Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 9 de setembro de 2012

Carta Maior: A matemática de Clinton e os governos Lula-Dilma X FHC!


O QUE A MATEMÁTICA DE CLINTON DIRIA DE  FHC?

Bill Clinton, que os tucanos adoram, disparou a seguinte aritmética na convenção que aclamou Obama a buscar um segundo mandato na Casa Branca: 

"De 1961 para cá, os republicanos governaram o país por 28 anos, e os democratas, por 24 anos. 

Nesse período, foram criados 66 milhões de empregos, assim: 24 milhões pelos republicanos e 42 milhões pelos democratas". 

Curto e grosso, Clinton atingiu o fígado adversário. 

Se fosse manejar a mesma aritmética demolidora no Brasil, Clinton ( que os tucanos adoram, repita-se) diria o seguinte:

 "De 1994 para cá, o PSDB governou o Brasil por oito anos, e o PT, por 9 anos e meio (8 de Lula, e um ano e meio de Dilma). Nesse período, foram criados 18 milhões e oitocentos mil empregos: 800 mil pelos tucanos; 15 milhões por Lula e 3 milhões por Dilma". 

É por isso que FHC quando se manifesta é prolixo, mas foge dos números. 

Por isso, também, Serra recorre ao 'mensalão', na falta do que dizer diante do esfarelamento de sua candidatura. 

Por conta desse flanco aritmético o PSDB, igualmente, quer interpelar Dilma que anunciou um corte de 16% da tarifa elétrica residencial e de 28% na indústrial em pleno Sete de Setembro. 

Pudera: no governo FHC, em 2001 --diria a matemática de Clinton--  o corte que houve foi no fornecimento. 

O 'apagão', conforme cálculos insuspeitos de Delfim Netto,  custou R$ 60 bi aos brasileiros. 

O equivalente  a um salário mínimo  extraído de cada cidadão, assim: perda de 2 pontos do PIB ($ 50 bi, em valores de 2001, em empregos, produção, renda) e mais R$ 10 bi de 'imposto apagão' para financiar termoelétricas. 

Vai falar do quê, não é Serra?


(Carta Maior; Domingo/09/09/2012)

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