Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 16 de novembro de 2013

O desespero da oposição e o vale-tudo na eleição presidencial de 2014! - por Marcos Doniseti!

O desespero da oposição e o vale-tudo na eleição presidencial de 2014! - por Marcos Doniseti!

Pesquisa Ibope de Outubro deste ano mostra Dilma com 41% das intenções de voto, muito à frente dos candidatos oposicionistas (Aécio e Eduardo Campos). Em votos válidos, Dilma chega aos 63,1%. 

Segundo o Banco Central divulgou nesta semana, a economia brasileira diminuiu 0,12% no terceiro trimestre deste ano, mostrando uma estabilidade na atividade econômica do país.

Porém, é bom lembrar que a economia brasileira tem sido uma das que mais está crescendo no mundo em 2013. No primeiro trimestre deste ano o crescimento do PIB brasileiro ficou atrás apenas do da China, Japão e Coréia do Sul. E no segundo trimestre, somente a China cresceu mais do que o Brasil no mundo inteiro.
E é bom lembrar, também, que toda a economia mundial enfrenta, desde 2008, um período de forte desaceleração do seu ritmo de crescimento.

Na China, por exemplo, a atual taxa de crescimento econômico é de 7,7% ao ano, enquanto no começo de 2010 ela era de 10,9%. Portanto, o ritmo de crescimento da economia chinesa despencou quase 40% neste período de tempo.

Mesmo assim, num ambiente econômico extremamente ruim para toda a economia mundial, o fato mais importante é que a econimia do Brasil manteve uma trajetória de crescimento, mesmo que em um menor ritmo.

Evitar uma recessão foi o principal, o mais importante, para o país, nestes últimos anos.

Assim, a grande conquista do Brasil, neste período de tempo, foi o de preservar o crescimento (mesmo que moderado) e, mais do que isso, manter reduzida a taxa de desemprego, aumentar a renda da população e, logo, continuar diminuindo a pobreza e a miséria.

Com isso, na prática, o que de fato aconteceu é que, para a população brasileira, não houve crise alguma, pois a renda familiar continua crescendo num ritmo muito superior ao do crescimento do PIB.

Parodiando o Ditador Assassino e Fascista da época da Ditadura Militar, Garrastazu Médici, podemos dizer que, hoje, 'A economia não está tão boa, mas a situação do povo vai muito melhor' (eu digo 'É a distribuição de renda, estúpido!').

Economia chinesa, que é a que mais cresce no mundo nas últimas décadas, teve uma forte queda no seu ritmo de crescimento nos últimos anos. O mesmo fenômeno ocorreu com a economia mundial, afetando o crescimento do Brasil, é claro. 

Assim, mesmo durante a pior crise econômica mundial desde a Grande Depressão dos anos 1930 (avaliação esta que é feita pelo FMI), o Brasil manteve a estabilidade econômica, controlou a inflação, diminuiu a dívida pública (está em 35% do PIB, contra 60% do PIB em 2002), reduziu o desemprego (4,6% em Dezembro de 2012, contra 10,5% em Dezembro de 2002), aumentou a renda real dos trabalhadores e preservou e reforçou as políticas econômicas e sociais que foram adotadas no governo Lula com a finalidade de combater e reduzir a pobreza e a miséria.

Assim, o orçamento do Bolsa Família continuou crescendo; o Minha Casa Minha Vida é um sucesso, já tendo entregue mais de 1,3 milhão de novas moradias; o desemprego está no menor patamar da história; o salário mínimo continua aumentando acima da inflação todos os anos, a oferta de crédito na economia continua em expansão, já tendo chegado a 54% do PIB, a taxa de inflação continua dentro das metas (e em 2013 ela deverá ficar no mesmo patamar de 2012, ou seja, em 5,8% ao ano).

Tudo isso explica o motivo de Dilma ser a grande favorita para vencer a eleição presidencial no 1o. turno em 2014, tal como demonstram todas as pesquisas eleitorais mais recentes (Ibope, Vox Populi, Datafolha e CNT-MDA).

