Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 31 de agosto de 2013

Para vice-diretor da FGV, dados do IBGE sinalizam recuperação da economia!

Para vice-diretor da FGV, dados do IBGE sinalizam recuperação da economia

30/08/2013 - 13h04 - Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

Brasília - O vice-diretor de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rogério Sobreira, acredita que a taxa de investimento do segundo trimestre do ano, divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os dados do Produto Interno Bruto (PIB), indica sinais de recuperação da economia brasileira.

Segundo o IBGE, o PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,5% no segundo trimestre ante o período anterior. Além disso, a taxa de investimento em percentual do PIB subiu de 17,9% no segundo trimestre de 2012 para 18,6% no segundo trimestre deste ano.

Sobreira considerou o resultado bom, pois ficou acima do que alguns analistas esperavam. Para ele, a manutenção dos investimentos, diferentemente das estimativas do início do ano - quando se esperava que a taxa se mantivesse fraca - é um bom indicador. “No segundo trimestre, os investimentos vêm forte e aparentemente sinalizam recuperação”, disse à Agência Brasil.

Para o professor, se a taxa de investimento for somada à perspectiva de realização dos “leilões chaves” de infraestrutura, como em setores de aeroportos, portos e rodovias, a situação será ainda melhor para o país.

Outro dado importante, segundo ele, é que, se os investimentos estão fortes, a fase da acumulação de estoques por parte do setor produtivo já passou. “Tudo indica que os empresários voltaram a investir, embora estejam acumulando estoques, evidentemente. Deve estar havendo, assim, uma criação nova de capacidade produtiva”, destacou.

O segundo aspecto destacado por Sobreira é o consumo das famílias, que vinha muito bem nos dois últimos trimestres de 2012 e depois enfrentou uma queda no inicio do ano. Para o professor, tudo indica que o fator está “ensaiando” uma recuperação. “Olhando um número tão agregado como esse, eu diria que pode estar havendo um movimento de, com as famílias pagando as dívidas, elas voltarem, ainda que lentamente, a consumir”.

Rogério Sobreira entende que, se houver a combinação da recuperação dos gastos das famílias com os investimentos, existe uma expectativa muito positiva em relação ao PIB deste ano. “Acho que muitos analistas que vinham fazendo previsões até abaixo de 2% terão que rever as suas previsões”.

Edição: Davi Oliveira
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Investimentos e exportações foram principais responsáveis pela demanda no 2o. trimestre!

Investimentos e exportações foram principais responsáveis pela demanda no segundo trimestre

30/08/2013 - 11h36 - Vitor Abdala- Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A formação bruta de capital fixo, que representa os investimentos feitos no país, foi um dos principais fatores que impulsionaram a demanda brasileira no segundo trimestre de 2013, com um crescimento de 3,6% na comparação com o trimestre anterior. O dado foi divulgado hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os investimentos vêm aumentando desde o último trimestre do ano passado (1,5%). No primeiro trimestre do ano, o crescimento foi 4,7%. 
Segundo a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, a alta dos investimentos está relacionada com o aumento da produção da construção civil, que teve alta de 3,8%, e da indústria da transformação (1,7%).
Na indústria da transformação os setores que mais se destacaram são relacionados aos bens de capital. “Vários setores fabricantes de bens de capital cresceram bastante nesse trimestre, influenciados por vários motivos, como câmbio e políticas específicas do governo. 
Houve alta nos setores de máquinas e equipamentos, máquinas e equipamentos elétricos, equipamentos médico-hospitalares e indústria automotiva. A produção dos quatro setores teve influência importante nos investimentos”, disse Rebeca.
A taxa de investimento em percentual do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 17,9% no segundo trimestre de 2012 para 18,6% no segundo trimestre deste ano.
Outro impulsionador importante da demanda foram as exportações, com alta de 6,9% na comparação com o trimestre anterior, efeito da desvalorização do real ante o dólar e do grande escoamento de produtos agrícolas, como a soja, para o exterior. 
As importações, por outro lado, tiveram aumento de apenas 0,6%. “Nesse trimestre, a gente teve uma contribuição do setor externo para o crescimento do PIB”, destacou Rebeca. O PIB cresceu 1,5% no período.
Tanto a formação bruta de capital fixo quanto as exportações também tiveram alta na comparação com o segundo trimestre de 2012. Os investimentos cresceram 9% e as exportações, 6,3%.
Depois de um primeiro trimestre de estabilidade, os consumos do governo e das famílias cresceram 0,5% e 0,3% no segundo trimestre, na comparação com o trimestre anterior. 
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o consumo das famílias cresceu 2,3%, o 39º crescimento consecutivo neste tipo de comparação.
“O consumo das famílias está crescendo mais ou menos no mesmo ritmo há dois ou três trimestres. Continua sendo influenciado positivamente pelo crescimento da massa salarial real e do crédito direcionado às pessoas físicas, embora ambos estejam desacelerando”, disse. A alta da inflação e da taxa básica de juros são motivos que podem impedir um aumento mais significativo do consumo das famílias.
Edição: Marcos Chagas
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Vitórias militares da Síria levam EUA a promover guerra contra Assad!

