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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Dilma anuncia R$ 2,7 bilhões para o sistema de saúde pública!

Dilma anuncia R$ 2,7 bilhões para o sistema de saúde pública - do Vermelho

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (16) que as 200 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) em funcionamento no país têm ajudado a melhorar não apenas os serviços de urgência e emergência, mas todo o sistema de saúde pública brasileiro. As unidades, segundo a mandatária, atendem a 2 milhões de pessoas todos os meses.

No programa semanal de rádio Café com a Presidenta, Dilma reforçou a previsão de entrega de 900 UPAs até 2014, com um investimento estimado em R$ 2,7 bilhões. “Sabemos que o desafio é imenso porque quase 140 milhões de brasileiros e brasileiras dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde [SUS]”, destacou.

A presidenta lembrou que as UPAs foram criadas com o objetivo de oferecer, com rapidez, atendimento a urgências e emergências. Em casos mais graves, o paciente recebe o socorro inicial na unidade e, em seguida, é transferido por meio do Serviço Móvel de Urgência (Samu) para o hospital mais próximo.

“Mas a maioria dos casos é resolvida na própria UPA. Para você ter uma ideia, de cada 100 pessoas que procuram atendimento nas UPAs, apenas três precisam ser transferidas para um hospital; 97 resolvem o seu problema lá mesmo e voltam para casa”, ressaltou.

Segundo Dilma, o serviço oferecido pelas unidades contribui para desafogar as urgências e emergências dos hospitais. Ela destacou que, no Pronto-Socorro do Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, por exemplo, aproximadamente 850 pessoas buscavam atendimento todos os dias antes da construção das UPAs na cidade. Atualmente, a procura diária caiu para 350 pacientes.

No caso de pacientes que são atendidos na UPA mas precisam dar continuidade ao tratamento médico, a orientação, de acordo com a presidenta, é buscar as unidades básicas de saúde, mais conhecidas como postos de saúde.

“Nós ainda precisamos avançar muito mas, hoje, o SUS é uma rede que conta com hospitais, com o socorro e o transporte eficiente do Samu, com as UPAs e com o Programa Saúde da Família, que atende nas unidades básicas. Para funcionar bem, um serviço precisa completar o outro”, disse a presidenta.

Além de melhorias nas UPAs, o governo federal prevê investimentos de R$ 3,5 bilhões para construir e equipar quase 4 mil unidades básicas de saúde e reformar e ampliar 21 mil em todo o país.


Fonte: Agência Brasil


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 http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=188552&id_secao=1

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