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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 21 de setembro de 2013

Governo oferecerá mais vantagens para atrair investimentos em rodovias de menor interesse!

Mantega diz que deságio mostrou rentabilidade da concessão de rodovia

18/09/2013 - 12h56
Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (18) que o resultado do leilão da BR-050, divulgado pela manhã, mostrou que o empreendimento é rentável, mesmo com o deságio oferecido pelo consórcio vencedor, de 42,38%. Segundo ele, a experiência de hoje vai servir para remodelar os outros leilões de rodovia.

O Consórcio Planalto, composto por dez empresas, venceu a concessão do trecho da BR-050 GO/MG ofertado hoje (18) em leilão promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na BM&F Bovespa oferecendo a menor tarifa, de R$ 0,04534 por quilômetro.

“Esse deságio na BR-050 mostra que o empreendimento é rentável, lucrativo, a ponto de você dar um deságio e ainda continuar tendo vantagens. A partir desse caso, vamos remodelar as outras rodovias. Aquelas que, como a BR-262, não apresentaram interesse”, disse.

O ministro ressaltou que o governo vai aumentar a atratividade daquelas rodovias que têm um pedágio mais alto e um volume de passageiros menor. “Temos um conjunto atrativo. Sabemos quais são as atrativas. As [rodovias] BR-060, BR-050, BR-040 e BR-163 são todas atrativas. As outras são um pouco menos e vamos remodelar, de modo que tenham um grande interesse e possamos ter uma forte competição e novos deságios”, concluir.

Mantega embarcou para São Paulo, onde terá reunião no final da tarde com representantes do setor de bebidas frias (águas, cervejas e refrigerantes).

Na mesma linha do ministro da Fazenda, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse que um deságio grande é sempre uma notícia importante. “Nós estamos agora abrindo as propostas e estamos vendo solução para a outras concessões. Um deságio grande é sempre uma notícia importante. É positivo”, disse.

Ao ser perguntado se o deságio não era excessivo, Arno Augustin disse que não, e lembrou que o mercado é quem define os preços. Ele destacou que os valores dos estudos são meros limites máximos.

“O valor final de mercado é definido pelo mercado. Ou seja, os diferentes atores que fazem análises desses estudos têm os seus custos na ponta do lápis e fazem as propostas a partir do que eles acham factível e viável”, avaliou.

Arno Augustin participou de audiência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, que começou com atraso porque ele foi impedido pela Polícia Legislativa de entrar na Casa, mesmo se identificando. Arno Augustin só foi liberado depois que o deputado João Magalhães (PMDB-MG), presidente da comissão, foi buscá-lo na porta de entrada do prédio.

Segundo os policiais legislativos, o rigor no acesso público ao prédio da Câmara dos Deputados deve-se a um ato aprovado na semana passada pela Mesa Diretora, que limita o número de pessoas que podem entrar na Casa. Os principais assessores de Augustin, que o acompanharam na apresentação, passaram pelo mesmo constrangimento.
Edição: Davi Oliveira

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