Sobre a intervenção na Síria - por Tariq Ali, da Carta Maior

O regime sírio estava restabelecendo lentamente seu controle sobre o país, contra a oposição armada pelo ocidente e seus Estados subordinados na região (Arábia Saudita e Qatar) - uma situação exigia um corretivo urgente. Essa é a explicação para o eminente ataque ocidental sobre a Síria. Por Tariq Ali


O objetivo da "guerra limitada", conforme foi colocado pelos Estados Unidos e seus vassalos europeus, é simples. O regime sírio estava restabelecendo lentamente seu controle sobre o país, contra a oposição armada pelo ocidente e seus Estados subordinados na região (Arábia Saudita e Qatar). Essa situação exigia um corretivo. A oposição, nessa deprimente guerra civil, precisava ser fortalecida militar e psicologicamente.

Visto que Obama disse serem as armas químicas a "linha vermelha", elas foram obrigadas a entrar em jogo. ‘Cui prodest?’, como os romanos costumavam perguntar. Quem lucra? Certamente, não o regime sírio.

Algumas semanas atrás, dois jornalistas do ‘Le Monde’ já haviam descoberto as armas químicas. A questão é a seguinte: se elas foram usadas, quem as utilizou? O governo Obama e seus simpatizantes gostariam que acreditássemos que Assad permitiu a entrada dos inspetores de armas químicas da ONU na Síria, e, em seguida, marcou sua chegada com um ataque químico contra mulheres e crianças, a cerca de 15 km de distância do hotel onde os inspetores estavam hospedados. Isso simplesmente não faz sentido. Quem realizou essa atrocidade?

No Iraque, sabemos que os EUA utilizaram fósforo branco em Fallujah, em 2004 (lá não havia linhas vermelhas, exceto aquelas feitas com o sangue iraquiano); portanto, a justificativa permanece tão obscura como nas guerras anteriores.

Desde a guerra e a ocupação do Iraque, o mundo árabe está dividido entre sunitas e xiitas. Apoiando as ameaças à Síria estão dois velhos amigos: Arábia Saudita e Israel. Ambos querem que o regime iraniano seja destruído. Os sauditas, por razões de facção, e os israelenses, porque estão desesperados para exterminar o Hezbollah. Esse é o fim de jogo que eles têm em vista e que Washington, depois de resistir um pouco, voltou a jogar. Bombardear a Síria é o primeiro passo.

É tolice se preocupar muito com a Grã-Bretanha. Trata-se de um Estado vassalo, governado de fato por um governo nacional que inclui o trabalhismo parlamentar. Seus partidos políticos vêm aceitando situar-se permanentemente no "quintal da Casa Branca". 


Cameron empolgou-se com a guerra há alguns meses. Quando os EUA aderiram friamente à ideia, a Downing Street calou-se. Agora, está de volta à ação, com o pequeno Ed dizendo que apóia a guerra "relutantemente", a mais patética das posições. Parlamentares conservadores estão articulando uma resistência mais dura. Será que mais conservadores do que trabalhistas se posicionarão contrariamente? Veremos.

Os iranianos reagiram com força e ameaçaram levar a cabo uma retaliação apropriada. Isso pode até ser um blefe, mas revela que, mesmo com um novo e "moderado" líder, elogiado pelos meios de comunicação ocidentais, essa postura não difere da de Ahmadinejad. 


Teerã entende bem o que está em jogo e por quê. Cada intervenção ocidental no mundo árabe e em seus arredores piorou as condições. Os ataques planejados pelo Pentágono e seus parceiros da OTAN parecem propensos a seguir o mesmo caminho.

Enquanto isso, no Egito, um Pinochet árabe está restaurando a "ordem" tradicionalmente, com o apoio um tanto envergonhado dos líderes do conglomerado EUA/UE.

Fonte: ZNet (http://www.zcommunications.org/znet)

Tradução: Felipe Corrêa


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http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=22611

A médica da Folha e a semana de 128 horas!

A médica da Folha e a semana de 128 horas - por André Borges Lopes, da Carta Maior


É difícil saber se essa polêmica do Mais Médicos está fazendo mais estragos na reputação dos médicos ou na dos jornalões brasileiros. Nesta sexta (30), dois jornalões (Folha e O Globo) dão destaque à triste história da Dra. Junice Maria Moreira, médica do programa Saúde da Família, que teria sido demitida para "dar lugar a um cubano" em Murici, interior da Bahia. Para azar dos jornalões, uma repórter seguiu o princípio básico de dar voz ao outro lado. Por André Borges Lopes.

Ricardo Kotscho: Crescimento forte do PIB é um cala-boca nos pessimistas!

Ricardo Kotscho: PIB é um cala-boca nos pessimistas - do Vermelho


Esta não é apenas uma boa notícia, como há tempos vinha procurando, é ótima: para calar a boca dos pessimistas (eu mesmo às vezes sou acometido por esta síndrome), o IBGE anunciou nesta sexta-feira que a economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, bem acima da taxa registrada nos Estados Unidos, que ficou em 0,6%, e em outros países.

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho


Escrevo apenas para registrar uma consequência importante: este número pode animar os investidores daqui e de fora, o principal entrave da economia brasileira no momento, que afeta todos os outros índices. Criou-se um clima de fim de feira que desanimou muita gente, como se o Brasil não tivesse condições de recuperar os níveis de crescimento registrados até 2010 que chamaram a atenção do mundo e atraíram novos investidores.

A economia não é feita só de números, eu sei, mas também do humor de quem decide como e onde aplicar o seu dinheiro. Por aqui, este humor andava péssimo. Após a leitura do noticiário da nova e da velha mídia dava até vontade de desistir e nem sair de casa. Agora, nem parece tão utópica a previsão de um crescimento de 4% no próximo ano feita nesta semana pelo ministro da Fazenda Guido Mantega.

Depois de tantas más notícias e trapalhadas em diferentes áreas, a semana não poderia terminar melhor para o governo porque, depois de nove trimestres consecutivos de crescimento abaixo de 1%, o Brasil inverte os sinais, o que certamente refletirá também no campo político, tornando menos indócil a tal da base aliada.

Para se ter uma ideia do que mudou, surpreendendo todos os analistas e comentaristas econômicos, em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 3,3%. Claro que não faltarão abutres para prever que estes números não representam uma nova tendência e podem não ser confirmados no próximo trimestre. Afinal, toda notícia boa por aqui sempre vem acompanhada de um inevitável "mas...".

Uma coisa é certa: o nosso País sempre nos surpreende, para o bem ou para o mal. O Brasil, positivamente, não obedece às regras dos velhos manuais.


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http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=222847&id_secao=2


IBGE: Taxa de desemprego cai para 5,6% em Julho!

Desemprego fecha julho em 5,6%

22/08/2013 - 9h01 - Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A taxa de desemprego fechou julho em 5,6%. O índice é superior aos 5,4% de julho de 2012, mas inferior aos 6% de junho deste ano. O dado foi divulgado hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
O número de pessoas desocupadas ficou em 1,4 milhão em julho, mantendo-se estável em relação a junho deste ano e a julho de 2012. A população ocupada chegou a 23,1 milhões, ficando estável em relação a junho e 1,5% maior que julho do ano passado.
Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegaram a 11,6 milhões, estável em relação a junho e 3,5% a mais que em julho de 2012. O rendimento real atual ficou em R$ 1.848,40, ou seja, 0,9% inferior a junho (que havia sido de R$ 1.864,39), mas 1,5% superior a julho (R$ 1.821,04).
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é feita nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Porto Alegre.
Edição: Talita Cavalcante//Matéria ampliada às 9h15.
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PIB brasileiro cresce 6,2% (anualizado) no 2o. trimestre e tem 2o, maior crescimento mundial!

Economia brasileira cresce 1,5% no segundo trimestre, aponta IBGE

30/08/2013 - 9h00 - Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro – A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No primeiro trimestre, o PIB havia crescido 0,6% em relação ao trimestre anterior. Pelo lado da produção, o principal destaque foi a agropecuária, que teve alta de 3,9% no trimestre em relação ao trimestre anterior. Também registraram crescimento os setores da indústria (2%) e serviços (0,8%)
Pelo lado da demanda, houve crescimento na formação bruta de capital fixo - que representa os investimentos, de 3,6%, no consumo do governo (0,5%) e no consumo das famílias (0,3%). As exportações tiveram alta de 6,9%, enquanto as importações subiram apenas 0,6% no período.
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB teve crescimento de 3,3%. A economia também cresceu 2,6% no acumulado do ano e 1,9% no acumulado de 12 meses.
 
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Meu Comentário!

Parabéns, Mantega!
Valeu, Dilma!

IGP-M (FGV): Inflação despenca para 3,85% no acumulado em 12 meses!

Índice que reajusta contratos de aluguel atinge 3,85% em 12 meses

29/08/2013 - 10h14
Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,15%, em agosto, ante 0,26% em julho e 1,43% em igual mês do ano passado. Com essa variação, o índice no acumulado do ano atingiu 2,16% e, em 12 meses, 3,85%. Essa última taxa é a que serve de base para cálculos de correção em contratos de aluguel e de energia elétrica.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas mostra que dois dos três componentes do índice apresentaram reduções no ritmo de alta: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com decréscimo de  0,14% ante alta de 0,30%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com variação de 0,31% ante 0,73%.
No entanto, embora tenha sido o único a ter elevação no ritmo de alta, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi o que apresentou a menor taxa, passando de -0,07% para  0,09%. Nesse caso, o resultado reflete principalmente a recuperação de preços das frutas (de -5,46% para -2,47%), o que levou a uma variação do grupo alimentação para -0,03% ante queda de -0,48%.
No Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que teve a maior taxa do período, o que mais influenciou o decréscimo foi o fim das negociações salariais, com a mão de obra saindo de uma alta de 1,05% para 0,03%. A pressão foi exercida pelo subcomponente materiais, equipamentos  e serviços, com correção média dos preços de 0,63% ante 0,37%.
No que se refere ao IPA, que representa as oscilações do mercado atacadista, entre as variações que contribuíram para diminuir o ritmo de alta estão os preços das commodities como a soja (em grão ), com recuo de 3,77% ante alta de 4,92%, o milho (em grão), com queda mais acentuada ( de -2,96% para -6,93), e os  bovinos ( de 2,94% para 1,15%).
Edição: Graça Adjuto
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domingo, 11 de agosto de 2013

Capacidade industrial instalada avança; E agora José?

Zé Dirceu: IDHM comprova avanços sociais e econômicos do Brasil!

José Dirceu: Avanços comprovados - do Vermelho


Apesar do empenho permanente de alguns setores conservadores, em especial da grande mídia, para, dia após dia, negar os grandes avanços socioeconômicos obtidos nos últimos dez anos, nas gestões do PT, a realidade se impõe: novo estudo trazido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgado na semana passada, mostrou progressos significativos no IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) brasileiro nos últimos anos, em todas as áreas pesquisadas.

Por José Dirceu* 


O índice, que é composto por três variáveis —longevidade, educação e renda— e faz parte do Atlas do Desenvolvimento Humano 2013, cresceu 47,5% nos últimos 20 anos, com melhoras mais expressivas entre 2000 e 2010. O índice geral —medido por uma escala que vai de zero a um, sendo que quanto mais próximo de um, melhor o desenvolvimento do local— saltou de 0,493 ("muito baixo") em 1991 para 0,612 ("médio") em 2000 e para 0,727 ("alto") em 2010. Em todo o período, 85% dos municípios do Brasil saíram da faixa de "muito baixo desenvolvimento humano".

O componente da longevidade, relacionado à expectativa de vida da população, foi o que apresentou melhor avaliação, passando de 0,662 em 1991 para 0,727 em 2000 e 0,816 na edição atual. Um dos fatores que contribuiu para essa melhoria foi a queda nas taxas de mortalidade infantil, especialmente nos Estados das regiões Norte e Nordeste.

De acordo com os pesquisadores, 73% dos municípios avançaram acima do crescimento da média nacional, mas se notou que 11% de municípios possuem índice superior à média do país.

A renda mensal per capita aumentou 14,2% no período, o que corresponde a um ganho de R$ 346,31 em 20 anos. Segundo dados apresentadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que também participou da elaboração do atlas, o rendimento domiciliar per capita cresceu 63% acima da inflação na média dos 5.565 municípios brasileiros, entre 2000 e 2010. Isso significa que, no período governado pelo PT, 80% dos municípios brasileiros assistiram à redução da desigualdade de renda entre seus habitantes.

O levantamento mostrou ainda que a distância que separava os mais ricos dos mais pobres encurtou quase um terço em dez anos. De acordo com o Ipea, o rendimento médio dos 10% mais ricos cresceu 60%, na média de todos os municípios, entre 2000 e 2010. Em contrapartida, a renda dos 20% mais pobres de cada município cresceu quase quatro vezes mais rápido: 217% no período.

A distância entre os indicadores das cidades com maior e menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal também diminuiu. A diferença entre a renda mensal per capita da cidade com maior e com menor IDHM (São Caetano do Sul, SP e Marajá do Sena, MA, respectivamente) chega a quase 21 vezes. 

Embora a desigualdade ainda seja gritante, o fosso entre os municípios com melhor e pior desempenho nesse quesito já foi mais largo. Os dados do último Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, referentes ao ano 2000, revelam que, há uma década, o abismo entre os dois extremos do ranking era de 28 vezes.

Em relação à Educação, ainda que tenha sido o subíndice com desempenho mais fraco na composição do IDHM, alcançando 0,637 —enquanto longevidade chegou a 0,816 e renda a 0,739— foi também o que apresentou maior avanço no período avaliado. Em 1991, a Educação tinha um IDHM 0,279, o que representa um salto de 128% se comparado à pontuação de 2010.

O discurso derrotista adotado pela oposição de que nada tem sido feito pela Educação no país é facilmente desmontado pelos próprios números do Pnud, que refletem melhorias em todas as etapas da Educação no Brasil. Entre 2000 e 2010, a população com 18 anos ou mais que concluiu o ensino fundamental passou de 39,8% para 54,9%. 

O ingresso de crianças de 5 a 6 anos na escola aumentou de 71,5% para 91,1%. Já o índice referente às crianças de 11 e 13 anos matriculadas nos anos finais do ensino fundamental subiu de 59,1% para 84,9%. E a população de 15 a 17 anos com o ensino fundamental completo avançou de 39,7% para 57,2%.

Além de programas de atenção à Educação básica, como o de alfabetização na idade certa, as políticas públicas para conter a evasão no ensino médio, a instituição do piso salarial nacional dos professores, a expansão das escolas técnicas federais e da criação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), os governos de Lula e Dilma foram os que mais fizeram para a ampliação e democratização do acesso ao ensino superior no Brasil. 

O Reuni, o ProUni, os institutos técnicos federais, a Universidade Aberta do Brasil e o Fies são as iniciativas que estão possibilitando a milhares de jovens que concluem o ensino médio a possibilidade de ingressar em uma instituição de ensino superior no país.

