Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Julgamento da AP 470 foi uma forma de 'Populismo Judicial'!


Vannuchi: clima de festa do mensalão está chegando ao fim após 'absurdo exagero' - da Rede Brasil Atual, 09/11/2012

Para o comentarista político da Rádio Brasil Atual, mídia tradicional fez veredicto 'condenatório e histérico' do caso


São Paulo – Em sua coluna diária na Rádio Brasil Atual, o comentarista político Paulo Vannuchi afirmou que o julgamento do mensalão foi tratado como espetáculo pela mídia e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, este “clima de festa” está chegando ao fim. 
“Até aqui foi um grande espetáculo, uma espécie de Big Brother Brasil. A mídia fez seu julgamento nos grandes jornais, rádios e televisões dominados por algumas famílias que não gostam do ciclo atual de mudanças que o Brasil vive: um país em favor dos mais pobres, com mais programas sociais.”
Para ele, a maneira com que o mensalão foi tratado revela uma tentativa destes grupos de comunicação de recolocar no poder lideranças que antecederam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
“No início, minha dúvida era se os ministros do Supremo se submeteriam a este veredicto condenatório, irado e histérico, ou se teriam a capacidade de condenar e absolver à luz de sua convicção jurídica.” Vannuchi também avalia a influência que a mídia tracional exerceu na formação de parte da opinião pública. “O chamado 'clamor das ruas' na realidade não é das ruas, é o clamor da mídia, que repercute em milhares de pessoas que passam a repetir o que os meios de comunicação martelam o tempo todo.”
O exagero, segundo ele, é o que tem reinado no julgamento. “O Supremo vem se pautando por um absurdo exagero, errando na questão da dosimetria. Perdeu-se o senso da medida e a própria mídia é a estimuladora deste ambiente.” 
O modo pelo qual o julgamento foi conduzido, segundo ele, é uma forma de “populismo judicial”, numa tentativa de “manter o clima de excitação quando este sentimento não pode estar presente em qualquer julgamento”. De acordo com ele, “o bom juiz condena com serenidade, frieza e até com certo constrangimento”.  
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