sequazes enterraram "mais ou menos 800 pessoas" na fazenda Villa Sandra, em Porto Asís, região de Putumayo. "Era preciso esquartejar as pessoas. Todas as Autodefesas [grupo paramilitar] tinham que aprender isso e muitas vezes se fazia com as pessoas vivas", confessou o chefe paramilitar ao promotor de Justiça e Paz.

Link:

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/nao-vai-dar-no-jornal-nacional/


Meu comentário sobre a notícia:

Colômbia é uma Ditadura Militar apoiada e sustentada pelos EUA!

E depois ainda existem pessoas que dizem que a Colômbia é uma Democracia... Que piada de mau-gosto! Se isso é uma Democracia, o que seria uma Ditadura, então? O fato é que Uribe não passa de um fantoche dos grandes grupos empresariais colombianos, das Forças Armadas (que promovem todo tipo de massacre e que ficam totalmente impunes, como comprova a notícia acima), dos grupos paramilitares de Extrema-Direita, do governo dos EUA e dos narcotraficantes. Estes são, de fato, os grupos políticos que detém o poder no país.

Aliás, Uribe e sua família sempre foram muito próximos dos narcotraficantes. Seu pai era um grande amigo de Pablo Escobar, fato este que a Grande Mídia internacional ignora por completo.

E Uribe e seus aliados conseguem se sustentar no poder graças à ajuda econômica e militar dos EUA através do 'Plano Colômbia', que fornece, há muitos anos, bilhões de dólares para que o Estado colombiano possa impor a sua política terrorista contra os movimentos sociais organizados do país (todos os anos são assassinados mais de 300 pessoas integrantes destes movimentos sociais e os criminosos sempre ficam impunes) e contra os demais grupos de oposição armada, caso das FARC e do ELN.

Portanto, esta notícia, embora choque, é claro, pela brutalidade extrema do acontecimento, não é nenhuma surpresa para quem sabe qual é a verdadeira natureza do regime colombiano, que é uma Ditadura brutal e uma das mais violentas que já existiram na história da América Latina.

Por que demorou tanto para se divulgar a pesquisa Vox Populi? E porque a Grande Mídia escondeu a pesquisa?


Até agora não vimos nenhuma explicação, nem do Vox Populi e nem da Band, pela demora na divulgação da pesquisa, que foi realizada entre os dias 14 e 17 de Janeiro, mas que somente foi divulgada ontem, dia 29 de Janeiro.

Mas, além dessa demora, o fato concreto é que a Grande Mídia não divulgou a pesquisa. Entre os principais sites (IG, Folha, Estadão, Terra) apenas o IG divulgou e, mesmo assim, de maneira bem tímida. Até matéria sobre Tênis (quem acompanha isso aqui no Brasil depois que o Guga parou de jogar?) recebeu mais destaque na página do IG. É brincadeira? De acordo com o Nassif, as edições impressas da 'Folha' e do 'Estadão' também não noticiaram a pesquisa Vox Populi.

Então, me parece que ocorreu algum tipo de acordo entre a Grande Mídia para esconder essa pesquisa de qualquer maneira, pois os resultados foram totalmente desfavoráveis para o governador de São Paulo.

Bem, essa é mais uma demonstração de que a Grande Imprensa tupiniquim pode ter muitos interesses, mas entre estes não está o de manter a população bem informada.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pesquisas Vox Populi mostram estagnação de Serra e crescimento de Dilma!


O instituto Vox Populi realiza, com uma certa regularidade, pesquisas para a eleição presidencial de 2010.

A pesquisa mais recente do instituto foi divulgada hoje pelo 'Jornal da Band'. Abaixo, publico o resultado da mesma, bem como os resultados de pesquisas anteriores do mesmo instituto. Vamos lá, então:

Vox Populi

1) Pesquisa de Janeiro de 2010:

Serra - 34%;
Dilma - 27%;
Ciro - 11%;
Marina - 6%.

2) Pesquisa de Dezembro de 2009

Serra - 39%;
Dilma - 17%;
Ciro - 13%;
Marina -8%.

3) Pesquisa de Novembro de 2009:

Serra - 36%;
Dilma - 19%;
Ciro - 13%
HH - 6%
Marina - 3%.

4) Pesquisa de Outubro de 2009:

Serra - 40%;
Dilma - 15%;
Ciro - 12%;
Marina - 5%.

5) Pesquisa de Maio de 2009:

Serra - 36%;
Dilma- 19%;
Ciro - 17%;
HH - 8%.

Os resultados mostram que Dilma subiu 8 p.p. entre Maio de 2009 e Janeiro de 2010, enquanto que Serra oscilou 2 p.p. para baixo.

Este conjunto de pesquisas confirmam uma nítida tendência de estagnação de Serra e a subida de Dilma.

Links:

Pesquisa Vox Populi de Maio de 2009:

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/05/22/dilma-avanca-segundo-pesquisa-vox-populi-188731.asp

Pesquisa de Outubro de 2009:

http://www.oliveirawanderley.com.br/2009/11/recente-pesquisa-vox-populi-dilma.html

Pesquisa Vox Populi de Novembro de 2009:

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-sobe-4-pontos-e-serra-perde-4-em-novo-vox-populi,464316,0.htm

Pesquisa de Dezembro de 2009:

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4151133-EI6578,00.html

Íntegra do discurso que o Presidente Lula iria fazer ao receber o prêmio 'Estadista Global' no Fórum Econômico Mundial!


Abaixo, publico a íntegra do discurso que o Presidente Lula iria fazer em Davos onde iria receber o Prêmio 'Estadista Global', que está sendo entregue, pela primeira vez, neste ano de 2010. Vamos lá, então:


“Minhas senhoras e meus senhores,

Em primeiro lugar, agradeço o prêmio “Estadista Global” que vocês estão me concedendo. Nos últimos meses, tenho recebido alguns dos prêmios e títulos mais importantes da minha vida. Com toda sinceridade, sei que não é exatamente a mim que estão premiando – mas ao Brasil e ao esforço do povo brasileiro. Isso me deixa ainda mais feliz e honrado. Recebo este prêmio, portanto, em nome do Brasil e do povo do meu país. Este prêmio nos alegra, mas, especialmente, nos alerta para a grande responsabilidade que temos.

Ele aumenta minha responsabilidade como governante, e a responsabilidade do meu país como ator cada vez mais ativo e presente no cenário mundial. Tenho visto, em várias publicações internacionais, que o Brasil está na moda. Permitam-me dizer que se trata de um termo simpático, porém inapropriado.

O modismo é coisa fugaz, passageira. E o Brasil quer e será ator permanente no cenário do novo mundo. O Brasil, porém, não quer ser um destaque novo em um mundo velho. A voz brasileira quer proclamar, em alto e bom som, que é possível construir um mundo novo. O Brasil quer ajudar a construir este novo mundo, que todos nós sabemos, não apenas é possível, mas dramaticamente necessário, como ficou claro, na recente crise financeira internacional – mesmo para os que não gostam de mudanças.

Meus senhores e minhas senhoras,

O olhar do mundo hoje, para o Brasil, é muito diferente daquele, de sete anos atrás, quando estive pela primeira vez em Davos. Naquela época, sentíamos que o mundo nos olhava mais com dúvida do que esperança. O mundo temia pelo futuro do Brasil, porque não sabia o rumo exato que nosso país tomaria sob a liderança de um operário, sem diploma universitário, nascido politicamente no seio da esquerda sindical. Meu olhar para o mundo, na época, era o contrário do que o mundo tinha para o Brasil. Eu acreditava, que assim como o Brasil estava mudando, o mundo também pudesse mudar.

No meu discurso de 2003, eu disse, aqui em Davos, que o Brasil iria trabalhar para reduzir as disparidades econômicas e sociais, aprofundar a democracia política, garantir as liberdades públicas e promover, ativamente, os direitos humanos. Iria, ao mesmo tempo, lutar para acabar sua dependência das instituições internacionais de crédito e buscar uma inserção mais ativa e soberana na comunidade das nações. Frisei, entre outras coisas, a necessidade de construção de uma nova ordem econômica internacional, mais justa e democrática. E comentei que a construção desta nova ordem não seria apenas um ato de generosidade, mas, principalmente, uma atitude de inteligência política.

