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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 14 de abril de 2013

Receita do comércio varejista brasileiro teve crescimento de 10,1% no 1o.bimestre!


Vendas no varejo registram leve queda em fevereiro

11/04/2013 - 10h29 - Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O volume de vendas do varejo teve redução de 0,4% em fevereiro, enquanto a receita nominal do comércio cresceu 0,6%, informou hoje (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. As variações foram registradas na comparação dos resultados com os de janeiro deste ano, com ajustes sazonais.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda de 0,2% no volume de vendas, o que não impediu o crescimento de 2,9% do primeiro bimestre de 2013 frente ao mesmo período de 2012. Já o resultado acumulado nos últimos doze meses é 7,4% maior que o do período anterior.
A comparação entre fevereiro de 2013 e o mesmo mês de 2012 traz um aumento ainda maior da receita nominal, de 7,6%. O primeiro bimestre do ano acumula 10,1% de crescimento, e os últimos doze meses, alta de 11,8%.
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,1%) foi o que mais caiu frente ao volume de vendas de fevereiro de 2012, seguido por móveis e eletrodomésticos (-1%), combustíveis e lubrificantes (-1%) e tecidos, vestuário e calçados (-1%). Apresentaram variações positivas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,3%); livros, jornais, revistas e papelaria (6,9%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,9%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,3%).
A explicação dada pelo IBGE para a primeira queda nesse tipo de comparação, desde novembro de 2004, no setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi a forte base de comparação, já que em fevereiro de 2012, houve alta de 13,3% sobre o segundo mês de 2011, por conta do aumento do salário mínimo em 14,13%. Outro motivo é a alta dos preços, considerada muito acima da média. Mesmo assim, o setor acumula alta de 0,6% no ano.
Já no setor de móveis e eletrodomésticos, a queda pode ser atribuída à reposição gradual do IPI para a linha branca. Foi a primeira vez, desde junho de 2009, que o volume de vendas caiu na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
O varejo ampliado, que inclui também os setores veículos, motos, partes e peças e material de construção, além dos oito do varejo, apresentou comportamento semelhante, com queda de 0,7% no volume de vendas e alta de 0,5% na receita nominal ante janeiro. Já na comparação com fevereiro de 2012, houve alta de 1,2% no volume de vendas e de 5,5% da receita nominal.
O setor de veículos, motos, partes e peças teve queda de 1,7% ante janeiro, pela redução dos estoques com IPI reduzido, que causou alta dos preços. Frente ao ano anterior, houve aumento de 3,2%.

Edição: Denise Griesinger
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