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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Campo de Libra exigirá a construção de novos petroleiros!

Campo de Libra exigirá a construção de novos petroleiros

12/01/2014 - 17h34 - Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A intensificação das operações de exploração e produção de petróleo na área do pré-sal da Bacia de Santos, principalmente com o início das atividades no Campo de Libra, levará a Transpetro - o braço logístico da Petrobras – a lançar uma terceira fase do Programa de Modernização da Frota de Petroleiros da Petroleiros (Promef 3).
A informação é do presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ao fazer um balanço do andamento do programa em entrevista àAgência Brasil. “Com a intensificação da produção a partir do pré-sal nós vamos precisar de mais petroleiros. E, com está necessidade, certamente vai acontecer o Promef 3”, disse.
Machado ressaltou que somente para o desenvolvimento da produção do Campo de Libra, que integra a sessão onerosa de capitalização da Petrobras, licitado no final do ano passado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), será necessária a construção entre 12 e 18 plataformas de petróleo e de cerca de 60 barcos de apoio.
“Para transportar todo esse petróleo que essas plataformas produzirão, há a necessidade de mais petroleiros. Um país que sai de uma produção de 2 milhões para 6 milhões de barris por dia vai certamente precisar de muito mais petroleiros”, destacou Machado.
O presidente da Transpetro ressaltou o fato de a maior parte da produção de petróleo no país ser em alto-mar, o que exige todo um trabalho de logística para escoar o óleo, fazer com que ele chegue aos pontos de refino, ou mesmo a outros países – no caso do excedente ser exportado.
“Nós precisaremos cada vez de mais navios para transportar esse petróleo”, disse o presidente da Transpetro. Ele ressaltou que a subsidiária ainda não tem definição sobre o assunto e muito menos data determinada para a sua implementação.
“Não há data marcada para o lançamento [de um novo Promef], o que se tem é a certeza da necessidade de se dar continuidade ao programa e de ampliação e desenvolvimento da indústria naval brasileira”, admitiu Sérgio Machado.

Edição: Marcos Chagas
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