Ponderei ainda que a paz não era só um objetivo moral, mas um imperativo de racionalidade. E que não bastava apenas proclamar os valores do humanismo. Era necessário fazer com que eles prevalecessem, verdadeiramente, nas relações entre os países e os povos. Sete anos depois, eu posso olhar nos olhos de cada um de vocês – e, mais que isso, nos olhos do meu povo – e dizer que o Brasil, mesmo com todas as dificuldades, fez a sua parte. Fez o que prometeu. Neste período, 31 milhões de brasileiros entraram na classe média e 20 milhões saíram do estágio de pobreza absoluta. Pagamos toda nossa dívida externa e hoje, em lugar de sermos devedores, somos credores do FMI.

Nossas reservas internacionais pularam de 38 bilhões para cerca de 240 bilhões de dólares. Temos fronteiras com 10 países e não nos envolvemos em um só conflito com nossos vizinhos. Diminuímos, consideravelmente, as agressões ao meio ambiente. Temos e estamos consolidando uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, e estamos caminhando para nos tornar a quinta economia mundial. Posso dizer, com humildade e realismo, que ainda precisamos avançar muito. Mas ninguém pode negar que o Brasil melhorou.

O fato é que Brasil não apenas venceu o desafio de crescer economicamente e incluir socialmente, como provou, aos céticos, que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. Historicamente, quase todos governantes brasileiros governaram apenas para um terço da população. Para eles, o resto era peso, estorvo, carga. Falavam em arrumar a casa. Mas como é possível arrumar um país deixando dois terços de sua população fora dos benefícios do progresso e da civilização?

Alguma casa fica de pé, se o pai e a mãe relegam ao abandono os filhos mais fracos, e concentram toda atenção nos filhos mais fortes e mais bem aquinhoados pela sorte? É claro que não. Uma casa assim será uma casa frágil, dividida pelo ressentimento e pela insegurança, onde os irmãos se vêem como inimigos e não como membros da mesma família. Nós concluímos o contrário: que só havia sentido em governar, se fosse governar para todos. E mostramos que aquilo que, tradicionalmente, era considerado estorvo, era, na verdade, força, reserva, energia para crescer.

Incorporar os mais fracos e os mais necessitados à economia e às políticas públicas não era apenas algo moralmente correto. Era, também, politicamente indispensável e economicamente acertado. Porque só arrumam a casa, o pai e a mãe que olham para todos, não deixam que os mais fortes esbulhem os mais fracos, nem aceitam que os mais fracos conformem-se com a submissão e com a injustiça. Uma casa só é forte quando é de todos – e nela todos encontram abrigo, oportunidades e esperanças.

Por isso, apostamos na ampliação do mercado interno e no aproveitamento de todas as nossas potencialidades. Hoje, há mais Brasil para mais brasileiros. Com isso, fortalecemos a economia, ampliamos a qualidade de vida do nosso povo, reforçamos a democracia, aumentamos nossa auto-estima e amplificamos nossa voz no mundo.

Minhas senhoras e meus senhores,

O que aconteceu com o mundo nos últimos sete anos? Podemos dizer que o mundo, igual ao Brasil, também melhorou? Não faço esta pergunta com soberba. Nem para provocar comparações vantajosas em favor do Brasil. Faço esta pergunta com humildade, como cidadão do mundo, que tem sua parcela de responsabilidade no que sucedeu – e no que possa vir a suceder com a humanidade e com o nosso planeta. Pergunto: podemos dizer que, nos últimos sete anos, o mundo caminhou no rumo da diminuição das desigualdades, das guerras, dos conflitos, das tragédias e da pobreza?

Podemos dizer que caminhou, mais vigorosamente, em direção a um modelo de respeito ao ser humano e ao meio ambiente? Podemos dizer que interrompeu a marcha da insensatez, que tantas vezes parece nos encaminhar para o abismo social, para o abismo ambiental, para o abismo político e para o abismo moral? Posso imaginar a resposta sincera que sai do coração de cada um de vocês, porque sinto a mesma perplexidade e a mesma frustração com o mundo em que vivemos. E nós todos, sem exceção, temos uma parcela de responsabilidade nisso tudo.

Nos últimos anos, continuamos sacudidos por guerras absurdas. Continuamos destruindo o meio-ambiente. Continuamos assistindo, com compaixão hipócrita, a miséria e a morte assumirem proporções dantescas na África. Continuamos vendo, passivamente, aumentar os campos de refugiados pelo mundo afora. E vimos, com susto e medo, mas sem que a lição tenha sido corretamente aprendida, para onde a especulação financeira pode nos levar.

Sim, porque continuam muitos dos terríveis efeitos da crise financeira internacional, e não vemos nenhum sinal, mais concreto, de que esta crise tenha servido para que repensássemos a ordem econômica mundial, seus métodos, sua pobre ética e seus processos anacrônicos.

Pergunto: quantas crises serão necessárias para mudarmos de atitude? Quantas hecatombes financeiras teremos condições de suportar até que decidamos fazer o óbvio e o mais correto? Quantos graus de aquecimento global, quanto degelo, quanto desmatamento e desequilíbrios ecológicos serão necessários para que tomemos a firme decisão de salvar o planeta?

Meus senhores e minhas senhoras,

Vendo os efeitos pavorosos da tragédia do Haiti, também pergunto: quantos Haitis serão necessários para que deixemos de buscar remédios tardios e soluções improvisadas, ao calor do remorso? Todos nós sabemos que a tragédia do Haiti foi causada por dois tipos de terremotos: o que sacudiu Porto Príncipe, no início deste mês, com a força de 30 bombas atômicas, e o outro, lento e silencioso, que vem corroendo suas entranhas há alguns séculos.

Para este outro terremoto, o mundo fechou os olhos e os ouvidos. Como continua de olhos e ouvidos fechados para o terremoto silencioso que destrói comunidades inteiras na África, na Ásia, na Europa Oriental e nos países mais pobres das Américas. Será necessário que o terremoto social traga seu epicentro para as grandes metrópoles européias e norte-americanas para que possamos tomar soluções mais definitivas?

Um antigo presidente brasileiro dizia, do alto de sua aristocrática arrogância, que a questão social era uma questão de polícia. Será que não é isso que, de forma sutil e sofisticada, muitos países ricos dizem até hoje, quando perseguem, reprimem e discriminam os imigrantes, quando insistem num jogo em que tantos perdem e só poucos ganham? Por que não fazermos um jogo em que todos possam ganhar, mesmo que em quantidades diversas, mas que ninguém perca no essencial?

O que existe de impossível nisso? Por que não caminharmos nessa direção, de forma consciente e deliberada e não empurrados por crises, por guerras e por tragédias? Será que a humanidade só pode aprender pelo caminho do sofrimento e do rugir de forças descontroladas? Outro mundo e outro caminho são possíveis. Basta que queiramos. E precisamos fazer isso enquanto é tempo.

Meus senhores e minhas senhoras,

Gostaria de repetir que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. Esta também é uma das melhores receitas para a paz. E aprendemos, no ano passado, que é também um poderoso escudo contra crise. Esta lição que o Brasil aprendeu, vale para qualquer parte do mundo, rica ou pobre. Isso significa ampliar oportunidades, aumentar a produtividade, ampliar mercado e fortalecer a economia. Isso significa mudar as mentalidades e as relações. Isso significa criar fábricas de emprego e de cidadania.

Só fomos bem sucedidos nessas tarefas porque recuperamos o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e não nos deixamos aprisionar em armadilhas teóricas – ou políticas – equivocadas sobre o verdadeiro papel do estado. Nos últimos sete anos, o Brasil criou quase 12 milhões de empregos formais. Em 2009, quando a maioria dos países viu diminuir os postos de trabalhos, tivemos um saldo positivo de cerca de um milhão de novos empregos.

O Brasil foi um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a sair. Por que? Porque tínhamos reorganizado a economia com fundamentos sólidos, com base no crescimento, na estabilidade, na produtividade, num sistema financeiro saudável, no acesso ao crédito e na inclusão social. E quando os efeitos da crise começaram a nos alcançar, reforçamos, sem titubear, os fundamentos do nosso modelo e demos ênfase à ampliação do crédito, à redução de impostos e ao estímulo do consumo.

Na crise ficou provado, mais uma vez, que são os pequenos que estão construindo a economia de gigante do Brasil. Este talvez seja o principal motivo do sucesso do Brasil: acreditar e apoiar o povo, os mais fracos e os pequenos. Na verdade, não estamos inventando a roda. Foi com esta força motriz que Roosevelt recuperou a economia americana depois da grande crise de 1929. E foi com ela que o Brasil venceu preventivamente a última crise internacional.

Mas, nos últimos sete anos, nunca agimos de forma improvisada. A gente sabia para onde queria caminhar. Organizamos a economia sem bravatas e sem sustos, mas com um foco muito claro: crescer com estabilidade e com inclusão. Implantamos o maior programa de transferência de renda do mundo, o Bolsa Família, que hoje beneficia mais de 12 milhões de famílias. E lançamos, ao mesmo tempo, o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, maior conjunto de obras simultâneas nas áreas de infra-estrutura e logística da história do país, no qual já foram investidos 213 bilhões de dólares e que alcançará, no final do ano de 2010, um montante de 343 bilhões.

Volto ao ponto central: estivemos sempre atentos às politicas macro-econômicas, mas jamais nos limitamos às grandes linhas. Tivemos a obsessão de destravar a máquina da economia, sempre olhando para os mais necessitados, aumentando o poder de compra e o acesso ao crédito da maioria dos brasileiros. Criamos, por exemplo, grandes programas de infra-estrutura social voltados exclusivamente para as camadas mais pobres. É o caso do programa Luz para Todos, que levou energia elétrica, no campo, para 12 milhões de pessoas e se mostrou um grande propulsor de bem estar e um forte ativador da economia.

Por exemplo: para levar energia elétrica a 2 milhões e 200 mil residências rurais, utilizamos 906 mil quilômetros de cabo, o suficiente para dar 21 voltas em torno do planeta Terra. Em contrapartida, estas famílias que passaram a ter energia elétrica em suas casas, compraram 1,5 milhão de televisores, 1,4 milhão de geladeiras e quantidades enormes de outros equipamentos.

As diversas linhas de microcrédito que criamos, seja para a produção, seja para o consumo, tiveram igualmente grande efeito multiplicador. E ensinaram aos capitalistas brasileiros que não existe capitalismo sem crédito. Para que vocês tenham uma idéia, apenas com a modalidade de “crédito consignado”, que tem como garantia o contracheque dos trabalhadores e aposentados, chegamos a fazer girar na economia mais 100 bilhões de reais por mês. As pessoas tomam empréstimos de 50 dólares, 80 dólares para comprar roupas, material escolar, etc, e isto ajuda ativar profundamente a economia.

Minhas senhoras e meus senhores,

Os desafios enfrentados, agora, pelo mundo são muito maiores do que os enfrentados pelo Brasil. Com mudanças de prioridades e rearranjos de modelos, o governo brasileiro está conseguindo impor um novo ritmo de desenvolvimento ao nosso país. O mundo, porém, necessita de mudanças mais profundas e mais complexas. E elas ficarão ainda mais difíceis quanto mais tempo deixarmos passar e quanto mais oportunidades jogarmos fora. O encontro do clima, em Copenhague, é um exemplo disso. Ali a humanidade perdeu uma grande oportunidade de avançar, com rapidez, em defesa do meio-ambiente.

Por isso cobramos que cheguemos com o espírito desarmado, no próximo encontro, no México, e que encontremos saídas concretas para o grave problema do aquecimento global. A crise financeira também mostrou que é preciso uma mudança profunda na ordem econômica, que privilegie a produção e não a especulação. Um modelo, como todos sabem, onde o sistema financeiro esteja a serviço do setor produtivo e onde haja regulações claras para evitar riscos absurdos e excessivos.

Mas tudo isso são sintomas de uma crise mais profunda, e da necessidade de o mundo encontrar um novo caminho, livre dos velhos modelos e das velhas ideologias. É hora de re-inventarmos o mundo e suas instituições. Por que ficarmos atrelados a modelos gestados em tempos e realidades tão diversas das que vivemos? O mundo tem que recuperar sua capacidade de criar e de sonhar. Não podemos retardar soluções que apontam para uma melhor governança mundial, onde governos e nações trabalhem em favor de toda a humanidade.

Precisamos de um novo papel para os governos. E digo que, paradoxalmente, este novo papel é o mais antigo deles: é a recuperação do papel de governar. Nós fomos eleitos para governar e temos que governar. Mas temos que governar com criatividade e justiça. E fazer isso já, antes que seja tarde. Não sou apocalíptico, nem estou anunciando o fim do mundo. Estou lançando um brado de otimismo. E dizendo que, mais que nunca, temos nossos destinos em nossas mãos. E toda vez que mãos humanas misturam sonho, criatividade, amor, coragem e justiça elas conseguem realizar a tarefa divina de construir um novo mundo e uma nova humanidade.

Muito obrigado.”

Pesquisa Vox Populi: Serra 34%; Dilma 27%; Ciro 11%; Marina 6%!


O 'Jornal da Band' finalmente divulgou a 'nova' pesquisa Vox Populi para Presidente e que foi realizada entre os dias 14 e 17 de Janeiro. Os resultados foram:


Cenário 1:

Serra - 34%;
Dilma - 27%;
Ciro - 11%;
Marina - 6%.

Cenário 2:

Serra - 38%;
Dilma - 29%;
Marina - 8%.

Segundo Turno:

Serra - 46% (igual à pesquisa anterior);
Dilma 35% (contra 32% na pesquisa anterior).

Assim, a diferença entre Serra e Dilma está cada vez menor, tanto nas projeções para o primeiro turno, como para o segundo turno.

Outra informação importante que esta pesquisa trouxe é que 30% dos eleitores declararam que votarão com certeza num candidato (a) apoiado (a) pelo Presidente Lula. Isso mostra que qualquer candidato que Lula apoiar estará, no mínimo, no segundo turno da eleição.

E daí o seu apoio pessoal e declarado, bem como uma participação intensa na campanha, poderão ser decisivos num eventual segundo turno.

Porém, essa pesquisa Vox Populi ficou marcada pela demora inexplicável na divulgação dos seus resultados, pois a mesma já estava pronta há 12 dias. Não existe nada que possa justificar tanta demora, assim.

Quanto aos resultados, elas mostram uma tendência já apontada por pesquisas anteriores (tanto do Vox Populi, como de outros institutos) que é a ascensão de Dilma e a estagnação de Serra.

A continuar neste ritmo e, em mais uns 2 ou 3 meses, no máximo, Dilma já deverá estar dividindo a liderança com Serra.

Aliás, o ex-ministro José Dirceu diz exatamente isso, ou seja, que até a Semana Santa Dilma estará empatada com Serra. As pesquisas mais recentes mostram que existe uma grande possibilidade deste cenário se confirmar.

Politica de 'dumping cambial' da China é duramente atacada no Fórum Econômico Mundial! Sarkozy chama política cambial chinesa de 'Injusta e Desonesta'


Política econômica chinesa é alvo de duras críticas em Davos

da France Presse, em Davos (Suíça)

Líderes políticos, diretores de bancos centrais e empresários presentes ao Fórum Econômico Mundial de Davos atacaram nesta quinta-feira a política cambial e comercial da China, questionando sua capacidade de frear um perigoso reaquecimento econômico.

Como resposta, o vice-primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou nesta quinta que seu país está disposto a adotar uma política "mais flexível" em relação ao yuan, artificialmente hiperdesvalorizado em relação ao dólar segundo o Ocidente, mas esclareceu que isto seria em função das "circunstâncias".

"Vamos tornar essas políticas (macroeconômicas e monetárias) mais flexíveis para responder novas circunstâncias", indicou Li.

As autoridades chinesas enfrentam uma tarefa cada vez mais difícil para justificar a atitude de Pequim em relação aos esforços de reativação econômica mundial, ao manter o yuan num nível baixo em relação ao dólar e conservar um excedente comercial gigantesco de US$ 196,1 bilhões em 2009.

Até o presidente francês, Nicolas Sarkozy, fez uma crítica velada à China em seu discurso inaugural no Fórum Econômico Mundial na quarta-feira, afirmando que a manutenção dos desequilíbrios comerciais estava afetando a recuperação depois da crise.