E muito diferente do que diz a Grande Mídia desonesta e manipuladora, não há nenhuma perspectiva de que a atual situação econômica e social brasileira irá se deteriorar nos próximos anos, a ponto de colocar em risco a vitória de Dilma no próximo ano. E é claro que a Grande Mídia golpista e a oposição reacionária sabem disso.

Noticiário midiático sobre o país adota um tom catastrofista, tentando convencer aos brasileiros de que o mesmo vai de mal a pior. Mas as previsões nunca se confirmam... E a credibilidade da Grande Mídia vai para o vaso sanitário, é claro. 

E é justamente por isso que a Grande Mídia ainda faz um esforço gigantesco para tentar gerar uma grave crise econômica e social que pudesse provocar uma reviravolta política e eleitoral a ponto de Dilma ser derrotada. Mas todo esse esforço está sendo em vão, até o momento, pelo menos.

Vejam o que aconteceu em 2013: No início deste ano, a Grande Mídia disse que teríamos um racionamento de energia elétrica. Ele não aconteceu. Depois, essa Grande Mídia manipuladora e golpista apostou num descontrole inflacionário que também não ocorreu, usando do tomate como exemplo (e ignorando que o aumento do preço do mesmo se deu em função de uma forte diminuição da safra que ocorreu por causa de fatores climáticos, sendo fruto de um problema meramente conjuntural e temporário, portanto).

E agora essa Mídia reacionária, medíocre e patética aposta as fichas num inexistente 'descontrole fiscal', escondendo a informação de que a dívida pública líquida atual é de 35% do PIB, contra 60% do PIB em 2002, como já afirmei aqui; o déficit público anual estabilizou-se em torno de 2,5% nos últimos anos; na Espanha, por exemplo, ele é 6,6% do PIB; nos EUA é de 5,5% do PIB.

E é claro que esse 'descontrole fiscal' também não irá acontecer.

Assim, qual é o cenário mais realista e previsível para o Brasil nos próximos anos e que deverá se manter enquanto a economia mundial continuar crescendo num ritmo moderado (e grande parte dela, extremamente importante, continuar estagnada ou crescendo num ritmo muito lento, como são o caso dos EUA, Japão e da UE)?

A economia brasileira deverá manter a atual trajetória, com as seguintes características:

1) Crescimento do PIB em torno de 2% a 2,5%. Depois, com a expansão dos investimentos em infra estrutura (com as concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos), no pré-sal e na ampliação dos serviços públicos urbanos (saúde e transporte coletivo, em especial) o ritmo de crescimento econômico brasileiro deverá se acelerar, talvez chegando a 3,5% a 4% ao ano;

2) Taxa de inflação dentro da meta, em torno de 6% ao ano, o que acontece desde 2005;

3) Continuidade da redução da dívida pública líquida, que caiu de 60% do PIB (em 2002) para 35% do PIB em 2013 e que deverá se aproximar cada vez mais do patamar de 30% do PIB, que era o que o Brasil tinha antes do governo FHC;

4) Aumento da oferta de crédito, tornando-o cada vez mais acessível para a população e para a economia como um todo;

O aumento real do salário mínimo superou os 70% entre 2003-2013, o que contribuiu fortemente para melhorar o padrão de vida dos trabalhadores mais pobres, além de beneficiar cerca de 19 milhões de pensionistas do INSS. No total, cerca de 46 milhões de pessoas tem a sua renda atrelada ao valor do salário mínimo, representando uma importante fonte de redução da pobreza e da miséria no país. 

5) Elevação da renda real dos trabalhadores, que continua aumentando num nível muito maior ao do PIB brasileiro;

6) Desemprego reduzido, com uma média anual de 5% a 5,5%;

7) Diminuição da concentração de renda, das desigualdades sociais, da pobreza e da miséria, levando à continuidade da expansão do mercado consumidor brasileiro. Entre 2003-2011, 50 milhões de brasileiros ascenderam das classes D-E para as classes A-B-C. E em função de todo este cenário que foi explicado aqui, tal processo deverá ter continuidade nos próximos anos.

