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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 8 de dezembro de 2012

Fernando Pimentel critica revista neoliberal 'The Economist'!


Pimentel critica revista britânica e diz que expansão do PIB brasileiro em 2013 será maior que a média mundial

07/12/2012 - 10h53 - Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

A Grécia quebrou, mesmo depois de muitos anos de políticas neoliberais que agradavam aos mercados financeiros, principalmente aos banqueiros alemães. 

Brasília – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse hoje (7) que o Brasil está na direção certa e registra forte crescimento, comprovado pelos indicadores de investimento no país. Ele rebateu as críticas feitas pela revista britânica The Economist que sugeriu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, devido ao fraco desempenho do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“No dia em que a Economist nomear ministro no Brasil, deixaremos de ser uma república federativa”, afirmou Pimentel. Ele acrescentou ainda que, em 2013, o crescimento do PIB brasileiro estará “certamente acima da média mundial”.
Em relação ao câmbio, embora o regime adotado pelo Brasil seja flutuante, Pimentel disse que “o governo vai atuar para garantir a competitividade brasileira."
As declarações foram feitas durante o 1º Fórum Empresarial, evento simultâneo à Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, que começa hoje (7). O fórum reúne empresários sul-americanos que vão levantar sugestões dos diversos setores da economia para incentivar o comércio e o desenvolvimento da região. A principal demanda é implementar ações que facilitem o comércio no bloco.
O Mercosul é formado pelo Brasil, pela Argentina, pelo Uruguai, pela Venezuela e pelo Paraguai - que está suspenso do bloco até abril de 2013. O Chile, o Equador, a Colômbia, o Peru e a Bolívia estão no grupo como países  associados. Há, ainda, os membros observadores: o México e a Nova Zelândia.
Com a Venezuela, o Mercosul reúne 270 milhões de habitantes, o equivalente a 70% da população da América do Sul, cujo Produto Interno Bruto (PIB) chega a US$ 3,3 trilhões, aproximadamente 83,2% do PIB sul-americano, em um território de 12,7 milhões de quilômetros quadrados ou 72% da região.
Edição: Lílian Beraldo

Link:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-07/pimentel-critica-revista-britanica-e-diz-que-expansao-do-pib-brasileiro-em-2013-sera-maior-que-media-


Meu Comentário!


A 'The Economist' é uma publicação que defende o Neoliberalismo, que é a mesma política que provocou a falência do sistema financeiro privado dos EUA e do Reino Unido. Neste último, todos os bancos privados falidos foram estatizados, senão a economia britânica entraria em Depressão. Nos EUA, o Citigroup teve parte do seu capital acionário comprado pelo governo Obama. 

Resultado: a dívida pública dobrou e, daí, jogaram a conta para os povos americano e britânico (e, agora, europeu) pagar, com políticas de aumento de impostos, corte de gastos públicos, desemprego, arrocho salarial, eliminação de direitos sociais e trabalhistas, enfim, aumentando a concentração de renda e a pobreza do povo. 

Se é isso que a 'The Economist' quer para o Brasil, então está explicado porque ela pediu a demissão do ministro Guido Mantega. 

Afinal, no Brasil não tivemos nada disso, muito pelo contrário. 

Mesmo com a crise mundial fazendo estragos desde 2008, no Brasil os salários continuaram subindo, o desemprego caiu, a dívida pública diminuiu, as reservas internacionais líquidas subiram e o Brasil se tornou credor externo líquido, tanto que, agora, até o FMI deve para o Brasil.

Portanto, nós, brasileiros, é que devíamos pedir a demissão do editor-chefe da 'The Economist' (John Micklethwait), que apoiou as políticas neoliberais que arrebentaram com as economias dos países desenvolvidos, que patinam na recessão e na estagnação econômica desde 2008. 

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