"Os tipos de mudanças são um tema central nestes desequilíbrios. A instabilidade das taxas de câmbio e a superdesvalorização de algumas moedas vai contra o comércio justo e a competição honesta", disse Sarkozy, estrela da abertura de Davos.

O presidente do Banco Central do Kuait, Ibrahim Dabdub, também falou em "persistentes desequilíbrios externos". "De alguma forma temos que frear esta parte dos desequilíbrios. Temos que frear os desequilíbrios entre a China e os Estados Unidos, e entre os exportadores de petróleo do Golfo e os Estados Unidos", declarou.

O bilionário americano George Soros se uniu ao coro de críticas e apelos para que a China permita a apreciação natural de sua moeda. "A questão da reavaliação do renminbi (nome oficial da moeda chinesa) é cada vez mais importante", afirmou Soros, para quem um yuan mais forte seria "bom para a China e para o resto do mundo".

Soros também se disse cético quando à capacidade da China de vencer a formação de bolhas especulativas em sua economia. "O júri está debatendo", comparou, referindo-se aos esforços de Pequim para conter os altos preços imobiliários e os créditos. Este tema será "um grande teste para o governo chinês", acrescentou.

A economia chinesa vem crescendo a ritmo fenomenal (10,9% do PIB no quarto trimestre de 2009), mas o aumento dos preços imobiliários e dos títulos financeiros despertou temores inflacionários que já forçaram o governo a cortar o crédito bancário para frear o consumo excessivo.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u686215.shtml

Economia dos EUA voltou a crescer e o pior momento para o governo Obama já passou!


Obama e o discurso do ‘Estado da União’!

O discurso do 'Estado da União' feito por Barack Obama nesta semana mostrou que o seu governo está, neste momento, inteiramente voltado para a superação da gravíssima crise econômica (a de maior intensidade a atingir o país desde a Grande Depressão dos anos 1930) que atingiu os EUA a partir de meados de 2008, na reta final do catastrófico governo neofascista de George Bush.

É bom esclarecer que, nos EUA, os neofascistas se autodenominam de 'neocons', pois é inviável politicamente o uso da expressão 'neofascista' num país que lutou contra o Nazi-Fascismo na Segunda Guerra Mundial.

Entendo que Obama já percebeu que somente terá condições de promover mudanças mais significativas na política externa, e mesmo interna, dos EUA se, antes, conseguir se fortalecer internamente.

E para isso ele precisa, urgentemente, recuperar a economia do país, fazendo com que ela volte a crescer e, mais importante ainda, que a mesma crie milhões de novos empregos e que isso provoque uma sensível diminuição da taxa de desemprego.

E se esta diminuição do desemprego começar a ocorrer ainda em 2010, o aumento da popularidade de Obama e o seu fortalecimento político serão inevitáveis. Com isso, estará aberto o caminho para a recuperação do Partido Democrata nas próximas eleições e, mais ainda, na eleição presidencial de 2010.

Caso realmente a economia dos EUA entre numa trajetória de crescimento sustentável (e os dados do crescimento econômico do segundo semestre de 2009 apontam para isso) e que dure vários anos, Obama não deverá ter maiores dificuldades para se reeleger.

Mantida a trajetória de crescimento econômico pelos próximos anos, então Obama já é o franco favorito para vencer a eleição presidencial no final de 2012.

Aliás, aposto com quem quiser que Obama será reeleito desde que, é claro, mantenha a economia crescendo e reduza substancialmente o desemprego no país até 2012.

É bom não esquecer que, nos EUA, somente se considera que a economia saiu de uma crise quando a taxa de desemprego começa a diminuir. E para gerar novos empregos Obama precisará estimular a economia com novas medidas. E neste aspecto ele tem duas grandes vantagens:

1) A economia dos EUA já voltou a crescer, como mostram os dados relativos ao3o. e ao 4o. trimestres de 2009. A taxa anual do PIB ficou negativa em 2009 (em 2,4%) devido aos péssimos números dos primeiros meses do ano, que foram ruins porque os efeitos do pacote de estímulo adotado pelo governo de Obama, no valor de US$ 787 Bilhões, ainda não tinham começado a se fazer sentir pela economia do país.

Mas, quando os efeitos do pacote de estímulo econômico começaram a aparecer, a economia dos EUA voltou a crescer. E o crescimento econômico em dois trimestres consecutivos confirma isso.

Assim, mesmo com um crescimento negativo na soma de todo o ano, o fato concreto é que quando se leva em consideração os números do 2º. Semestre de 2009, os mesmos já demonstram que a economia do país voltou a crescer.

O PIB dos EUA cresceu 2,2% no 3º. Trimestre e mais 5,7% no 4º. Trimestre de 2009 (obs: são taxas anualizadas e não trimestrais). E o FMI já elevou a sua projeção de crescimento econômico dos EUA, para 2010, de 1,5% para 2,7%.

A prioridade de Obama, agora, é manter a trajetória de crescimento econômico e diminuir a taxa de desemprego, que é muito alta, estando em 10% no momento. Quando isso começar a acontecer, a popularidade de Obama irá disparar novamente.

Quem viver, verá.

2) A outra vantagem de Obama é que o pacote de US$ 787 bilhões ainda não foi inteiramente utilizado. Restam ainda cerca de US$ 550 bilhões do pacote que podem vir a ser usados para estímulos econômicos que gerem novos empregos. Assim, cerca de 70% do valor do pacote de estímulo ainda pode ser emprego no apoio à economia, o que poderá gerar alguns milhões de novos empregos no país.

Aliás, Obama já anunciou medidas neste sentido, como o apoio para as pequenas empresas do país (no valor de US$ 30 bilhões, que será financiado com a devolução dinheiro recebido pelos bancos do país no ano passado) e novos investimentos públicos em infra-estrutura e em energia renovável.

Assim, caso a crise volte ou o crescimento econômico que já se iniciou não seja suficiente para gerar novos empregos, Obama terá bastante dinheiro para aplicar na economia a fim de estimular novamente o crescimento e criar tais postos de trabalho.

Portanto, tudo indica que a crise econômica ficou para trás e isso irá gerar inevitáveis benefícios políticos para o governo Obama e para o Partido Democrata e não duvido que isso aconteça já nas eleições que serão realizadas em 2010.

Desta maneira, quando a economia do país começar a gerar novos empregos daí, sim, Obama estará fortalecido politicamente e terá condições de, caso assim o deseje, modificar importantes aspectos da política externa dos EUA e, também, da política interna, colocando em prática, o seu projeto original de governo.

Até lá, o provável é que Obama continue numa linha política moderada, centrista, mas levando adiante projetos que são fundamentais para a sua agenda política original, como a reforma do sistema de saúde.

Logo, este período de inicial do governo Obama teria sido um momento de transição no qual a prioridade era superar a crise econômica, deixando os demais aspectos em segundo plano. Com o fim da crise, Obama voltará as suas atenções para a adoção do seu programa original de reformas, tanto em termos de política interna, como em termos de política externa.

Que assim seja.


Obs: Vejam a notícia abaixo, que mostra a boa repercussão dos dados relativos ao crescimento econômico dos EUA no 4o. trimestre de 2009. Notem que a notícia diz que o crescimento foi muito maior do que os economistas previam. Em vez de um crescimento de 4,6%, tivemos um crescimento de 5,7%. Realmente, os economistas não acertam uma previsão, com algumas raras e honrosas exceções.

Bolsas em NY sobem com avanço trimestral acima do previsto no PIB dos EUA

da Folha Online

As Bolsas americanas operam em alta nesta sexta-feira, com o desempenho positivo da economia americana no quarto trimestre de 2009 --uma expansão de 5,7% (dado anualizado), ritmo mais rápido desde o terceiro trimestre de 2003. O dado referente a 2009 como um todo --queda de 2,4%, pior resultado desde 1946-- foi deixado de lado.

Às 13h56 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em alta de 0,66% no índice Dow Jones Industrial Average, que subia para 10.184,24 pontos, enquanto o S&P 500 subia 0,58%, para 1.090,84 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em alta de 0,48%, indo para 2.189,39 pontos.

