Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Carta Maior - O jornalismo onanista!

O JORNALISMO ONANISTA - da Carta Maior

Tome-se uma melodia qualquer; durante cinco anos martele-se a letra e a música no consciente e no subconsciente da sociedade. 


Na TV repita-se sempre o título da canção, divulgue trechos com caras e bocas sugestivas. Debulhe-se os versos de forma intermitente  nas colunas de jornalistas 'de prestígio'; durante cinco anos dê a eles a oportunidade de ecoar suas colunas nas emissoras de TV e nos noticiários das rádio pela manhã, à tarde e à noite; dissemine-se os bordões à exaustão ao longo desse período em artigos e entrevistas; dedique-se a eles dúzias de manchetes , capas e escaladas em telejornais. 

Finalmente, numa 5ª feira de agosto, (09-08) vá a campo e pergunte a 2.562 pessoas se elas conhecem a melodia e que opinião tem sobre os estribilhos massificados durante cinco anos.No domingo seguinte (12-08) espete-se os resultados em manchetes impactantes': 73% da população tem a mesma opinião da  mídia sobre a cantilena em questão. 

A saber, assegura o Datafolha: 73% dos brasileiros acham que os acusados do chamado 'mensalão' devem ser condenados à prisão. 

Ah, sim, a partir da 2ª feira, (13-08), acione-se a etapa seguinte; o mesmo dispositivo midiático põe-se a martelar o resultado da pesquisa como sendo 'a vontade da Nação'. 

Sugere-se que não pode ser outro o discernimento da Suprema corte do país, sob risco de perder a 'credibilidade perante a opiniáo pública'. 

Dê a esse onanismo midiático o nome de liberdade de imprensa e classifique como chavista quem ousar arguí-lo.  

À propósito, leia nesta pág. o artigo de Tarso Genro sobre o linchamento inédito em curso na democracia brasileira.  


(Carta Maior; 2ª feira/13/08/2012)
 
 
 
Meu Comentário!
 
A Justiça não pode condenar alguém com base numa pesquisa que pode, muito bem, ter sido manipulada para se obter os resultados alcançados. 
 
A Justiça condena uma pessoa com base em uma somatória de provas e de testemunhos confiáveis (que sejam corroborados pelas provas).
 
Se não for assim, para que serve a Justiça, afinal? 
 
 
 

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