Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 22 de dezembro de 2013

CIA ajudou Exército colombiano a matar dirigentes das Farc!

CIA ajudou Exército colombiano a matar dirigentes das Farc, diz jornal

Segundo Washington Post, plano foi autorizado em 2000 pelo então presidente, George W. Bush e teve sequência sob Obama











A CIA (Agência de Inteligência dos EUA) ajudou o Exército colombiano a matar pelo menos 24 líderes das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) através de um programa secreto. 
O plano foi autorizado em 2000 pelo então presidente, George W. Bush e teve continuação com o presidente Barack Obama, segundo fontes militares norte-americanas, de inteligência e diplomáticas citadas pelo jornal Washington Post neste domingo (22/12).
A reportagem indica que o plano contra as FARC ofereceu um orçamento multimilionário da ajuda militar norte-americana do chamado "Plano Colômbia". O Washington Post baseou sua informação em entrevistas com mais de 30 funcionários americanos e colombianos tanto da atual como de administrações anteriores e a maioria dos entrevistados fizeram suas declarações sob condição de anonimato.

Os EUA também forneceram bombas inteligentes - que funcionam com sistema GPS. Em uma das operações, Rául Reyes, um dos principais líderes da FARC, foi assassinado na fronteira do Equador. Washington Post assegura que este programa secreto na Colômbia é uma das maiores ações da inteligência encoberta desenvolvidos por Washington desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

Em novembro, o governo colombiano e as FARC anunciaram em Havana o fechamento de um acordo parcial sobre a participação política de membros da guerrilha, após a conclusão de um processo pelo fim do conflito. “Chegamos a um acordo fundamental sobre o segundo ponto da agenda [participação política], e o que alcançamos aprofunda e robustece nossa democracia”, disse o diplomata cubano Rodolfo Benítez.

Classificado de "histórico" pela comunidade internacional, as duas partes chegaram a um acordo em três pontos, como direitos e garantias para a participação política e para exercer a oposição e também acesso aos meios de comunicação. Apesar do avanço no diálogo de paz, as FARC e o governo concordaram que as condições para a criação de um partido político para a guerrilha ainda devem ser discutidas. “Isso faz parte de um acordo mais amplo que contém seis pontos e que esperamos atingir prontamente”, afirma o comunicado.
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