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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 8 de dezembro de 2013

Pela primeira vez, OMC entregou o que prometeu, diz Roberto Azevêdo!

Pela primeira vez, OMC entregou o que prometeu, diz Roberto Azevêdo

07/12/2013 - 16h23 - Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil



Brasília – O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, disse que o organismo internacional finalmente conseguiu entregar o que estava estipulado desde a sua criação: um acordo global para derrubar as barreiras comerciais. “Pela primeira vez na história, a OMC verdadeiramente entregou o que promete”, declarou Azevêdo, após a conclusão do acordo sobre o tema em reunião na Ilha de Bali, na Indonésia.
Em declarações publicadas na página da OMC na internet, Azevêdo disse que os países mostraram comprometimento em relação à conclusão da Rodada Doha, cujas negociações começaram em 2001 com previsão de término em 2005, mas estavam travadas há quase dez anos. “Desafiei todos vocês, aqui em Bali, a mostrar a vontade política de que precisávamos para nos levar até a linha de chegada. Vocês fizeram isso, e eu agradeço a vocês por isso”, destacou.
O acordo que pôs fim à paralisação da Rodada Doha deu mandato à OMC para preparar, nos próximos 12 meses, um programa de trabalho para a retomada das negociações. Os países desenvolvidos querem a abertura dos mercados aos produtos industrializados. Já os países em desenvolvimento e a Austrália, agrupados no G20, querem a retirada dos subsídios que prejudicam as exportações de produtos agropecuários para os países ricos.
“É muito bem-vindo que vocês nos tenham instruídos a preparar, nos próximos 12 meses, um programa de trabalho claramente definido para esse fim”, disse o diretor-geral da OMC, após cinco dias de reunião em Bali.
O ministro indonésio do Comércio, Gita Wirjawan, também comemorou o resultado da reunião dos 159 delegados de países-membros da OMC. “Alcançamos o que muitos disseram que não poderia ser feito. O presidente [da Indonésia] Susilo Bambang Yudhoyono nos disse na quinta-feira que o clima místico de Bali teria um efeito positivo nas nossas negociações. Este é o lugar onde os acordos são fechados. Estou satisfeito que Bali não tenha nos decepcionado”, comentou.
Edição: Davi Oliveira

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