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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Serasa: Inadimplência do consumidor diminui 10,8% em Setembro (sobre o mesmo mês de 2012)!

Inadimplência do consumidor registra queda de 2,8% em setembro, aponta Serasa

10/10/2013 - 9h25 - Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A inadimplência do consumidor caiu 2,8% em setembro na comparação com o mês anterior, aponta levantamento divulgado hoje (10) pela empresa de consultoria Serasa Experian. 
Essa é a quarta queda mensal consecutiva. Em relação a setembro do ano passado, a queda é maior, com taxa de 10,8%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, no entanto, o indicador apresenta leve alta de 0,7%.
Os economistas da Serasa avaliam que o resultado é decorrente das baixas taxas de desemprego, do recuo da inflação e de uma atitude mais cautelosa dos consumidores para contratação de novas operações de crédito.
A maior queda ocorreu nos títulos protestados, com variação negativa de 20%. O item, no entanto, contribuiu apenas 0,3 ponto percentual para o decréscimo do indicador. 
As maiores contribuições foram das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) e da inadimplência com os bancos, com taxas de -2,6% e -2,9%, respectivamente. 
Os cheques sem fundos, por sua vez, não apresentaram variação em setembro.
O valor médio dos títulos protestados tiveram queda de 5,2% de janeiro a setembro, na comparação com o ano anterior, passando de R$ 1.458,58 para R$ 1.382,66. As dívidas não bancárias também caíram 4,6% no mesmo período (de R$ 330,81 para R$ 315,70). 
Os valores das dívidas com cheques (R$ 1.642,30) e com bancos (R$ 1.330,14), por outro lado, apresentaram alta de 9,2% e 2,4%, respectivamente.
Edição: Davi Oliveira

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