Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 2 de dezembro de 2012

Porque a popularidade de Dilma aumenta, mesmo com o PIB crescendo 2,4% ao ano? - por Marcos Doniseti!

Porque a popularidade de Dilma aumenta, mesmo com o 

PIB crescendo 2,4% ao ano? - por Marcos Doniseti!


Lula, Dilma e Zé Dirceu (condenado sem prova alguma pelo STF) formam o trio que comandou a recuperação do país e que melhorou as condições de vida do povo brasileiro, principalmente dos mais pobres.



Até Outubro deste ano, o Governo Dilma já criou mais de 3.620.000 empregos formais

Para a imensa maioria dos brasileiros, não existe crise econômica alguma!

A Taxa Selic já está negativa, quando comparada com o IGP-DI (FGV)! Ela está em 

7,25% ao ano, enquanto o IGP-DI de Outubro mostrou inflação anualizada de 7,4%!

Economia da China sofreu uma forte desaceleração nos últimos dois anos, afetando toda a economia mundial, incluindo a brasileira, é claro. 

Nesta semana, foi divulgada a informação de que o PIB brasileiro cresceu 0,6% no terceiro trimestre, quando comparado com o anterior.

Na verdade, em termos anuais, o crescimento do PIB brasileiro atingiu 2,4% neste terceiro trimestre, sendo que o crescimento de 2011 foi de 2,7%. 

Assim, depois de um ritmo bem mais fraco no primeiro semestre deste ano, a economia do país está retomando a trajetória de crescimento de 2011.

As medidas recentemente anunciadas pelo governo Dilma deverão surtir efeito ao longo dos próximos meses e, no caso dos investimentos públicos, dos próximos anos, o que irá permitir a aceleração do crescimento da economia brasileira.

Entre estas medidas, estão a redução da taxa Selic para 7,25% ao ano (que, em termos reais, já está negativa, pois o IGP-DI da FGV chegou a 7,4% ao ano em Outubro/2012), aumento dos investimentos públicos - vide o pacote para investimentos em infra-estrutura -, redução de impostos - veículos, móveis - aumento das tarifas de importação e a manutenção do dólar acima dos R$ 2, o que aumenta a competitividade das exportações brasileiras e dificulta o aumento das importações)

E é sempre bom ressaltar que este crescimento moderado, em menor ritmo, da economia brasileira se dá em um ambiente de forte desaceleração da economia mundial, não sendo, portanto, um fenômeno restrito ao Brasil.

Esta desaceleração da economia mundial foi, basicamente, provocada pela lenta recuperação da economia dos EUA (onde o governo Obama priorizou o salvamento do sistema financeiro privado, no lugar de aumentar salários e a renda da classe média, restringindo a recuperação do consumo) e pelo agravamento da crise da Zona do Euro, onde alguns países (Espanha, Grécia, Irlanda e Portugal) literalmente quebraram. 

Inclusive, essa piora da economia mundial está ameaçando, até mesmo, a manutenção da unidade nacional em alguns países da Europa, como é o caso da Espanha, onde o sentimento autonomista cresceu bastante, por exemplo, na Catalunha, que é a mais rica região do país. 

E mesma a China, por exemplo, que antes da crise européia se agravar e dos EUA patinarem em sua recuperação, estava crescendo muito fortemente, num ritmo de quase 12% ao ano (11,9% no primeiro trimestre de 2010), sofreu uma forte desaceleração de seu crescimento e, agora, seu ritmo de expansão caiu para cerca de 7,6% (taxa de crescimento do segundo trimestre de 2012).

Portanto, a queda no ritmo de crescimento da economia chinesa chegou a espantosos 36,1% em apenas dois anos. E como a China já é, há vários anos, a grande locomotiva da economia mundial, é claro que esta também se desacelerou e, inevitavelmente, isso também diminuiu o ritmo de crescimento da economia brasileira. 

Porém, o mais importante é que, mesmo com essa forte desaceleração da economia mundial, o Brasil continua crescendo, mesmo que em um ritmo menor. Mas a trajetória de crescimento iniciada, pelo Brasil, em 2004 não foi interrompida. 

E isso ajuda a explicar o motivo de, em plena crise econômica mundial, a popularidade da presidenta Dilma cresce, sendo que ela atingiu um índice de aprovação pessoal  de 77%.

