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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Maduro acusa EUA de apoiar oposição em plano para desestabilizar Venezuela!

Maduro acusa EUA de apoiar oposição em plano para desestabilizar Venezuela

10/09/2013 - 0h25
Leandra Felipe *- Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a acusar hoje (9) a oposição do país de manter uma estratégia para “desestabilizar e levar o país a um colapso total”. Ele disse que o plano do qual suspeita, tem apoio dos Estados Unidos.

Segundo Maduro, o plano inclui atentados a instalações petroleiras e elétricas e também ações para intensificar o desabastecimento de produtos de consumo, como leite, carne e papel higiênico. De acordo com ele, o plano levaria o país a um colapso em outubro. Maduro culpou a oposição do país pela escassez de produtos e disse que está “chamando os empresários” que suspeita de participarem do processo de desabastecimento para conversar.
 “Nas eleições presidenciais de abril [os opositores] fizeram uma guerra brutal contra a economia e mantiveram a estratégia. Agora dão ordens a algumas cadeias de distribuição, baixando o nível de abastecimento para que cheguemos a outubro e novembro em uma situação de calamidade”, disse. O país terá eleições municipais em dezembro.
Maduro exemplificou o suposto plano referindo-se às provas apresentadas pelo ministro de Energia e Petróleo da Venezuela, Rafael Ramírez, sobre uma explosão ocorrida em agosto de 2012 na Refinaria de Amuay. Segundo o ministro, as investigações provaram que o acidente foi provocado intencionalmente. Na época, o presidente Hugo Chávez estava em campanha presidencial para as eleições de outubro de 2012. A explosão deixou 47 mortos e mais de 130 feridos.
Na semana passada o país enfrentou um apagão que atingiu pelo menos 12 estados e mais de 60% do território venezuelano. Maduro também disse que o incidente foi provocado por seus adversários políticos. O governo decretou estado de emergência no setor elétrico do país em agosto.
A oposição liderada pelo governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, nega as acusações e devolve com críticas ao governo, dizendo que os problemas do país são resultado de uma “má administração dos recursos públicos e de incompetência”.
*Com informações da Multiestatal Telesur e Prensa Latina (Agência Pública de Notícias de Cuba)
Edição: Fábio Massalli
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