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Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Superávit comercial chega a US$ 2,5 bilhões em 2013 e soma US$ 312 bilhões entre 2003-2013!

Balança comercial brasileira encerra ano com pior superávit desde 2001

02/01/2014 - 16h01
Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial brasileira encerrou  o ano com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,561 bilhões. Trata-se do pior resultado desde 2001, quando houve saldo positivo de US$ 2,684 bilhões.  
Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 
Os números estão de acordo com a expectativa do governo, que vinha anunciando estimativa de superávit pequeno, em função da queda das exportações de petróleo.
O saldo positivo anual foi resultado de US$ 242,1 bilhões em exportações e US$ 239,6 bilhões em importações. A média diária das vendas externas, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, fechou o ano em US$ 957,2 milhões, patamar 1% inferior aos US$ 966,4 milhões registrados em 2012. As importações cresceram 6,5% segundo o critério da média diária, de US$ 889,2 milhões por dia útil em 2012 para US$ 947,1 milhões em 2013.
Em 2013, cresceram as vendas externas de produtos manufaturados (1,8%), enquanto caíram as de produtos semimanufaturados (-8,3%) e de básicos (-1,2%) na comparação com 2012. Nas importações, houve crescimento nos gastos com combustíveis e lubrificantes (+13,8%), matérias-primas e intermediários (+5,8%), bens de capital (+5,4%) e bens de consumo (+ 3,4%).
As exportações de industrializados subiram principalmente em função das plataformas de extração de petróleo, que tiveram aumento de receita de 426,4% em relação ao ano passado. As vendas de plataformas, no entanto, são o que se chama exportações fictas. Repassadas a subsidiárias da Petrobras no exterior, elas não chegam a deixar o Brasil.
Do lado dos produtos responsáveis pela queda, entre os itens que puxaram o recuo nas vendas de semimanufaturados estão óleo de soja bruto (-35% de receita), semimanufaturados de ferro e aço (-30%), ferro fundido (-21,5%), alumínio bruto (-20,1%), ferro-ligas (-16,3%), ouro (-9,6%) e açúcar (-9,4%). No caso dos produtos básicos, caiu o ingresso financeiro obtido com algodão bruto (-47,8%), petróleo bruto (-36,7%), café em grão (-20,5%), carne suína (-9,7%) e fumo em folhas (-0,9%). 
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior também divulgou nesta quinta-feira os resultados do mês de dezembro. No último mês de 2013, houve superávit de US$ 2,654 bilhões, resultado de US$ 20,8 bilhões em exportações e US$ 18,1 bilhões em compras do Brasil no exterior.
Edição: Fábio Massalli
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Meu Comentário!
A forte crise européia e o baixo crescimento dos EUA, Japão, bem como a forte redução do ritmo de crescimento da China, Índia e Rússia, acabaram por prejudicar as exportações brasileiras.
Além disso, o forte crescimento do consumo de combustíveis elevaram as importações de derivados, pois as refinarias brasileiras (já operando no limite de sua capacidade) não conseguem atender à demanda interna. Daí, o Brasil precisa exportar petróleo e importar derivados. 
Com as novas refinarias que estão sendo construídas (como a Abreu e Lima em Pernambuco) espera-se que isso seja resolvido, o que dará um bom alívio à balança comercial do país.
Além disso, os EUA estão começando a crescer fortemente, o governo chinês tomou medidas para estimular o crescimento e tudo indica que o pior momento da crise da Zona do Euro já passou. 
Com isso, há boas perspectivas para o crescimento das exportações brasileiras em 2014. Vamos ver se isso, de fato, se confirma.




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