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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 2 de dezembro de 2012

Banco Mundial: Classe média da América Latina cresceu 50%!


Banco Mundial confirma expansão da classe média na América Latina e no Caribe

13/11/2012 
Stênio Ribeiro - Repórter da Agência Brasil

Acima, alguns dos governantes responsáveis pela expansão da classe média na América  Latina. 
Brasília – A redução da pobreza na América Latina e no Caribe, nos últimos dez anos, fez com que a classe média incorporasse 30% da população da região, equivalente a 49 milhões de pessoas, entre 2003 e 2009, segundo dados de relatório divulgado hoje (13) pelo Banco Mundial (Bird) sobre mobilidade econômica e ascensão da classe média na América Latina.
Os números do Bird revelam que a classe média na região somava 103 milhões de pessoas em 2003, e seis anos depois contava 152 milhões. Uma expansão, portanto, de 50% nesse estrato social. Em contrapartida, o percentual de pobres na região caiu de 44% para 30% da população, no mesmo período. Entre os países com melhor desempenho está o Brasil, conforme o Banco Mundial.
De acordo com o relatório do Bird, divulgado no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília, 40% da ascensão social ocorreram no Brasil, onde a classe média representa hoje em torno de um terço da população. Dado diferente da estimativa do governo brasileiro, que aponta 53% dos 190,7 milhões na classe média.  
O relatório ressalta, no entanto, que apesar de grande número de famílias ter emergido da pobreza nos últimos anos, uma proporção elevada (aproximadamente 38 % da população da região) ainda apresenta grau elevado de vulnerabilidade e enfrenta o risco de cair novamente na pobreza, caso ocorra uma piora no ambiente macroeconômico nacional ou internacional.
Para o Bird, a redução da pobreza e a expansão da classe média na região avançaram em ritmo muito lento, durante décadas, porque o baixo crescimento e a persistente desigualdade detiveram o progresso. Nos últimos dez anos, no entanto, a renda dos mais pobres teve significativa melhora, devido a mudanças nas políticas governamentais, que enfatizaram a criação de programas sociais e a estabilidade macroeconômica.
Edição: Davi Oliveira

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