Realmente, num cenário desses, somente um louco poderá acreditar que Dilma será derrotada na próxima eleição presidencial.

Porém, a oposição (midiática-partidária-judiciária) está totalmente desesperada e usará de todos os recursos disponíveis para tentar derrotar Dilma em 2014.

O jogo será muito sujo e pesado, como nunca se viu na história do país.

Tudo será usado contra Lula-Dilma-PT para convencer os brasileiros de que o país vai de mal a pior:

A) Um noticiário catastrofista permanente;

B) Mensalão e corrupção como sendo 'invenções petistas';

C) Mentiras deslavadas sobre a real situação da economia brasileira;

D) 'Protestos' e 'manifestações' que desaguem em casos brutais de violência (os fascistas dos Black Blocs e os imbecis e inocentes úteis da pseudo-esquerda do PSTU e do PSOL estão aí para isso mesmo).

E) E muito provavelmente essa oposição reacionária irá tentar jogar alguns cadáveres no colo do governo Dilma, o que poderá gerar um clima de revolta no país que possa levar à derrota desta na eleição presidencial.

Assim, todo cuidado é pouco.

Em circunstâncias normais, Dilma estaria eleita e já poderia encomendar a roupa da posse. Mas quem foi que disse que vivemos em 'tempos normais'?

A oposição elitista, golpista e reacionária sabe que com os gigantescos investimentos que serão feitos no pré-sal, nos próximos anos e décadas, haverá uma nova fonte de geração de riquezas, empregos e de impostos para o Estado brasileiro.

O petróleo do pré-sal representa uma nova e gigantesca fonte de recursos para a economia, a sociedade e o Estado brasileiros. Segundo estimativas, somente nos primeiros 10 anos terão que ser investidos cerca de US$ 500 bilhões para viabilizar a produção desta imensa riqueza. E serão gerados cerca de 87 milhões de empregos nos primeiros 30 anos. 


Com esses recursos, será possível aumentar substancialmente os investimentos públicos nos mais variados setores da economia e da sociedade brasileira. E é claro que a disputa política e eleitoral que se trava no país, atualmente, tem como foco principal justamente a busca pelo controle desta imensa fonte de riquezas que é o pré-sal.

E é claro que os partidos políticos e as forças sociais organizadas que estiveram no comando do Estado brasileiro quando a riqueza do pré-sal começar a jorrar na economia e nos cofres públicos terão uma gigantesca vantagem em relação aos que estiverem na oposição.

E é evidente que o controle de tais recursos, será possível investir muito mais em educação, saúde, infra estrutura, ciência e tecnologia, proteção ambiental, etc. E é claro que quem estiver governando o país, neste momento, será imensamente beneficiado com isso e poderá colher os frutos, políticos e eleitorais, por muitos anos seguidos, talvez décadas, desta situação.

Também não se pode esquecer que os principais partidos de oposição aos governos Lula-Dilma estão, gradualmente, se enfraquecendo no Brasil. PSDB, DEM, PPS estão cada vez mais perdendo espaço nas eleições. Os resultados da última eleição municipal foram muito ruins, por exemplo, para os tucanos em 4 estados que são fundamentais para a sua sobrevivência política (SP, MG, PR em GO). Qualquer derrota para o governo destes estados irá enfraquecer ainda mais os tucanos. O DEM e o PPS também estão caminhando para se tornarem partidos muito menores do que são atualmente. Somados, estes três partidos deixaram de administrar centenas de municípios nas mais recentes eleições e sofreram derrotas significativas em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde tivemos a vitória de Haddad e a reeleição de Eduardo Paes.

Não seria exagero, portanto, dizer, que a oposição tradicional e conservadora (PSDB-DEM-PPS) joga, na próxima eleição, a sua sobrevivência enquanto força política e eleitoral relevante no país.

