Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Colômbia: Economia e desemprego derrubam popularidade do presidente Juan Manuel Santos!


Colômbia: Economia e desemprego derrubam popularidade de Santos


Nesta terça-feira (7) o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, completa dois anos no poder e vê sua popularidade cair bruscamente diante do crescimento do desemprego, da insegurança e de uma piora no cenário econômico.


Reuters
Santos
Santos vê popularidade cair 20 pontos e o ex-presidente Álvaro Uribe desponta como principal opositor de seu governo
Duas importantes pesquisas de opinião revelam a decepção dos colombianos com a atual gestão. Em um ano, sua popularidade caiu 24 pontos e está em 47%, após ter alcançado um patamar superior a 80%, de acordo com a pesquisa “Colombia Opina”. O nível de rejeição é de 48%. De acordo com outra sondagem, da empresa Datexco, a rejeição do presidente é de 49%.

Uma das justificativas para esta queda é a falta de uma ação concreta para aumentar os níveis de emprego e dar fôlego para a economia, que acompanha a crise dos Estados Unidos e da Europa e teve seu crescimento reduzido de 6% ao ano para menos de 4%.

Para o economista e articulista colombiano Eduardo Sarmiento, o projeto “santista” não conseguiu avançar no lado econômico. “Está claro que, dentre as cinco locomotivas – mineração, agricultura, infraestrutura, moradia e inovação –, ele só conseguiu desenvolver a primeira, e isso devido às administrações anteriores, inclusive de 20 anos atrás”, diz. Conforme argumenta Sarmiento, a Colômbia cresceu como exportador de energia e matérias-primas, mas está sujeita à demanda externa, especialmente a chinesa. Ainda segundo ele, “o que se ganha com a produção da mineração, inclusive sem contar a repatriação de capitais, se perde com a indústria e a agricultura.”

Já sobre o tema da segurança, o que domina o debate é o ressurgimento dos ataques das guerrilhas das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e ELN (Exército de Libertação Nacional da Colômbia), assim como o surgimento de grupos neo-paramilitares, que afetam a imagem do governo. Tanto que 70% dos colombianos desaprova as políticas do presidente para a segurança pública, e o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, tem uma das avaliações mais baixas do Executivo (39%). Santos se defende afirmando que é a percepção da violência foi o que aumentou, mas que, na verdade, o número de crimes diminuiu.

Segundo Clara López, presidente do partido do Pólo Democrático, a deterioração dos temas de segurança é real e vem acontecendo desde antes da chegada de Santos à Presidência: “desde 2008 é constante o aumento dos ataque de guerrilheiros e paramilitares. A política de guerra simplesmente não deu os resultados esperados. Uribe fracassou. Na última etapa de seu mandato já estava claro que a “segurança democrática” não estava funcionando, porém, paradoxalmente, sua popularidade era altíssima. Santos ganhou as eleições montado sobre esse prestígio e agora está pagando o preço.”

Com Ópera Mundi


Link:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=190530&id_secao=7

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