A expectativa dos economistas para o trimestre passado era de uma expansão de 4,6%.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u686543.shtml

Obama propõe US$ 30 bilhões para pequenas empresas

http://www.estadao.com.br/noticias/economia,obama-propoe-us-30-bilhoes-para-pequenas-empresas,502699,0.htm

Confiança do consumidor nos EUA atinge maior nível em dois anos

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u686582.shtml

Governo Obama comemora a volta do crescimento econômico!


Governo dos EUA vê PIB como "melhor notícia" desde explosão da crise

da Folha Online

O governo dos Estados Unidos considerou muito positivo os dados de crescimento do país apresentados nesta sexta-feira, que mostraram um avanço de 5,7% no quarto trimestre do ano passado na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O informe sobre o Produto Interno Bruto de hoje é a notícia mais positiva até agora sobre a economia", disse Christina Romer, principal assessora econômica do presidente americano, Barack Obama, em comunicado.

"A mudança desde o primeiro trimestre de 2009, quando o PIB caiu 6,4% em ritmo anual, é realmente extraordinário", insistiu a assessora.

Segundo o Departamento de Comércio, o crescimento do quarto trimestre é o mais alto desde o terceiro trimestre de 2003. Além disso, veio muito acima do esperado pelos analistas de mercado, que apostavam em uma alta de 4,7%.

Apesar da alta inesperada, o PIB americano no ano de 2009 caiu 2,4%. Trata-se do pior resultado desde 1946 --quando a queda foi de 10,9%.

O avanço no trimestre passado refletiu as contribuições positivas dos investimentos em estoques, das exportações e dos gastos do consumidor. Os gastos dos consumidores aumentaram 2% no trimestre passado, menos que no trimestre imediatamente anterior (alta de 2,8%). Os gastos com bens duráveis (com durabilidade mínima prevista de três) caíram 0,9%, contra uma alta de 20,4% no período imediatamente anterior. Com bens não duráveis (como alimentos e vestuário) os gastos aumentaram 4,3%, acima do 1,5% visto três meses antes. Os gastos com serviços cresceram 1,7%, após leve alta de 0,8% entre julho e setembro.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u686531.shtml

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Taleban venceu a Guerra: EUA e OTAN decidem se retirar do Afeganistão!


Em conferência, líderes estabelecem prazo de saída do Afeganistão

da Folha Online

Líderes mundiais que participaram da conferência sobre o Afeganistão nesta quinta-feira estabeleceram um prazo para a entrega da manutenção da segurança às forças afegãs. A transição de responsabilidade deve ter início no fim de 2010, ou em 2011.

Em um comunicado final, os líderes também prometeram disponibilizar fundos para um plano de persuasão para que militantes Taleban abram mão da violência --sem revelar as cifras.

Na reunião, ficou acertado que o processo terá início nas Províncias mais pacíficas "no final de 2010 ou início de 2011", com a expectativa de que o Exército Nacional Afegão "conduza a maior parte das operações em áreas inseguras do Afeganistão em um prazo de três anos".

A conferência foi organizada para ajudar líderes mundiais a traçar uma estratégia para o Afeganistão, em meio ao aumento das baixas americanas e da Otan, e à queda do apoio popular. Os líderes de cerca de 70 nações se disseram satisfeitos com a promessa de Karzai de combater a corrupção no país.

O texto diz ainda que o encontro "foi um passo decisivo para a melhoria na capacidade afegã de garantir a segurança, estabilizar e desenvolver o Afeganistão".

No entanto, Karzai disse esperar que as tropas estrangeiras fiquem no país por mais alguns anos. "No que diz respeito ao treinamento e equipamento das forças de segurança estrangeiras, entre cinco a dez anos serão suficientes", disse Karzai à rede britânica BBC.

"Com relação a sustentar isso enquanto o Afeganistão seja capaz de treinar e equipar as forças locais, acredito que entre dez e 15 anos serão suficientes", acrescentou.

Taleban

Também nesta quinta-feira, um porta-voz de Karzai anunciou que irá convidar dirigentes do Taleban para uma reunião de líderes tribais. Ele também pedirá a ajuda da Arábia Saudita.

Segundo um porta-voz, o Taleban será convidado a participar de um tradicional conselho de paz que deverá ocorrer neste ano.

"Nós precisamos incluir todos os nossos cidadãos, principalmente os irmãos que estão desiludidos mas que não fazem parte de redes terroristas, que aceitam nossa Constituição".

Governos ocidentais negam ter a intenção de ter conversas diretas com líderes do Taleban. Tais lideranças também ressaltam que os afegãos devem liderar o processo de reconciliação.
Os EUA reforçam que, para serem incluídos em um acordo político, insurgentes devem cortar todos os laços com a Al Qaeda, renunciar à violência e respeitar a Constituição afegã.

Karzai também pediu a assistência da Arábia Saudita nos esforços de paz. "Esperamos que sua majestade o rei Abdullah bin Abdul Aziz desempenhe um papel importante e nos guie no processo de paz", disse ele.

Paquistão

Segundo Karzai, o Afeganistão precisa do apoio de seus vizinhos --principalmente o Paquistão-- para garantir a paz.

Os EUA dizem que o líder taleban Mullah Muhammed Omar e outros líderes insurgentes estão no Paquistão -- acusação negada pelo governo de Islamabad.

O Paquistão -- que ao lado da Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos é um dos únicos três países que reconheciam o governo Taleban, derrubado pelos EUA em 2001-- é visto como um forte candidato à mediador das conversas com a milícia radical.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u685987.shtml



Meu comentário:

Traduzindo a notícia: O mundo irá negar, mas o Taleban venceu a guerra. Assim, os EUA serão mais uma superpotência mundial a ser derrotada pelos afegãos. Nos anos 1980 foi a vez da URSS, que guerreou lá também por cerca de 10 anos (1979/1989). Agora, foi a vez dos EUA. Isso mostra que há limites para os poderes de uma superpotência e que a mesma pode ser derrotada militarmente. Esta é a segunda grande derrota militar dos EUA em sua história. A primeira derrota, é claro, foi a da 'Guerra do Vietnã'.

O curioso é que se a saída das tropas dos EUA e da OTAN do Afeganistão se completar em 2011, a guerra terá durado 10 anos, que foi praticamente o mesmo período de tempo que durou a 'Guerra do Vietnã' (1964-1975) e a Guerra do Afeganistão promovida pela URSS (1979/1989).

Azenha: O avanço da 'Direita Revolucionária' (obs: ou seria Reacionária??)!!


Os fundamentalistas cristãos e islâmicos!


No seu blog, o 'Viomundo', Luiz Carlos Azenha publicou um ótimo texto a respeito do fortalecimento, nos EUA, dos chamados 'fundamentalistas cristãos' e dos 'neocons'. Num dos trechos do texto, Azenha afirmou o seguinte:

"Curiosamente, o fracasso da democracia liberal em dar resposta às demandas da grande maioria da população também criou um caldo de cultura em que vicejam os milenaristas da direita religiosa, aqueles que acreditam que é preciso mais Deus, não menos, em nosso cotidiano, aqueles que acreditam que o estado laico fracassou justamente por ser laico, que crises econômicas, políticas e terremotos são resultado da falta de fé."

Abaixo, publico o meu comentário a respeito deste trecho do texto do Azenha:


O curioso é que o radicalismo islâmico vê as coisas da mesma maneira. Os radicais islâmicos, como Bin Laden e cia., dizem que a Civilização muçulmana decaiu e passou a ser dominada pelo Ocidente porque eles, muçulmanos, abandonaram os ensinamentos do Islamismo e deixaram de viver como os primeiros muçulmanos viviam.

Daí, eles buscam no Corão as respostas e as soluções para tudo, da mesma maneira que os fundamentalistas cristãos do tipo George Bush procuram na Bíblia as respostas e as soluções para os problemas atuais dos EUA, que vivem, claramente, um processo de decadência.

Afinal, que raio de superpotência é essa que não consegue fazer a sua economia (a não ser na base do endividamento e da especulação financeira) nem gerar empregos e tampouco derrotar países fracos e miseráveis e praticamente sem Estado ou Lei como são o Iraque e o Afeganistão?

Se os EUA não conseguem derrotar o Iraque e o Afeganistão, irá derrotar quem? A Rússia, a China e a Índia, que são potências nucleares, principalmente a primeira? Sem chance.