Vitórias de Eduardo Paes, no RJ, e principalmente a de Haddad na capital paulista simbolizaram a fraqueza do PSDB-DEM-PPS nas eleições municipais, nas quais perderam o controle da maior cidade brasileira e foram derrotados em centenas de municípios, enquanto o PT e o PSB (bem como a nova legenda de Kassab, o PSD) cresceram de maneira significativa. 

Uma nova derrota na eleição presidencial e em alguns estados importantes nas quais governa atualmente (os 4 citados anteriormente) irá provocar um significativo esvaziamento destas legendas nos próximos anos, fazendo com que deixem de ser uma alternativa viável de poder. E isso é fatal para qualquer partido político que se preze. Partido político que não é alternativa de poder vai para o beleléu. Acaba, pura e simplesmente.

Caso isso aconteça, a oposição não deixará de existir, é claro, mas novas forças políticas e partidárias irão ocupar o espaço da mesma, tais como a futura 'Rede' de Marina-Itaú-Natura e o PSB de Eduardo Campos.

E no caso da Grande Mídia, o maior medo vem da expansão da internet banda larga no Brasil e do desenvolvimento das novas tecnologias de informação, pois ela sabe que esse processo irá prosseguir e se acelerar nos próximos anos e décadas.

A verdadeira mina de ouro do pré-sal... Disputas políticas e eleitorais atualmente, no Brasil, passam pelo desejo de controlar toda essa gigantesca fonte de recursos e de riquezas para o país. 

Com isso, a própria sobrevivência dos grandes grupos empresariais de comunicação privados de tradicionais famílias brasileiras (Marinho, Saad, Abravanel, Frias de Oliveira, Sirotsky, Civita) estará sob risco.

Basta ver o que está acontecendo, neste momento, com o tradicional e reacionário 'Estadão' (que foi contra a Lei Áurea e a criação das Leis Trabalhistas), que está à venda e sequer encontra um comprador.

Por isso é que a Grande Mídia estará usando de tudo o que for possível para derrotar Dilma e poder voltar a ter no governo federal a presença de forças políticas e sociais que sejam submissas aos seus interesses e privilégios.

As novas tecnologias de informação estão transformando em pó muitos negócios lucrativos e tradicionais que a Grande Mídia explorava há muito tempo. Medo das mudanças no setor explica grande parte do seu oposicionismo histérico contra os governos petistas, pois os mesmos recusam-se a ajudar a Mídia tradicional neste processo. Já o PSDB-DEM-PPS são bem amigáveis nestas horas...

Assim, ela acredita que poderá manter sob o seu controle direto a velocidade e a natureza das mudanças que se desenvolvem no setor de tecnologia de informação, que está tornando obsoletas as mídias tradicionais, como os jornais e as revistas, e que está promovendo uma forte redução na audiência das principais emissoras de TV.

Nesta semana, mesmo, vimos que o 'Jornal Nacional' está alcançando meros 23 pontos no Ibope, o que representa os menores índices de audiência da sua história. E dizer que na época da Ditadura Militar esse percentual beirava os 100%, já que a 'Rede Globo' foi a grande beneficiária da expansão do sistema de telecomunicações brasileiro durante o regime ditatorial, tendo sido, durante muito tempo, a única rede de TV a ser sintonizada em, praticamente, 100% do território nacional, configurando-se num virtual monopólio midiático.

Essa época acabou e é claro que a Grande Mídia sabe disso. E é por isso que ela precisa ter, no comando do país, aquelas forças políticas e sociais que sempre foram aliadas e submissas aos seus interesses, pois daí ela poderá conduzir o processo de mudanças numa direção e numa velocidade que sejam convenientes para os Latifundiários da Mídia tupiniquim.

Logo, temos no Brasil, hoje, uma oposição midiática, partidária que está virtualmente desesperada com a, neste momento, provável vitória de Dilma na eleição presidencial de 2014. E é claro que, neste contexto, ela irá fazer de tudo e mais um pouco para conquistar o Palácio do Planalto no próximo ano, custe o que custar.

Além das oposições midiática e partidária, uma outra se desenvolveu no Brasil, nos últimos, que é do Poder Judiciário e do Ministério Público.

