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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 9 de setembro de 2012

Petrobras: lucro líquido cresceu 313% e investimentos aumentaram 285% na gestão de Gabrielli!


Gestão 2005/2011: esclarecimento ao Radar on-line - do blog Fatos e Dados, da Petrobras

16 de março de 2012 / 17:44 Esclarecimentos

A respeito de nota publicada nesta sexta-feira (16/03) pelo colunista Lauro Jardim em seu blog Radar on-line, a Petrobras esclarece que a gestão de José Sergio Gabrielli de Azevedo, entre 2005/2011, foi um período altamente positivo para a Companhia. 

Seguem fatos e informações que comprovam o equívoco de sua nota. 

A Petrobras informa ainda que a Presidente Maria das Graças Silva Foster faz questão de lembrar que participou da administração da Petrobras no período em que o economista José Sergio Gabrielli de Azevedo foi seu presidente. Graça Foster exerceu os cargos de presidente da Petroquisa, presidente da Petrobras Distribuidora e Diretora de Gás e Energia.

Entre os exemplos que se seguem, é incontestável o crescimento dos recursos potenciais que, no período, passaram de 11 bilhões de barris de petróleo e gás, em 2003, para 29,2 bilhões de barris, em 2011. 

No período, além do crescimento de todos os indicadores operacionais, os resultados financeiros foram os melhores da história da empresa: os lucros aumentaram 313%, os investimentos 215% e o pagamento de dividendos aos acionistas cresceram 117%.

Para seu conhecimento, listamos abaixo alguns indicadores do período 2003 – 2011:

A produção de petróleo aumentou 33%, crescimento muito superior ao da produção mundial e das maiores empresas globais.

Em 2005 a Petrobras tinha apenas quatro sondas para águas profundas. Mesmo com as dificuldades de contratar equipamentos no mundo, a Petrobras fechou 2011 com 19 sondas, o que permitiu descobrir, avaliar e colocar em produção em tempo recorde o petróleo do pré-sal, a maior descoberta da última década, o que, por coincidência, está incluída no período da presidência de Gabrielli.

As vendas de derivados aumentaram 30% e a empresa voltou a construir refinarias, o que não ocorria deste 1980 e foi responsável pela necessidade de importação de derivados hoje.

A Petrobras retornou à Petroquímica, o que aumentou a integração dos negócios, fundamental para o crescimento de empresas do setor petróleo e gás.

A oferta de gás natural, imprescindível para geração termelética e consumo industrial menos poluente, quase dobrou, passando de 47 bilhões para 85 bilhões de m3.

Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram 360% e, com o apoio da Petrobras, as universidades brasileiras duplicaram a capacidade de seus laboratórios.

Saindo do zero a empresa se tornou a maior produtora de biodiesel e a terceira de etanol.

A força de trabalho própria da empresa quase dobrou, saindo de 48 mil para 82 mil empregados, todos recrutados por seleção pública nacional.

Os resultados financeiros acompanharam o desenvolvimento operacional:

- O lucro líquido cresceu 313%, de R$ 8 bilhões para R$ 33 bilhões

- Os investimentos tiveram crescimento de 285%, de R$ 18 bilhões para R$ 73 bilhões

- Os dividendos pagos aos acionista também cresceram 117%, de R$ 2,8 bilhões para R$ 12 bilhões, e o número de acionistas passou de 176 mil para 674 mil.

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