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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Agronegócio encerra 2013 com superávit de US$ 82,91 bilhões!

Agronegócio encerra 2013 com superávit de US$ 82,91 bilhões

13/01/2014 - 19h25 - Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial do agronegócio encerrou 2013 com superávit de US$ 82,91 bilhões. O principal setor exportador foi o complexo soja (óleo, farelo e grão), responsável por US$ 30,96 bilhões em vendas externas, o equivalente a 31% das exportações do agronegócio.
Os dados foram divulgados hoje (13) pelo Ministério da Agricultura. As exportações subiram 4,3% e alcançaram US$ 99,97 bilhões. As importações cresceram 4%, atingindo US$ 17,06 bilhões.
Além da soja, destacou-se a carne. As vendas externas subiram de US$ 15,74 bilhões em 2012 para US$ 16,8 bilhões no ano passado, incremento de 6,8%. As exportações do setor sucroalcooleiro ficaram em terceiro lugar entre as que mais trouxeram divisas, com ingresso financeiro de US$ 13,72 bilhões.
Para 2014, a previsão é de queda de preço para alguns produtos cotados no mercado internacional, em função da oferta elevada. Entre eles, milho e a soja em grão. Caso isso ocorra, o resultado de 2014 deve ser inferior ao do ano passado.
Do lado das importações, houve aumento de 4% nas compras do Brasil de produtos agrícolas no exterior. Foram gastos US$ 17 bilhões. O trigo foi o principal produto adquirido lá fora, com gastos de US$ 2,42 bilhões, 37,2% a mais do que no ano passado. A quebra da safra do cereal no Brasil e em outros países, com risco de desabastecimento, contribuiu para a alta das compras.
Edição: Beto Coura
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