Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 8 de dezembro de 2012

A Inglaterra que demita seu ministro das Finanças - por Zé Dirceu!


A Inglaterra que demita seu ministro das Finanças - por Zé Dirceu, do seu blog,
Publicado em 07-Dez-2012
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Guido Mantega








A revista britânica The Economist elevou o tom contra o governo brasileiro. Para ser exato, chega a ser desrespeitosa com a presidenta Dilma Rousseff na reportagem editorializada que veicula na edição desta semana em que analisa a política econômica brasileira e sugere a demissão do nosso ministro da Fazenda, Guido Mantega.


Após o resultado do PIB do 3º trimestre do ano, divulgado no início da semana pelo IBGE, a revista sugere à presidenta Dilma que demita o ministro da Fazenda para "restabelecer a confiança" na economia do país.

“Ela (Dilma) insiste que é pragmática. Se é assim, deveria demitir Mantega, cujas previsões excessivamente otimistas perderam a fé dos investidores, e indicar um novo time capaz de restabelecer a confiança dos negócios”, afirma o texto.
Ora, e os os investidores que alocaram no Brasil US$ 70 bi neste ano são idiotas?

Pelo contrário, deram uma demonstração, uma prova da confiança no país, na sua segurança jurídica e nos objetivos e métodos do governo. O restante da matéria é intriga que a revista compra do tucanato nacional cujo espírito está infiltrado em seus correspondentes aqui e em seus redatores lá em Londres.

Economist relaciona medidas adotadas pelo governo

A revista aponta que há dois anos, quando a chefe do governo foi eleita presidente (outubro de 2010), a economia estava em expansão. Depois, “estacionou” e agora luta para se recuperar. Apesar dos esforços “frenéticos” de estímulo, a “criatura moribunda” cresceu no 3º trimestre apenas metade do previsto pelo ministro.

A publicação reconhece os esforços do governo para estimular o crescimento, como o corte na taxa de juros para sua mínima histórica (taxa Selic de 7,25%), as desonerações das folhas de pagamento das empresas, os planos de investimento em infraestrutura e a previsão de corte nos custos da energia elétrica.

Mas, afirma que os investidores estão cautelosos porque o governo “interfere demais”. Perceberam aonde queria chegar a conservadora revista? Em vez de interferir, afirma a publicação, o governo “deveria redobrar os esforços para cortar o ‘custo Brasil’ (...) e deixar o espírito animal do setor privado rugir”.  A Economist chamou a presidente de “intrometida-chefe”.

Conversa fiada

Desrespeito à parte, isso tudo é conversa fiada da Economist. Eles que demitam seu ministro de Finanças já que a Grã-Bretanha não cresce e o governo interveio com tudo na economia para salvar os bancos e a libra esterlina. Aqui o Governo quem exerce somos nós.

O colonialismo acabou. Faz tempo. O que eles entendem de economia se levaram o mundo à crise atual? Quando eles denunciaram a bolha imobiliária, as fraudes bilionárias, as manipulações de informações e a especulação (que provocaram a atual crise global)? Quando fiscalizaram os bancos e os mercados?

É muita pretensão e arrogância! Uma banana para a revista. Deviam é estar preocupados com a estagnação da economia da zona do euro anunciada por Mário Draghi, o presidente do Banco Central Europeu (BCE).

(Fotos: Valter Campanato/ABr)

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