Da mesma maneira que os fundamentalistas islâmicos fracassaram em tirar
a Civilização e as nações muçulmanas da crise enfrentada pelas mesmas, os fundamentalistas cristãos fracassarão na busca de soluções bíblicas para os problemas dos EUA.

Problemas como a perda de competitividade da economia, desemprego crescente, transferência de linhas de produção para o exterior, salários reais em queda, aumento da pobreza, especulação financeira desenfreada e irracional, guerras estúpidas, gastos militares excessivos, déficit público e externo gigantescos, aumento da concentração de renda e das desigualdades sociais, não se resolvem lendo a Bíblia. Estes são problemas terrenos e exigem soluções terrenas.


Link:

http://www.viomundo.com.br/opiniao/o-excitamento-da-direita-revolucionaria/

Serra x Kassab ou Maluf X Pitta: A repetição do mesmo filme!


O Nassif publicou um comentário interessante no seu blog a respeito de uma possível disputa política que estaria sendo travada, nos bastidores, entre Serra e Kassab. Nassif se questiona o que poderia estar acontecendo. Abaixo, publico o texto do Nassif e, na sequência, o meu comentário a respeito:


Por que Kassab se tornou a Geni da vez?

por Luis Nassif

Kassab virou a Geni do momento. Faltam informações maiores para entender o que se passa.

Um ponto é claro, o desgaste com o esquema Serra na prefeitura. Serra saiu mas deixou o secretariado intocado. Houve problemas sérios com Andrea Matarazzo – foi afastado de sua função e sua secretaria submetida a uma auditoria.

No evento de premiação do Lula e do Serra em São Paulo, o presidente fez uma defesa de Kassab típica da raposa que percebeu estremecimentos na relação com o governador. Na prefeitura, há um tiroteio subterrâneo entre as duas equipes, a de Serra e a de Kassab.

Agora, há informações de que as relações políticas subiram à cabeça da subprefeita da Lapa, a Soninha. Ambos – Kassab e ela – não se conversam. Soninha critica o prefeito em todas as oportunidades, ecoando, de certo modo, o que ouve do governador José Serra.

Como poder um prefeito governar sem ter ascendência sequer sobre uma subprefeita? Até que ponto a manutenção do esquema Serra na prefeitura manietou a ação de Kassab? Ou, ao contrário, até que ponto impediu que a gestão Kassab afundasse mais ainda?

Em suma, algo me diz que esse tiroteio em cima de Kassab está fundado em premissas ainda não suficientemente divulgadas. E Kassab está indo para a degola sem direito a se defender.


Meu comentário sobre o texto do Nassif:


Serra x Kassab ou Maluf X Pitta: A repetição do mesmo filme!

Kassab foi o 'Pitta' que Serra inventou para poder continuar mandando na capital paulista. Nada além disso.

Mas, como alguém que é prefeito da maior cidade da América do Sul e que comanda o 3o. maior orçamento do Brasil pode se submeter a um papel tão pequeno?

No mandato anterior, Kassab não tinha muito o que fazer pois era apenas o vice de Serra e que herdou a prefeitura deste.

Agora, não... Kassab foi eleito. O mandato é dele. E daí Kassab começou a querer 'bater as asas' e sair da sombra de Serra, tentando até viabilizar a sua candidatura para o governo do estado, que Serra vetou. Kassab tentou lançar 'carreira solo' e Serra o abateu em pleno 'vôo inicial'.

Assim, Serra bloqueou a ascensão de Kassab e, provavelmente, junto com a Grande Imprensa paulista, que ele controla, Serra começou a dinamitar a liderança de Kassab, culpando-o pelas enchentes e procurando se distanciar do cada vez mais impopular prefeito paulistano.

A questão é: Kassab irá se deixar enquadrar por Serra, voltando à insignificância política que o caracterizava antes de ser Prefeito, ou romperá com Serra, tentando levantar vôo próprio e tentará se transformar numa liderança política independente??

Aguardemos os próximos episódios desta disputa para se concluir alguma coisa.

Link:

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/01/28/por-que-kassab-se-tornou-a-geni-da-vez/

BNDES desembolsa R$ 137 bi em 2009 e bate recorde!


BNDES desembolsa R$ 137 bi em 2009 e bate recorde

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) bateram recorde em 2009 ao atingirem R$ 137,4 bilhões, um crescimento de 49% sobre 2008.

O banco teve papel relevante durante a crise financeira internacional para minimizar a falta de crédito do mercado interno.

"A economia brasileira já está crescendo, viramos a página da crise. A discussão agora é o ritmo que teremos em 2010 e 2011 (da economia)", disse o presidente do banco, Luciano Coutinho.

No ano passado, as consultas sobre financiamentos e os enquadramentos para concessão de crédito cresceram 27% e 22%, respectivamente, em relação a 2008, e totalizaram R$ 223,9 bilhões e R$ 190,1 bilhões.

Segundo Coutinho esses dados sinalizam para fortalecimento da economia este ano.

Link:

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001281512_RTR_1264691125nN28243655

Renda do trabalhador avança 14,3% acima da Inflação em 7 anos e registra recorde em 2009!


Renda do trabalhador avança 14,3% em 7 anos e registra recorde em 2009

O rendimento do trabalhador cresceu 14,3% nos últimos sete anos, o equivalente a R$ 168,43 médios, nas seis regiões metropolitanas -- Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo -- pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Houve avanço em todos os locais na média de 2003 a 2009, especialmente em Belo Horizonte (19,2%), Rio de Janeiro (19,2%) e Salvador (19,1%).

Em 2009, o rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.350,33, maior patamar da série, desde 2003. Em São Paulo, os trabalhadores receberam R$ 1.502,06 médios, a maior do país. Em relação a 2003, os trabalhadores paulistas tiveram ganho de 12,6% em seus rendimentos.

Por outro lado, em Recife os trabalhadores tiveram rendimento médio de R$ 895,90 em 2009, o menor entre as regiões avaliadas dentro da PME (Pesquisa Mensal de Emprego). Na região metropolitana da capital pernambucana, foi observada também a menor variação em relação a 2003. Os empregados daquela região obtiveram ganho de 5,6% nos últimos sete anos.

Os trabalhadores sem carteira assinada apresentaram alta de 18,8% na renda média, de 2003 a 2009. Os empregados com carteira tiveram aumento menos expressivo, de 7,3%; militares ou funcionários público estatutários obtiveram aumento de 22,5%, e trabalhadores por conta própria ganharam 21,1% a mais do que em 2003.

Serviços domésticos

Entre os grupamentos de atividade, os serviços domésticos apresentaram ganho de 26,8% nos últimos sete anos, impulsionado pelos aumentos do salário mínimo. Já na indústria extrativa e de transformação, a elevação no rendimento foi de 15,8% de 2003 a 2009.

As mulheres tiveram, em 2009, rendimento médio de R$ 1.097,93, o equivalente a 72,3% dos R$ 1.518,31 recebidos pelos homens. Em 2003, as mulheres recebiam 70,8% da média total ganha pelos homens.

Já os trabalhadores de cor preta ou parda receberam R$ 882,42 médios no ano passado, o que representou apenas 51,4% dos R$ 1.716,44 que foram ganhos pelos empregados de cor branca. De 2003 para cá, os ganhos dos trabalhadores de cor preta ou parda subiram 22,3%; já os rendimentos dos empregados de cor branca subiram 15,3% no período.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u685870.shtml

Depois do PDT, agora é o PC do B que declara apoio a Dilma!!


Apoio do PC do B a Dilma enfraquece Ciro

CATIA SEABRA

da Folha de S.Paulo

Alvo de boicote do PT, a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência deverá sofrer novo abalo na semana que vem. Suporte de Ciro dentro do já desfalcado bloquinho, o PC do B vai informar ao comando do PSB a disposição de apoiar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida presidencial.

"Não há dúvida de que estaremos com o projeto Lula. E esse projeto tem um nome: Dilma", disse o líder do PC do B na Câmara, Daniel Almeida (BA).

O PC do B dará sinais dessa opção já nos dias 6 e 7 de fevereiro, quando, reunido em São Paulo, o seu comitê central pregará candidatura única no campo governista, e sob patrocínio do presidente Lula.

Pelo cronograma do partido, a aliança com o PT, no entanto, só seria formalmente anunciada em abril, num segundo encontro partidário.