É bom lembrar que o Poder Judiciário sempre foi o mais conservador dos três poderes do Estado e seus membros são, na sua grande maioria, originários das camadas de maior renda e conservadora da população. E o mesmo vale para o Ministério Público, que se tornou uma outra fonte de renda e de ascensão social e econômica para estudantes originários de famílias de classe média de perfil mais tradicional e conservador.

A criação do CNJ pelo governo Lula, com o apoio decisivo de Zé Dirceu, irritou o mais conservador e avesso à transparência dos poderes do Estado, que é o Judiciário. Isso explica e muito a ira da Justiça contra Zé Dirceu, Genoíno e outras lideranças do PT. 
Assim, não é à toa que uma das principais palavras de ordem das manifestações organizadas por setores de classe média, durante o mês de Junho, e que tinha total apoio da Grande Mídia, era pela derrubada da PEC 37, que diminuía o poder de investigação do Ministério Público. Aliás, pela Constituição, ele não têm, de fato, tal poder, mas o utiliza com fins políticos, partidários, propagandísticos e midiáticos que são interessantes para pessoas originárias das classes médias tradicionais do país.

Logo, não é à toa que vários promotores bem relacionados com a Grande Mídia passaram a se projetar e a se eleger para cargos como o de deputado estadual e federal nos últimos anos. Eles se apresentaram como defensores da moralidade e guerreiros que lutam contra a corrupção, agradando à classe média conservadora e tradicional, que passa a votar nos mesmos.

Isso explica muito da ira que se abateu sobre Zé Dirceu, Genoíno e o PT nos últimos anos, pois o governo Lula estimulou a criação do CNJ e do CNMP, duas entidades destinadas a fiscalizar e controlar a atuação do Poder Judiciário e do Ministério Público, a fim de coibir os privilégios e abusos dos mesmos e que não são poucos. 

A criação do Regime de Partilha pelo governo Lula garantiu ao Estado brasileiro que o mesmo, mesmo investindo menos (via Petrobras) acabe ficando com a maior parte da renda gerada pela produção de petróleo do pré-sal.

E o PT ainda queria aprovar a PEC 37, irritando os membros do Ministério Público (Obs: Enquanto isso, o governador Geraldo Alckmin nomeou a esposa do Procurador-Geral de Justiça do estado de SP para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes... E qual é a função do Procurador-Geral? Justamente a de investigar o governo de SP... Como são espertos esses tucanos, não é mesmo?).

E daí, nesta situação de virtual desespero, a oposição midiática-partidária-judiciária irá usar, em 2014, do famoso 'vale tudo':

1) Black Blocs e descerebrados do PSOL-PSTU depredando tudo, o que irrita a população cada vez mais, que põe a culpa no governo de plantão pela situação;

2) Atrapalhar a organização da Copa do Mundo, com protestos e quebra-quebras diários, visando divulgar uma imagem negativa do Brasil para o mundo;

3) Torcer contra uma vitória da Seleção na Copa;

Black Blocs usam de métodos violentos, muito semelhantes aos da SA, as tropas de assalto do Partido Nazista alemão. 

4) Promover um noticiário catastrofista sobre o país, divulgando as mentiras mais deslavadas sobre a situação econômica e social brasileira, dizendo mentiras e imbecilidades como a de que o desemprego e a inflação irão disparar, o racionamento de energia é inevitável, as contas públicas estão em péssima situação, a cotação do dólar irá fugir do controle e todas as mentiras mais patéticas e ridículas que puderem inventar para jogar a população contra o governo Dilma e, assim, poder derrotá-la.

Portanto, a oposição está, virtualmente, desesperada e, nestas circunstâncias, todo cuidado é pouco por parte de Dilma, Lula e o PT.


A luta continua!

Links:

Audiência do 'Jornal Nacional' é a menor da história:


Pesquisa Ibope de Outubro de 2013: Dilma lidera com 41% das intenções de voto:


Pré-Sal irá gerar 87 milhões de empregos em 30 anos:



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