Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 4 de maio de 2013

Corte na taxa Selic reduziu gastos com juros em R$ 20 bilhões!


Em um ano, Brasil economiza um Bolsa Família com o corte nos juros - do site 'PT na Câmara', 02/05/2013





O setor público gastou R$ 217 bilhões com pagamento de juros aos investidores nos últimos 12 meses, segundo o Banco Central. Um ano antes, no período de abril de2011 a março de 2012, o gasto havia sido de R$ 237 bilhões. A diferença, R$ 20 bilhões, é praticamente o orçamento do programa Bolsa Família em 2012 (R$ 21 bilhões).

O BC reduziu a taxa básica de juros (a chamada Selic) de 12,5% ao ano, em julho de 2011, para 7,25%, em outubro do ano passado, nível que foi mantido até o dia 18 de abril. Com essa queda, caíram também os juros ao consumidor, levando a um aumento da demanda por bens de consumo.   Como a produção de bens não aumentou na mesma proporção, a inflação acelerou, até atingir 6,59% nos 12 meses encerrados em março.

É verdade que boa parte da inflação resultou de aumento nos preços de alimentos (alta de 13,5% no período), produtos que o consumidor não adquire por meio de financiamento. As condições climáticas contribuíram para esta alta.

A taxa inflacionária, no entanto, já apresenta uma desaceleração da alta registrada nos últimos meses. Diante da expectativa de supersafra agrícola, dados do Governo já mostram a tendência de queda em vários alimentos. Um exemplo é a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que caiu em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre a primeira e a segunda semanas de abril. A maior redução foi observada em Brasília: 0,2 ponto percentual, já que a taxa passou de 0,6% na primeira semana para 0,4% na segunda.

Gastos com juros- 
 grafico1

Há duas semanas, o BC voltou a subir a taxa básica de juros, para 7,5% ao ano.
Mesmo que os gastos com juros voltem a subir, a Selic não voltará a atingir os patamares estratosféricos vivenciados pelos brasileiros há uma década. 

Ao mesmo tempo em que o Governo afirma que não pretende diminuir a política de transferência de renda nem os investimentos em programas sociais em geral, a equipe econômica e a própria presidenta Dilma Rousseff já deixou claro que continuará vigilante em relação à inflação. 

O resgate do crescimento econômico continuará passando pelo cortes de impostos e redução dos custos para o consumidor e produtor.

A expectativa do Governo é que as empresas voltem a aumentar investimentos, como é o caso da indústria de transformação, como já apontado em balanço recente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ou seja, ao investir em máquinas e equipamento, o empresariado está se preparando para produzir mais.

grafico2

Link:


Nenhum comentário: