Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Grande Mídia quer transformar o Brasil em uma Grécia tropical - por Diogo Costa!

Grande Mídia quer transformar o Brasil em uma Grécia tropical - por Diogo Costa, da sua página no Facebook





O terrorismo midiático e a economia brasileira



QUAIS PARÂMETROS? - O terrorismo midiático que se verifica atualmente no país é injustificável. Não se sustentam as apocalípticas sentenças, tampouco as místicas 'conclusões' a respeito da inflação e do PIB. Examinemos rapidamente a questão do PIB. 

Segundo as estatísticas da União Europeia, a prévia do PIB de 2013 é a seguinte (principais países da União Europeia):

-Alemanha: 0.4%
-Espanha: -1.3%
-França: 0.2%
-Itália: -1.8%
-Holanda: -1.0%
-Áustria: 0.4%
-Polônia: 1.3%
-Portugal: -1.8%
-Reino Unido: 1.3%
-União Europeia: 0.0%
-Zona do Euro: -0.4%

Todos os países citados (com exceção do Reino Unido) tiveram queda no PIB de 2013 em relação a 2012 (o crescimento de alguns - por exemplo, a Alemanha - é inferior ao apurado em 2012). A Grécia fechará em 2013 seis anos consecutivos de queda no Produto Interno Bruto. É uma situação desesperadora.

No site também constam as previsões para os EUA e o Japão:

-EUA: 1.6%
-Japão: 2.1%

O crescimento do PIB dos EUA em 2013 foi menor que o verificado em 2012 (2,8% em 2012 e 1,6% em 2013).

A previsão para o Brasil em 2013, segundo o Banco Central, é de crescimento de 2,3% do PIB (maior do que o verificado em 2012).

Volta e meia surgem "especialistas" da oposição fracassada e da 'grande mídia' para bater bumbo contra o 'baixo crescimento' econômico de Pindorama... Não é verdade?

Mas e quais são (ou deveriam ser) os referenciais? Vejam mais alguns dados sobre o crescimento do PIB em 2013 (agora segundo o FMI):

-Laos: 8,3%
-Quirguistão: 7,3%
-Mongólia: 11,7%
-Ruanda: 7.5%
-Serra Leoa: 13.3%

Em relação a Serra Leoa, por exemplo, o crescimento do PIB do Brasil está muito ruim. Mas em relação a maior potência econômica do globo terrestre (EUA), o PIB do Brasil em 2013 está bom, porque acima do verificado na terra do Tio Sam.

Não é lá muito correto estabelecer comparações entre países tão díspares, o mais interessante seria comparar o Brasil com ele próprio. Mas se é para estabelecer esses comparativos, temos que decidir qual será o parâmetro dessas comparações.

Devemos nos comparar com as nações mais ricas e desenvolvidas ou com países paupérrimos e de industrialização rarefeita? Eis a questão.

Dentro do quadro de persistente crise econômica mundial, cujo detonador foi a quebra do banco Lehman Brothers em 15 de setembro de 2008, o Brasil está se saindo muito bem. Lembremo-nos de que a crise de 2008 só é comparável historicamente ao Crash de 1929.

Finalizo sem entrar em maior detalhes a respeito de questões como emprego e distribuição de renda, e sem fazer comparações quaisquer entre o Brasil e outros países nestes quesitos. Aí já seria vandalismo...

Dentro do contexto internacional o Brasil atual está muito bem obrigado. Pode melhorar? Sem dúvida!

O que não se pode, como a oposição (midiática e partidária) faz no Brasil, é receitar remédios que a pretexto de "salvar" o país o transformem numa espécie de Grécia tropical.


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