Presidente nacional do PC do B, Renato Rabelo chegou a defender a candidatura de Dilma numa reunião com o presidente do PSB, governador Eduardo Campos (PE), já em dezembro.

Campos pediu, porém, que o PC do B só se manifestasse depois de uma nova conversa. "Temos que dar curso às conquistas do governo Lula. E a Dilma está no meio disso tudo. Se fosse candidato de outra corrente, talvez andássemos em zigue-zague", disse Rabelo, reproduzindo argumentos apresentados a Campos.

Segundo Rabelo, o PC do B propõe candidatura única na base governista para explicitar "polarização entre tucanos e o campo de Lula".

"Com uma campanha polarizada fica mais claro para o eleitor e o nosso campo não dispersa", justificou Rabelo.

Segundo integrantes do próprio PC do B, o partido ainda não declarou apoio formal a Dilma por dois motivos: além de poupar Ciro do isolamento, petistas teriam alegado que, com a retirada da candidatura do PSB, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), herdaria boa parte de seus votos.

Embora Rabelo negue negociações nesse sentido, a estratégia foi, segundo integrantes do partido, a de manter a candidatura Ciro até que Dilma ganhasse musculatura, evitando que fosse explicitada vantagem expressiva do PSDB sobre o PT.

Como o PDT já anunciou adesão à candidatura de Dilma, o bloquinho (PSB, PDT, PC do B, PRB e PMN) se desintegrará.

Segundo o deputado Flávio Dino (MA), o PC do B deverá endossar a aliança nacional com o PMDB. Mas ela não deverá ser reproduzida em todos os Estados. "Estamos esperando o lançamento da candidatura da Dilma em fevereiro para reforçar a diretriz de aliança com o PT, feita desde 1989."

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u685822.shtml

Comparação entre os Governos Lula X FHC!


Governos Lula X FHC!!

1) Juros Nominais (Taxa Selic):

FHC (2002): 25% ao ano;

Lula (2008): 8,75% ao ano;

2) Inflação (IPCA):

FHC - 12,5% (2002);

Lula – 4,3% (2009);

3) Transações Correntes:

FHC - Déficit de US$ 186,5 Bilhões (1995-2002);

Lula - Superávit de US$ 44 Bilhões (2003-2007);

4) Exportações:

FHC - US$ 60 Bilhões (2002; crescimento de 39% em 8 anos);

Lula - US$ 153 Bilhões (2009; crescimento de 155% em 7 anos));

5) Crescimento Econômico:

FHC - 2,3% ao ano (1995-2002);

Lula – 5,3% ao ano (2004-2008);

6) Empregos Formais:

FHC – 1.700.000 (1995-2002);

Lula – 9.700.000 (2003-2009);

7) Balança Comercial:

FHC - Déficit de US$ 8,7 Bilhões (1995-2002);

Lula - Superávit de US$ 237 Bilhões (2003-2009);

8) Taxa de Desemprego:

FHC - 10,5% (Dezembro de 2002);

Lula – 6,8% (Dezembro de 2009);

9) Risco-País:

FHC - 1550 pontos (Dezembro de 2002);

Lula - 220 pontos (Janeiro de 2010);

10) Reservas Internacionais Líquidas:

FHC - US$ 16 Bilhões (Dezembro de 2002):

Lula - US$ 241 Bilhões (Janeiro de 2010);

11) Relação Dívida/PIB:

FHC - 51,3% do PIB (Dezembro de 2002);

Lula - 41,7% do PIB (Janeiro de 2010);

12) Déficit Público Nominal (inclui despesas com juros):

FHC - 4% do PIB (2002):

Lula – 2% do PIB (2008);

13) Dívida Externa:

FHC - US$ 210 Bilhões (Dezembro de 2002) – 45% do PIB:

Lula - US$ 205 Bilhões (Janeiro de 2008) – Negativa em US$ 61 Bilhões;

14) Salário Mínimo em US$:

FHC - US$ 56 (Dezembro de 2002);

Lula - US$ 275 (Janeiro de 2010).

15) Inflação Acumulada (IPCA):

FHC - 100,6% (1995-2002);

Lula - 45% (2003-2009);

16) Pronaf:

FHC - R$ 2,5 Bilhões (2002);

Lula - R$ 15 Bilhões (2010);

17) ProUni:

FHC - Não existia;

Lula - 470 mil estudantes beneficiados;

18) PIB (em US$):

FHC - US$ 459 Bilhões (2002):

Lula - US$ 1,8 Trilhão (2009):

19) Produção de automóveis:

FHC - 1.791.000 (2002);

Lula – 3.130.000 (2009; crescimento de 74,8%);

20) Produção de máquinas agrícolas:

FHC - 52000 (2002):

Lula - 65000 (2007; crescimento de 25%);

21) Vendas de automóveis zero KM:

FHC - 1.465.000 (2002);

Lula – 3.140.000 (2009; crescimento de 114%);

22) Pagamento de juros da Dívida Externa em % das Exportações anuais:

FHC – 20,3% (2002);

Lula – 10,1% (2009);

23) Renda Per Capita:

FHC – US$ 2859 (2002);

Lula – US$ 9.300 (2009).

24) Coeficiente de Gini (Indica a Distribuição da Renda do Trabalho; quando mais próximo de 0 menor é a concentração da renda):

FHC - redução de 0,602 (1993) para 0,593 (2002);

Lula - redução de 0,593 (2002) para 0,544 (2008).

25) Indice de Pobreza:

FHC - 38,6% (1995); 38,2% (2002) - queda de 0,6 p.p.;

Lula - 38,2% (2002); 25,3%(2008) - queda de 12,9 p.p..

26) Gastos Sociais Públicos (% do PIB):

FHC - 19,2% (1995);

Lula - 21,9% (2005).

27) Pobreza Extrema (fonte: IPEA)

FHC - De 17,3% (1995) caiu para 16,5% (2002) (queda de 0,8 p.p.);

Lula - De 16,5% em 2002 caiu para 8,8% (2008) (queda de 7,7 p.p.).

28) Renda per capita mensal dos 10% mais pobres:

2001 - R$ 34

2008 - R$ 58 (crescimento de 70,6%);

29) Renda per capita mensal dos 10% mais ricos:

2001 - R$ 2316

2008 - R$ 2566 (crescimento 10,8%);

30) Escolas Técnicas Federais:

FHC - Nenhuma (a construção delas foi privatizada).

Lula - 214;

31) Novas Universidades Federais:

FHC - Nenhuma.

Lula - 14.

Obs: Assim, entre 2001 e 2008, a renda dos mais pobres cresceu 6,5 vezes mais do que a renda dos mais ricos.


Fontes: Banco Central, IBGE, IPEA.

Tais dados mostram o quanto o governo Lula é superior ao de FHC.

Mais uma relação de Boas Notícias sobre o Brasil!


1) Desemprego cai para o menor nível da história em dezembro


http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/28/desemprego+cai+em+dezembro+mas+sobe+em+2009+9379395.html


2) JBS Friboi e BB firmam acordo para financiar pecuaristas

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/28/jbs+friboi+e+bb+firmam+acordo+para+financiar+pecuaristas+9379494.html

3) Pesquisa: empresas brasileiras são mais dispostas a contratar

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001271128_RED_78712910&idtel=

4) Crédito imobiliário da Caixa dispara no 4° tri de 2009


http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001272030_RED_78714514&idtel=


5) Crédito imobiliário da Caixa cresce 102% em 2009

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001271333_RTR_1264599222nN27167077&idtel=

6) Vale adquire ativos de fertilizantes da Bunge por US$ 3,8 bi

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001271317_RTR_1264597459nN27164588&idtel=

7) Petrobras sobe para 4º em ranking de empresas de energia

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001271028_RED_78712790&idtel=

8) Brasil é o 4º destino preferido para investimentos estrangeiros


http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001270700_RED_78712363&idtel=


9) TV por assinatura registra maior crescimento desde 2002

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001262136_RTR_1264541769nN26120731&idtel=

10) Votorantim planeja investir mais R$ 10 bilhões no Brasil até 2012

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001261535_ABR_78710613&idtel=

11) FMI sobe previsão de crescimento do Brasil no ano para 4,7%


http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001261406_EFE_78710364&idtel=


12) Otimismo da indústria é o maior em 11 anos, diz CNI


http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001261340_RED_78710296&idtel=


13) Abiove eleva previsão da safra de soja para 65,2 milhões de toneladas

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001261216_RTR_1264507650nN26225397&idtel=

14) Atividade econômica cresce 4,5% em novembro, diz Serasa

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001261047_RED_238562&idtel=

15) Três brasileiras estão entre as maiores varejistas do mundo

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001252249_RED_78709144&idtel=

16) Empréstimos do microcrédito produtivo sobem 26,6% em 2009

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001252203_RED_78709048&idtel=

17) Brasil instalará 10 Unidades de Pronto Atendimento no Haiti

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001252004_IVN_238538&idtel=

18) Reservas internacionais sobem para US$ 241,370 bilhões

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001251757_IVN_238521&idtel=

Desemprego cai para o menor nível da história em dezembro!