Por tudo isso, é incoerente dizer que nada vem sendo feito. O que se pode, sim, afirmar é que é preciso fazer ainda mais para combinar a expansão do acesso com a melhoria da qualidade do ensino, valorizar e oferecer melhores salários aos professores de todo o país, informatizar as escolas, atualizar os currículos e revisar os conteúdos pedagógicos tanto do ensino urbano quanto do rural, atendendo às suas especificidades, e diminuir as disparidades de acesso à Educação entre as regiões do país.

Os números apresentados pelo estudo, aparentemente frios em sua objetividade, revelam conquistas importantes no desenvolvimento humano das nossas cidades e é preciso afirmá-las, antes para que não se permitam retrocessos, e depois para que se possa seguir adiante, incluindo com mais qualidade milhões de brasileiros marcados por décadas de exclusão. 

É possível vencer os muitos desafios que ainda temos no combate às desigualdades, na Saúde, na Educação, no Saneamento, na Infraestrutura, na Inovação e na Tecnologia, se continuarmos neste rumo certo para a construção de um Brasil melhor e mais justo.

*José Dirceu é blogueiro, advogado e membro do Diretório Nacional do PT. 

Fonte: Portal Brasil247 

Link:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=220863&id_secao=1

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Luiz Carlos Azenha: "Não é cartel, é corrupção do PSDB"!

Luiz Carlos Azenha: "Não é cartel, é corrupção do PSDB" - do Viomundo, via Vermelho


Uma risada espontânea. Foi assim que o deputado Hamilton Pereira reagiu quando perguntei a ele se a imprensa paulista teria sido tão complacente, por tanto tempo, com um governador do PT acusado de corrupção.

Por Luiz Carlos Azenha*
















Talvez a explicação esteja aqui? Ou aqui?

Hamilton Pereira faz parte da bancada de oposição na Assembleia Legislativa de São Paulo. São 22 petistas, dois comunistas, um deputado do PSOL e o major Olímpio. Total: 26 oposicionistas, contra o rolo compressor governista de 68 parlamentares.

Por isso, segundo ele, a Alesp já não legisla, além de não investigar o Executivo. Os vetos e os votos do governador não deixam.

Não é espantoso, portanto, que só em 2013 tenham ganhado corpo as denúncias de irregularidades nos contratos firmados entre um punhado de empresas e o governo do Estado, que está nas mãos dos tucanos desde 1995.

Porém, as denúncias da bancada do PT na Alesp vem sendo formalizadas, junto ao Ministério Público estadual, desde 2008. Para ser mais exato, desde 19 de junho de 2008.

Foram, ao todo, 15 representações. Uma delas diz respeito a um contrato que durou mais de dez anos, quando existe limite legal de 60 meses, segundo a Lei de Licitações.

Foi a revista IstoÉ que fez as revelações mais recentes, aqui e aqui.

Segundo a revista, em apenas seis contratos o prejuízo ao Tesouro público foi de R$ 425 milhões.

Mas, de acordo com levantamento da assessoria da bancada do PT na Alesp, desde que Covas assumiu os tucanos assinaram um total de 325 contratos, num total superior a R$ 30 bilhões.

Isso escapou tanto da investigação da Alesp quanto da mídia, avalia Hamilton Pereira.

O parlamentar não quis dizer se acredita que os tucanos usaram as obras relativas ao Metrô e aos trens metropolitanos — que, por causa de constantes reformas e renovações, são permanentes — para criar uma espécie de caixa único de campanha.

Porém, Hamilton Pereira diz que a ênfase da imprensa num “cartel de empresas” é enganosa, já que se ele de fato se deu só foi possível graças à corrupção, neste caso, corrupção do PSDB.

O próximo passo da bancada do PT será cobrar da Procuradoria Geral do Estado uma explicação sobre o andamento das 15 representações feitas desde 2008 — muitas das quais mencionando especificamente contratos das empresas Alstom e Siemens.

Abaixo, a lista de representações:

1. 19/06/2008 – MPF Rodrigo de Grandis – irregularidades em contratos estatais paulistas com a Alstom e pagamento de propina pela Alstom a José Amaro Pinto Ramos, lobista ligado a tucanos / lavagem de dinheiro/ Estadão 18/06/2008 – Jornalista Eduardo Reina – PR/SP-SEPJ 004726/2008 – 10.02.2011 – Representação 1.34.001-003352/2008-39 encaminhada à Justiça Federal em 24/06/2008 recebeu o número 000.7986.86.2008.4.03.6181 – 6º Vara Criminal – aos 10.01.2011 encaminhado ao MPF para manifestação. (está sob sigilo)

2. 24/06/2008 - MPE Silvio Marques – Aditamento ao Inquérito 204/2008 na Procuradoria de Justiça da Cidadania (tel 3017.7869) comunicando protocolo da representação ao MPF de 19/06/2008 denunciando irregularidades nos contratos de estatais paulistas com a Alstom (está sob sigilo)

3. 27/06/2008 – MPE Silvio Marques – representação contra Claudio Luiz Petrechen Mendes pela prática de crime de falso testemunho em depoimento dado ao MP no qual omitiu a sociedade em duas empresas, a Inter empresarial Comercial importação e Exportação Ltda. e Tecpar Engenharia e Participações Ltda, por indícios de prestação de serviços fictícios a empresas do conglomerado Alstom. (“Propina iria para “partido no poder” Jornalista Eduardo Reina – Estadão 20/06/2013) (está sob sigilo)

