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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 24 de novembro de 2012

CNI: produção industrial cresce em outubro, mas emprego fica estável!


CNI: produção industrial cresce em outubro, mas emprego fica estável

23/11/2012 - 12h09 - Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil
A produção industrial brasileira teve um crescimento expressivo em Outubro, disse a CNI.

Brasília - A produção da indústria brasileira cresceu em outubro, segundo consulta a empresários feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de evolução da produção passou de 47,1 pontos em setembro para 54,9 pontos em outubro. 
A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) cresceu 3 pontos e atingiu 46,8 pontos, aproximando-se da linha divisória dos 50 pontos, o que indica redução da ociosidade do setor. Os dados fazem parte da Sondagem Industrial da CNI. De acordo com a metodologia da pesquisa, valores acima de 50 pontos indicam evolução positiva das variáveis envolvidas.
Na avaliação da entidade, o crescimento da produção se deve ao ajuste dos estoques do setor, que caíram. O indicador de estoques efetivos em relação ao planejado alcançou 50,5 pontos, resultado considerado positivo. 
Mas, apesar do aumento da produção em outubro, o emprego industrial ficou estável pelo terceiro mês consecutivo, em 50,2 pontos. Na avaliação de Marcelo Ávila, economista da CNI, o motivo para isso e para a UCI abaixo da linha dos 50 pontos é que "a recuperação atividade industrial ocorre de forma lenta”.
A expectativa dos empresários para os próximos seis meses é que haverá queda na atividade. Eles preveem retração em razão da sazonalidade. No final do ano, costuma haver recuo na produção, que está elevada em outubro em função da aproximação do Natal e do Ano-Novo. O indicador de expectativa em relação à demanda para os próximos seis meses caiu de 56,9 pontos para 55,7 pontos.
A pesquisa foi feita entre os dias 1º e 14 de outubro com 1.796 empresas de todo o país. Dessas, 628 são pequenas, 690 são médias e 478 são de grande porte.
Edição: Juliana Andrade

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