Como não existe crise alguma no Brasil e o povo continua melhorando de vida, a popularidade de Dilma continua aumentando. 


Mas, isso não é tudo, a meu ver. Entendo que há um outro fator que contribui para o aumento da popularidade do governo federal e da presidenta Dilma, em particular.

E este motivo é que, de forma gradual, os governos de Lula e Dilma montaram uma espécie de Rede de Proteção Social que beneficia fortemente aos mais pobres e miseráveis.

E isso atingiu um patamar no qual, mesmo quando a economia do país cresce menos, esses vastos segmentos de trabalhadores assalariados de menor renda não são afetados pela queda do ritmo de expansão da economia do país. 

Entendo que isso ocorre, fundamentalmente, pelo fato de que mesmo quando a economia brasileira cresce menos, o padrão de vida da imensa maioria da população, principalmente a de menor renda, continua melhorando. 

De fato, para a imensa maioria dos brasileiros, não existe crise alguma. 

E porque isso acontece? 

Entendo que isso se dá devido a adoção (pelos governos Lula e Dilma) de uma série de políticas públicas que beneficiam a imensa maioria dos trabalhadores assalariados e os de menor renda e que são decisivos para permitir que as condições de vida desta parcela, imensamente majoritária, da população continue melhorando.

Entre estas políticas, estão a do aumento real do salário mínimo. O reajuste deste é feito todos os anos e beneficia diretamente cerca quase 48 milhões de pessoas, cuja renda está atrelada ao valor do mesmo. Entre 01 de Janeiro de 2010 e 01 de Janeiro de 2012 o salário mínimo foi reajustado em 22%, contra uma inflação acumulada de cerca de 12,5% no mesmo período (estimando-se uma inflação de 5,5% para 2012).

Também tivemos a expansão dos programas de inclusão social (como o Bolsa-Família, Brasil Sem Miséria, Brasil Carinhoso, etc) e a criação de mais de 3.620.000 empregos formais entre Janeiro de 2011 e Outubro de 2012.

Além disso, a imensa maioria dos acordos salariais assinados no país, em 2011 e em 2012, proporcionaram ganhos reais, acima da inflação acumulada, aos trabalhadores do setor privado. Em 2011 o índice de acordos salariais com aumento real chegou a 86,8% e em 2012 (no 1o. semestre) subiu para 97%, segundo o Dieese.


PIB per capita do Brasil aumentou 250% entre 2003-2010. 

Tudo isso ajuda a explicar porque o padrão de vida da população não é afetado (na verdade, ele continuou melhorando no governo Dilma) e, também, porque a popularidade do governo federal e da presidenta Dilma continuam aumentando, mesmo com a economia brasileira crescendo menos. 

Para a imensa maioria dos brasileiros, e pelos motivos apontados neste texto, o fato concreto é que não existe crise alguma. Muito pelo contrário.

Isso explica, também, porque a mais recente pesquisa do Ibope constatou que, se a eleição presidencial fosse hoje, a presidenta Dilma seria reeleita no primeiro turno com 71,6% dos votos.


Valeu, Lula!

Valeu, Dilma!



Link:

Pesquisa Ibope/Novembro de 2012: Dilma seria reeleita no 1o. turno com 71,6% dos votos válidos:


No 1o. semestre de 2012, 97% dos acordos salariais tiveram ganho real:


Em 2011, 86,8% dos acordos salariais tiveram ganho real:


Criação de empregos formais chega a 1.680.000 entre Janeiro e Outubro de 2012:


Criação de empregos formais atingiu 1.940.000 em 2011:


IGP-DI (taxas mensais e anuais):


Aumento do salário mínimo beneficia 47,6 milhões de pessoas:


Taxa de inflação (IPCA) de 2011 foi de 6,5%!


Inflação acumulada em 12 meses chega a 5,45% em Outubro/2012:


Salário Mínimo subiu de R$ 510 para R$ 622 (22%) entre 2010 e 2012!


Dilma concede aumento real médio de 8,7% para o Bolsa-Família em 2011:


Dilma investirá R$ 10 bilhões até 2014 para beneficiar famílias mais pobres:


Governo Dilma amplia alcance do programa Brasil Carinhoso:

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