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"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

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Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 7 de julho de 2013

Dívida líquida do setor público cai para 34,8% do PIB em Maio!

Superávit primário de R$ 5,6 bilhões é o maior para o período desde 2011

28/06/2013 - 11h22 - Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil´
Dívida Líquida do setor público caiu para 34,8% do PIB em Maio deste ano, atingindo, contra 51,5% do PIB em Dezembro de 2002.
Brasília – O superávit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – ficou em R$ 5,681 bilhões, em maio, de acordo com dados divulgados hoje (28) pelo Banco Central (BC). O superávit primário é a economia que o governo faz para o pagamento de juros da dívida pública. O resultado de maio é o maior para o mês desde 2011 (R$ 7,5 bilhões).
Em maio do ano passado, o resultado foi menor –R$ 2,653 bilhões. Mas houve redução em relação a abril deste ano, quando foi registrado superávit primário R$ 10,328 bilhões.
De janeiro a maio, o superávit primário chegou a R$ 46,729 bilhões, contra R$ 62,865 bilhões de igual período de 2012. Em 12 meses encerrados em abril, o superávit primário ficou em R$ 88,816 bilhões, o que corresponde a 1,95 % do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
No último dia 12, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo está comprometido com a meta ajustada de superávit primário – economia de recursos para pagar os juros da dívida pública – de 2,3% do PIB.
Originalmente, a meta de superávit primário correspondia a 3,1% do PIB, mas o próprio ministro admitiu que o governo vai abater do esforço fiscal R$ 45 bilhões de gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de perda de receita com reduções de tributos. Esses mecanismos, na prática, reduzem o montante que o governo tem de economizar.
Nos cinco meses do ano, o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) registrou superávit primário de R$ 32,304 bilhões, enquanto que os governos estaduais apresentaram R$ 12,424 bilhões e os municipais, R$ 2,823 bilhões. As empresas estatais tiveram déficit primário de R$ 821 milhões, de janeiro a maio deste ano.
O esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros que incidem sobre a dívida. De janeiro a maio, as despesas com juros ficaram em R$ 100,466 bilhões. Em 12 meses encerrados em maio, esses gastos chegaram a R$ 219,421 bilhões, 4,83% do PIB.
Com os gastos com juros maiores que o superávit primário, o setor público registrou déficit nominal de R$ 53,737 bilhões, nos cinco meses do ano, e de R$ 130,605 bilhões ( 2,87% do PIB), em 12 meses encerrados no mês passado.
O BC informou ainda que a dívida líquida do setor público chegou a R$1,583 trilhão em maio. Esse resultado correspondeu a 34,8% do PIB, com redução em relação a abril (35,5%).
Outro indicador divulgado pelo BC é a dívida bruta do governo geral (governos federal, estaduais e municipais), muito utilizado para fazer comparações com outros países. No caso da dívida bruta, em que não são considerados os ativos em moeda estrangeira, mas apenas os passivos, a relação com o PIB é maior. Em maio, ficou em R$ 2,710 trilhões, o que corresponde a 59,6% do PIB, elevação de 0,2 ponto percentual em relação ao mês anterior.
Edição: José Romildo
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