4. 30/06/2008 - MPF Rodrigo de Grandis – comunica o protocolo da representação ao MPE contra Claudio Luiz Petrechen Mendes pela prática de crime de falso testemunho em depoimento dado ao MP no qual omitiu a sociedade em duas empresas, a Inter empresarial Comercial importação e Exportação Ltda. e Tecpar Engenharia e Participações Ltda por indícios de prestação de serviços fictícios a empresas do conglomerado Alstom. 10.02.2011 – Anexado à Representação 1.34.001-003352/2008-39 (item 3 deste relatório) encaminhada à Justiça Federal em 24/06/2008 recebeu o número 000.7986.86.2008.4.03.6181 – 6º Vara Criminal – aos 10.01.2011 encaminhado ao MPF para manifestação. (está sob sigilo)

5. 18/07/2008 – MPF Rodrigo de Grandis – irregularidades em contratos de estatais paulistas com a Alstom e Siemens. Indícios de utilização de consultorias internacionais para lavagem de dinheiro visando o pagamento de propinas e subornos a diversas autoridades no Brasil (está sob sigilo)

6. 22/07/2008 – MPE Silvio Marques – irregularidades envolvendo o contrato firmado entre o Metrô e a empresa CMW Equipamentos S/A (atualmente Alstom) TC 23179/026/94, que teve inúmeras irregulares e prorrogações de prazo contratual que fizeram com que o contrato assinado em 1994 vigorasse por mais de 10 anos, contrariando disposição expressa da lei 8666/93, que fixa o limite de duração do contrato em 60 meses. 000003030 – IC 397/2008 6ª. PJ – PPS –Silvio Marques – Oficial Isaura (está sob sigilo)

7. 22/07/2008 – MPE Silvio Marques – irregularidades envolvendo o aditamento ao contrato firmado entre o Metrô e a empresa Mafersa S.A. para aquisição de trens (pelo Termo Aditivo 11 a Alstom, que era subcontratada da Mafersa, adquiriu desta os direitos e obrigações decorrentes do contrato firmado) julgado irregular pelo TCE – TC 014593/026/92 uma vez que o Metrô, aproveitando-se de um contrato praticamente exaurido, alterou o objeto, sob a justificativa de atualizações tecnológicas, alterou os preços e substituiu a empresa contratada pela Alstom, quando, na verdade, deveria ter realizado nova licitação. (está sob sigilo)

8. 05/08/2008 – MPF Adriana Zawada Melo – representação contra a Siemens (pelas mesmas irregularidades envolvendo a Alstom), mencionando prisões de vários funcionários da Siemens decorrentes de investigações criminais ocorridas em diversos países pela prática de atos de corrupção envolvendo o suborno de diversas autoridades, e em depoimento a promotores de Munique, Reinhard Siekaczek, ex-diretor da Siemens, afirmou que tinha conhecimento de pagamentos para autoridades de outros países e que o Brasil seria um deles. Sendo assim, a representação solicita investigação dos contratos da Siemens com diversas empresas, CPTM, METRO, CESP, CPFL, DER, dentre outras. ANDAMENTO 06.08.2010 – ESTÁ SOB SIGILO 10.02.2011 – 10.02.2011 – instaurada representação 1.34.001.004673/2008-51 encaminhada para o MPE aos 15/01/2009 (está sob sigilo)

9. 28/08/2008 – MPF Rodrigo de Grandis – representação contra as empresas Alstom e Siemens pela prática de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a diversas autoridades no Brasil. (está sob sigilo)

10. 03/09/2008 – MPE Silvio Marques – aditamento à representação de 22/07/2008, contra a Mafersa, informado que o contrato foi julgado irregular pelo TCE, e noticiando que os escritórios da Alstom na Suiça, responsáveis pela contabilidade, haviam sofrido busca e apreensão de documentos e equipamentos. (está sob sigilo)

11. 16/07/2009 – MPF Rodrigo de Grandis – aditamento à representação de 19/06/2008 informando acerca do bloqueio de bens do Conselheiro do TCE/SP Robson Marinho, suspeito de ajudar a Alstom a conseguir contrato de R$ 110 milhões em 1998, quando já era Conselheiro do TCE, após ter sido Chefe da Casa Civil no Governo Mário Covas e tesoureiro da Campanha de Mário Covas em 1994. (está sob sigilo)

12. 17/09/2009 – MPE Silvio Marques – mesmo teor da representação enviada ao MPF 05/08/2008, contra a Siemens (pelas mesmas irregularidades envolvendo a Alstom), mencionando prisões de vários funcionários da Siemens decorrentes de investigações criminais ocorridas em diversos países pela prática de atos de corrupção envolvendo o suborno de diversas autoridades, e em depoimento a promotores de Munique, Reinhard Siekaczek, ex-diretor da Siemens, afirmou que tinha conhecimento de pagamentos para autoridades de outros países e que o Brasil seria um deles. Sendo assim, a representação solicita investigação dos contratos da Siemens com diversas empresas, CPTM, METRO, CESP, CPFL, DER, dentre outras.

13. 27/07/2009 – MPE Silvio Marques – aditamento à representação de 19/06/2008 informando acerca do bloqueio de bens do Conselheiro do TCE/SP Robson Marinho, suspeito de ajudar a Alstom a conseguir contrato de R$ 110 milhões em 1998, quando já era Conselheiro do TCE, após ter sido Chefe da Casa Civil no Governo Mário Covas e tesoureiro da Campanha de Mário Covas em 1994. (está sob sigilo)

14. 27/10/2010 – MPE e MPF – representação denunciando fraude na licitação da linha 5 – Lilás do Metrô. Está na Sub-procuradoria Geral de Justiça acompanhando a Ação Popular que corre pela 9ª Vara da Fazenda 0039554-31.2010.8.26.0053

15. 21/05/2010 – MPE – Aditamento Alston – IC 397/2008 – 6º PJ – desde 06/04/2009 para elaboração de laudo técnico (informação de 15/10/2012) (está sob sigilo)

*Luiz Carlos Azenha é jornalista e blogueiro.

Fonte: Blog Viomundo

Link:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=220897&id_secao=1

sábado, 10 de agosto de 2013

Ibope: 85% querem reforma política e 78% são contra financiamento privado nas campanhas!

Ibope: 85% querem reforma política e 78% são contra financiamento privado nas campanhas



Pesquisa OAB/IBOPE divulgada nesta terça-feira (6), pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) revela que 85% dos entrevistados são favoráveis à reforma política para valer já nas eleições de 2014, e que 92% são a favor de projeto de lei nesse sentido por iniciativa popular.


Os números corroboram defesa feita pela presidenta Dilma Rousseff, que, em resposta às manifestações ocorridas em junho, sugeriu o debate sobre a reforma política com participação popular. Na época, Dilma propôs uma discussão sobre o plebiscito – forma de consulta popular para definir os parâmetros de uma legislação - ou mesmo a realização de uma Constituinte exclusiva para que os parlamentares se dedicasse apenas à reforma política.

Quanto ao financiamento de campanha, 78% dos entrevistados se posicionaram contra a participação de empresas nas campanhas. A medida faz parte também do projeto de iniciativa popular da reforma política, proposto pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Noventa por cento opinaram pediram punições mais rigorosas contra a prática de “caixa-dois”.

A pesquisa da OAB quis saber, também, qual o melhor modelo para eleger deputados, ficando 56% a favor de mudanças e pela instituição do voto em lista (lista e propostas de candidatos), contra 38% favoráveis à maneira atual, no nome do candidato. Dentre os temas prioritários de propostas, os entrevistados elegeram saúde em primeiro lugar, seguido por educação e controle de gastos do governo.

Clique aqui para ler a íntegra da pesquisa


Produção industrial chinesa acelera e cresce 9,7% em Julho

Crescimento da produção industrial da China acelera em julho - do Vermelho


O crescimento da produção industrial da China acelerou em julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE).


O valor agregado da produção industrial cresceu 9,7% em termos anuais em julho, 0,8 ponto percentual mais que os 8,9% registrado em junho, e o maior crescimento nos últimos cinco meses, segundo os dados.

A aceleração do crescimento destacou a expectativa de melhoria do mercado em meio à recuperação das exportações, disse Zhang Liqun, analista do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Conselho de Estado.

As estatísticas do crescimento da produtividade industrial refletiram uma aceleração semelhante no Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor manufatureiro em julho, que ficou em 50,3%, um pequeno crescimento em relação aos 50,1% de junho, segundo resultados de pesquisa publicados pela Federação Chinesa de Logística e Compras e pelo DNE na semana passada.

O valor agregado da produção industrial mede o valor final da produção industrial, quer dizer, o valor da produção industrial bruta menos a produção intermediária, como matérias primas e custos do trabalho.

Em termos mensais, o crescimento da produção do setor industrial em julho aumentou 0,88% em comparação com junho, mostram os dados do órgão.

Durante os primeiros sete meses do ano, o valor agregado total da produção industrial cresceu 9,4% em termos anuais.

Empresas estatais registraram uma taxa de crescimento de 4,4% em termos anuais em julho, enquanto as empresas financiadas por investimentos estrangeiros registraram um crescimento de 7,9% no mês. As joint-ventures registraram os melhores resultados com um aumento de 11,1% no mês.

As regiões no centro e oeste da China superaram as regiões costeiras no leste em aumento da produção de industrial, com crescimentos de 10,8%, 11,5%, e 8,8%, respectivamente.

Segundo dados do DNE, a produção do setor de mineração aumentou 5,5%, a do setor de manufatura cresceu 10,5%, e a do setor de eletricidade, gás e água subiu 8,6%.

Fonte: Rádio Internacional da China


Link:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=220825&id_secao=2

Conab prevê safra recorde de grãos de 186 milhões de toneladas para 2013!

Conab prevê safra recorde de grãos este ano, de 186 milhões de toneladas

08/08/2013 - 10h26
Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Brasília – A safra nacional de grãos no período 2012/2013 deve chegar a 186,15 milhões de toneladas. 

