Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 25 de maio de 2013

Prazo médio da dívida pública bate recorde em abril!

Prazo médio da dívida pública bate recorde em abril

23/05/2013 - 16h48 - Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

Dívida Pública líquida do setor público caiu fortemente desde o início do governo Lula. 
Brasília – O tempo que o governo leva para renovar completamente a Dívida Pública Federal (DPF) bateu recorde em abril. Segundo números divulgados hoje (23) pelo Tesouro Nacional, o prazo médio da DPF atingiu 4,22 anos no mês passado, o maior intervalo desde 2005, quando o órgão começou a registrar a série histórica.
Em março, o prazo médio tinha atingido 4,18 anos. O Tesouro Nacional não divulga o resultado em meses, apenas em anos. Prazos mais longos são favoráveis ao Tesouro porque dão ao governo mais tempo para planejar e executar as operações de rolagem (renegociação) da dívida pública.
A participação dos vencimentos nos próximos 12 meses caiu de 26,33% para 26,21%. Quanto menor o volume a vencer no curto prazo, mais fácil se torna a administração da dívida pública.
Até o fim do ano, o Tesouro Nacional registrará elevados volumes de vencimentos (acima de R$ 50 bilhões) em maio, julho e setembro. No entanto, o coordenador geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, disse que a DPF encerrará o ano acima de R$ 2,1 trilhões, limite mínimo da banda estabelecida pelo governo. Em dezembro, a dívida pública havia ultrapassado a barreira de R$ 2 trilhões, mas voltou a cair nos meses seguintes por causa do grande volume de vencimentos de títulos.
Sobre a queda da participação de estrangeiros na dívida interna, Garrido disse que a retração foi pontual e que a presença de não residentes voltará a crescer nos próximos meses. “No médio e no longo prazo, a tendência é que os estrangeiros continuem a se interessar na dívida interna brasileira”, ressaltou.
Depois de bater recorde em março, a participação dos estrangeiros na dívida interna teve leve queda no mês passado. A fatia da dívida mobiliária interna – em títulos – nas mãos de não residentes caiu para 14,6% (R$ 269,44 bilhões) em abril, contra 14,8% (R$ 273,32 bilhões) registrados no mês anterior.
O coordenador negou ainda que a demanda por títulos prefixados tenha caído depois que o Banco Central reajustou a taxa Selic – juros básicos da economia. “As taxas de juros [dos papéis prefixados] têm oscilado, mas, em termos de demanda, não observamos nenhuma dificuldade na venda de títulos prefixados nos últimos meses”, declarou.
Os títulos prefixados têm os juros definidos com antecedência, o que permite aos investidores saber exatamente quanto vai receber no momento do resgate. No entanto, quando o Banco Central aumenta os juros básicos, a tendência é que a demanda pelos papéis atrelados à Selic aumente e que a disposição dos aplicadores em comprar papéis prefixados diminua.
Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado recursos dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
Edição: José Romildo
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