Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 1 de dezembro de 2013

Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia!

Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia

29/11/2013 - 16h56 - Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com o fraco desempenho do consumo industrial, que apresenta resultado negativo de 0,1% no acumulado dos últimos 12 meses, as famílias e o comércio vêm respondendo pelos dados positivos da demanda energética do país, que fechou o mês de outubro com expansão de 4,3% em relação a igual mês de 2012 – a maior alta do ano nesta base de comparação.
Dados da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgados hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), comprovam que, mais uma vez, foram os setores da baixa tensão – em que são atendidos os consumidores residenciais e grande parte dos ramos de comércio e serviços – que deram a maior contribuição para o aumento do consumo de energia no país, em outubro.
O consumo das famílias cresceu 7,6% no mês em relação a outubro de 2012 e o do comércio, 7,3%. Juntos, os dois segmentos responderam por 75% da expansão do consumo de energia no mês de outubro e quase 80% do aumento acumulado no ano.
As informações indicam, ainda, que em outubro, o consumo de energia nas residências brasileiras alcançou 10.533 gigawatts-hora. O crescimento do consumo foi significativo em praticamente todas as regiões, com taxas variando entre 7,1% e 13,8%. A exceção foi o Sudeste, que apresentou expansão relativamente menor, de 4,5%.
Edição: Juliana Andrade
Link:

Nenhum comentário: