Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Dilma lança programa de investimentos em infra-estrutura no valor de R$ 133 bilhões!


Dilma reafirma papel do Estado de indutor do crescimento - do Vermelho


Na cerimônia de anúncio do Programa de Concessões de Rodovias, Ferrovias e Trem de Alta Velocidade, nesta quarta-feira (15), a presidenta Dilma Rousseff disse que o Estado brasileiro vai cumprir o papel de indutor do desenvolvimento e que reconhece a parceira com a iniciativa privada como essenciais para a continuidade do desenvolvimento do Brasil. O ministro dos transporte, Paulo Sérgio passos, anunciou “com satisfação” investimentos que alcança 133 bilhões de reais para o setor.


Presidência da República
Dilma reafirma papel do Estado de indutor do crescimento
 A Presidenta fez analogia “entre o país que lutamos para construir e a nossa seleção feminina de vôlei nas Olimpíadas".
“Não estamos nos desfazendo de patrimônio público e sim procurando meios para beneficiar a população e o setor privado e, sobretudo, para assegurar menor custo logístico, sem monopólio. Sempre priorizando os interesse do país, do emprego, da inclusão e da nossa população”.

A Presidenta fez analogia “entre o país que lutamos para construir e a nossa seleção feminina de vôlei nas Olimpíadas, que é exemplo do que é de melhor, que é a dedicação ao que faz, capaz de jogar com paixão e a cabeça, buscando excelência, se renovando, persistindo e buscando a vitória”.

E lembrou que o Brasil é um país olímpico, em contagem regressiva para 2016, e que essa nova etapa do projeto de desenvolvimento do país vai permitir a criação de uma logística eficiente. Disse ainda que o Programa de Concessões de Rodovias, Ferrovias e Trem de Alta Velocidade vai permitir ao Brasil se tornar uma economia mais competitiva para que, diante das dificuldades internacionais, possa continuar gerando emprego e renda para sua população.

Para a presidenta Dilma Rousseff, o Brasil adotou modelo de desenvolvimento com o trinômio crescimento, estabilidade e inclusão social. “Modelo que deu certo, mas para aprofundá-lo e avançar na construção de um Brasil para continuar sendo mais justo, temos que ter economia competitiva, com custo Brasil reduzido”, afirmou a presidenta. 

E explicou que “não é apenas necessário ampliar investimentos para assegurar emprego, mas também porque precisamos encontrar caminho de infraestrutura mais módica possível. Queremos uma eficiência logística com menor custo para quem produz, paga impostos e assegurar mais e melhores empregos”. 

Nova etapa


O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, apresentou o programa, dizendo que já na semana seguinte, o governo vai anunciar medidas também para a área dos portos e aeroportos. “O imperativo para o desenvolvimento sustentável do Brasil é oferta de ampla rede de rodovias e ferrovias e prática de tarifas módicas”, disse o ministro em detalhada explanação sobre o Programa.

Segundo ele, “o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) responde ao passivo acumulado do país nesta área, voltado para eficiência logística do país. Hoje os brasileiros já colhem resultados do PAC, mas temos que dar passo adiante. Essa nova etapa significa restabelecer capacidade de planejamento integrado entre os diversos modos e garantir relação intermodal de transporte”, explicou o ministro.

De Brasília
Márcia Xavier


Link:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=191274&id_secao=1



Meu Comentário!


O Estado brasileiro não possui todos os recursos necessários para investir na infra-estrutura do país. 

Então, qual é o problema em chamar o setor privado para investir no setor, desde que respeite as regras do jogo, é claro? 

Nenhum.

Até porque, se tais investimentos não forem feitos, podem dizer adeus ao crescimento econômico, à estabilidade econômica e à distribuição de renda com inclusão social que caracterizam o Brasil desde o governo Lula.

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