Desemprego cai para o menor nível da história em dezembro

O desemprego brasileiro diminuiu em dezembro para o menor patamar da série histórica, mas a taxa média de 2009 superou a do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. A taxa caiu para 6,8% em dezembro, ante 7,4% em novembro. O dado igualou-se à leitura de dezembro de 2008, a menor da série histórica, iniciada em 2002.

A taxa de desemprego média em 2009 como um todo foi de 8,1%, contra 7,9% em 2008.

Pelo levantamento, o contingente de desocupados nas seis regiões metropolitanas avaliadas correspondeu a 1,592 milhão de pessoas, 7,1% inferior ao grupo de 1,714 milhão de pessoas que estavam sem emprego em novembro de 2009 e pouco acima do 1,567 milhão de pessoas nessa situação no último mês de 2008.

Já o número de ocupados ficou em 21,815 milhões, quase 1% maior do que o contingente de 21,603 milhões nessa condição no penúltimo mês do ano passado e também superior aos 21,507 milhões de dezembro de 2008.

No mês passado, apenas Salvador registrou taxa de desemprego de dois dígitos, de 10,7%. Em São Paulo, o indicador marcou 7,5%. No Rio de Janeiro, o índice se encontrou em 5,4%, maior do que o de Belo Horizonte (5,1%). Em Recife, a taxa foi de 8,4%. Porto Alegre registrou a menor leitura dentre as localidades investigadas, de 4,3%.

O rendimento médio do trabalhador caiu 0,9% em dezembro sobre novembro e subiu 0,7% ante o ano anterior, a R$ 1.344,40.

Link:

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/28/desemprego+cai+em+dezembro+mas+sobe+em+2009+9379395.html


Obs: E sobre o desemprego, o ano de 2010 promete ser ainda melhor, com uma taxa ainda mais baixa. Vejam isso:

Notícia:

Desemprego em 2010 deve ser o menor da história, diz Santander

A taxa de desemprego no País vai encerrar 2010 no menor patamar da história. Ao menos é o que projeta o Santander Asset Managment. Segundo o banco, o desemprego ficará em 7,5% neste ano, quebrando o recorde de 7,9% de 2008.

Segundo Ricardo Denadai, economista do banco, o desempenho do mercado de trabalho e a rápida reação dos investimentos em 2009 foram determinantes para um cenário mais otimista neste ano.

"Os números do mercado de trabalho observados no segundo semestre de 2009 ficaram muito próximos dos de 2008, ano em que a crise não havia chegado. Certamente, foi surpreendente", disse.

Com perspectivas melhores para o emprego, os indicadores de inadimplência, crédito, confiança do consumidor e do empresário, e crescimento da produção também devem apresentar bons resultados em 2010, segundo Denadai.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/12/desemprego+em+2010+deve+ser+o+menor+da+historia+diz+santander+9272667.html

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Nassif: Desde 2005 o Rio Tietê não passa por dragagens ou desassoreamentos! E agora, Serra??


Luis Nassif

26/01/2010 - 21:25

O resultado da chuva e da falta de dragagem

A velha mídia foge o quanto pode do encontro com a verdade. Mas não haverá como fugir para sempre. Desde 2005 não são feitas dragagens ou desassoreamento no rio Tietê. O investimento de décadas, mais de um bilhão de dólares no rebaixamento da calha do Tietê, foi jogado fora nesses quatro anos sem desassorear o rio.

Um dado crucial para o bem estar, a segurança e a vitalidade econômica da cidade – manter o rio desassoreado – foi ignorado pelos governantes.

Pergunta-se: como é que fica? Não se trata de um erro banal de planejamento, mas de descuido em relação a um ponto estratégico na vida da cidade: o rio Tietê.

Quantas vezes esses fato foi analisado nas reuniões de secretariado do governo? O que aconteceu com o processo de licitação, depois que foi interrompido por liminares dos concorrentes? Se não constava do decreto a permissão para a empresa vencedora vender as areias do rio – o que alterava completamente o plano de negócios e a proposta financeira -, porque não se anulou e se procedeu a uma licitação de emergência? Foram quatro anos sem nada fazer, sabendo que a cada ano a situação se tornaria mais crítica.

O governo do Estado confiou na sorte, apostou na probabilidade de não haver chuvas maiores, para justificar sua inação frente o problema. E agora? Quem responde pelas mortes, pela paralisação da cidade, pelos bens perdidos, pelas casas inundadas?

De quem é a responsabilidade? Do DAEE (Departamento de Água e Energiaa Elétrica) que não alertou o governo do Estado? Do governo, que preferiu guardar o dinheiro para obras de maior visibilidade? Houve alertas do DAEE que não foram considerados? Ou a equipe do DAEE não cumpriu com suas obrigações funcionais, deixando a população exposta?

Link:

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/01/26/o-resultado-da-chuva-e-da-falta-de-dragagem/

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aécio percorrerá Minas Gerais para promover candidatura do Vice: Aécio pode? E Lula não? Explica isso, tucanada!!


O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, irá sair por todo o estado ao lado do seu Vice, Antônio Anastasia, a fim de promover a candidatura do mesmo ao governo do estado.

Assim, será Aécio fará junto com o seu vice, o mesmo que Lula faz junto com Dilma, ou seja, percorrer inúmera cidades a fim de promover o nome escolhido por ambos para ser o sucessor.

Daí, fica a dúvida: Será que o DEM e o PSDB irão entrar com representações na Justiça Eleitoral para impedir isso?

Algo me diz que não...


Notícia:

Aécio Neves começa giro por Minas Gerais para ajudar campanha do vice


O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), usará os dois últimos meses de governo para visitar o maior número cidades do Estado ao lado do vice-governador Antônio Anastasia (PSDB), indicado por ele para disputar o governo em outubro.

Aécio deverá deixar o cargo em março para disputar as eleições de outubro. O governador e o vice devem fazer pelo menos 30 viagens pelas principais cidades do Estado até março.

"Quero concluir a nossa obra de governo, quero estar andando por todas as regiões do Estado ao lado do vice-governador, que assumirá o cargo no final do mês de março, em razão da legislação eleitoral que me obriga a desincompatibilizar para disputar outro cargo", afirmou Aécio em entrevista durante a inauguração de um aeroporto no Vale do Jequitinhonha, região no norte de Minas. A entrevista foi divulgada pela assessoria de Aécio.

O governador voltou a dizer que não sabe ainda se sairá candidato a senador ou a presidente. "Quem faz vida pública não tem o futuro nas suas mãos. Depende da minha gente", diz. No entanto, segundo ele, a tendência é que dispute uma vaga ao Senado.

Na entrevista, Aécio disse que a campanha de Anastasia será baseada na ideia de continuidade, a mesma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer dar à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto. Segundo ele, Anastasia "significa a continuidade de um trabalho sério, de um trabalho transparente".

Aécio disse acreditar que Anastasia poderá crescer mais nas pesquisas de intenções de votos, já que ainda não é conhecido pelo eleitorado. "O governador Anastasia é quem simboliza toda essa qualidade da nossa gestão. E acho que é em razão disso que ele vem, muito rapidamente, crescendo nas pesquisas, se tornando um candidato extremamente viável", diz.

Pesquisa Datafolha, de dezembro do ano passado, mostrou que as intenções de votos do Anastasia variam de 10% a 13%, ficando atrás do ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) e do ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social). Em março, o tucano registrava 4% das intenções.

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u684790.shtml