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa de produção é recorde e apresenta crescimento de 12,1% em relação ao período anterior. Esse é o 11º levantamento da companhia, feito entre os dias 22 e 26 de julho.

De acordo com a Conab, o aumento é devido, principalmente, às culturas de soja e milho da segunda safra, com crescimento das áreas cultivadas de 10,7% e 17,6%, respectivamente. A produção de soja aumentou 22,7% (81,46 milhões de toneladas) e a de milho (45,14 milhões de toneladas), 15,4%.

O total de área cultivada é 53,27 milhões de hectares. A cultura de soja ocupa a maior área, com 27,72 milhões de hectares.

A Conab também informou que o estado de São Paulo, responsável por 70% da safra nacional de laranja, terá produção comercial para o ano, na safra 2013/2014, estimada em 296,8 milhões de caixas de 40,8 quilos, sendo que 14,7 milhões de caixas poderão ser de perdas ou de pouca expressão econômica.

As indústrias processadoras de suco vão absorver 252,7 milhões de caixas (85% do total produzido) e as caixas restantes serão destinadas ao mercado in natura. A área plantada é 498,5 mil hectares.

No Triângulo Mineiro a produção estimada é 10,9 milhões de caixas, com perdas previstas em 232,8 mil caixas. São 22,7 mil hectares de área total plantada.

Ainda segundo a Conab, a produção de cana-de-açúcar da safra 2013/2014 deve chegar a 652 milhões de toneladas, com aumento de 10,7% sobre as 588,92 milhões de toneladas do período anterior.

Edição: Graça Adjuto
Link:

Dilma: Geração de empregos no 1º semestre de 2013 foi melhor que todo o primeiro mandato de FHC!

Dilma: 1º semestre foi melhor que uma gestão inteira de FHC



Em inauguração do campus Osório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, a presidenta Dilma Rousseff participou da formatura de alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Para a plateia de formandos destacou que de janeiro a junho foram criados 826 mil postos de trabalho, número que supera o total da primeira gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1998).






Dilma refutou argumentos de críticos de que uma conjuntura econômica mais favorável justificaria os resultados de seu governo. 

“Ah, vão dizer que a situação naquela época era diferente. Mas o ponto é exatamente esse. A situação naquela época era diferente. É diferente. Esse governo tem compromisso com o emprego, tem compromisso com a redução da inflação e tem compromisso com o bem-estar da população”, disse.

Dilma lembrou que FHC criou uma lei que impedia o governo federal de expandir a rede de escolas técnicas. “Nós tivemos que ir à Justiça derrubar essa proibição para poder investir em ensino técnico profissionalizante no Brasil”, lembrou. Desde que foi criado, em 2011, o Pronatec já formou quatro milhões de estudantes.

A presidenta também ressaltou que o mero crescimento do Produto Interno Bruto do país não representa o desenvolvimento do povo (segundo o IBGE, o PIB de 2012 cresceu 0,9% e 2,7% em 2011). “O sinônimo de crescimento não é uma medida econômica. Tem que crescer a qualidade de vida da população, tem que melhorar os serviços públicos para que haja também melhorias de vida, na renda, no emprego, na qualidade de trabalho de cada um dos brasileiros e brasileiras.”

Educação

Dilma disse ainda que uma das prioridades do governo federal é assegurar os investimentos para educação. Ela voltou a defender o uso dos recursos advindos do petróleo para aumentar a competitividade do país, por meio de profissionais mais bem qualificados.

“A capacitação profissional é fundamental para o Brasil. Nós precisamos ter uma ênfase na educação por todos os motivos. Hoje, eu vou falar da competitividade da economia brasileira. (…) Nós temos sempre de procurar aumentar, tanto a competitividade, mas sobretudo a produtividade da nossa economia. E a gente sabe que o profissional melhor formado (…) vai também produzir mais valor, ser capaz de ter um salário melhor e tudo isso vai contribuir para o crescimento do Brasil”, ressaltou.

A presidenta afirmou que seu governo teve grande empenho para ter qualidade de ensino profissional compatível com a necessidade do mercado de trabalho.

Antes da cerimônia, Dilma visitou as instalações do novo campus.

de Osório do IFRS.
Campus

A inauguração do campus de Osório, atende cerca de 400 alunos em cursos técnicos e superiores, faz parte da ação de expansão da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica. A rede é composta por 38 institutos federais presentes em todos estados, com oferta de ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia e licenciaturas e cursos de pós-graduação. No evento, ainda foi realizada a formatura de 430 alunos dos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Eleições 2014

Ao ser questionada se estava se preparando para a campanha eleitoral, a presidenta afirmou, em entrevista coletiva na Zona Sul de Porto Alegre, que ainda não tem motivos para fazer campanha e quer apenas governar.

"Eu estou defendendo aqui o meu governo. Eu não faço campanha, sabe por quê? Todo o resto é que tem de fazer campanha porque aqui é o meu lugar. Eu estou sentada neste lugar, eu estou exercendo o governo. Eu quero é governar. Estou preparadíssima para governar até o dia 31 de dezembro de 2014", afirmou.


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