Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A tática do caos permanente foi o que restou para a oposição fracassada! - por Diogo Costa!

A tática do caos permanente foi o que restou para a oposição fracassada! - por Diogo Costa


















RECUERDOS - Devo ter cometido alguns (ou vários) excessos ao falar sobre as "manifestações" de junho do ano passado. E falei e escrevi sobre elas desde junho do ano passado, sem parar. Até parei de utilizar alguns termos, como "Marchas sobre Roma", para designar as "apartidárias" e "espontâneas" "manifestações"...

Faz tempo também que não escrevo mais sobre o Black Bloc, mas lembro de ter escrito umas 'cinquenta trilhões de vezes' que este grupo, ou tática, não eram novidade nenhuma no cenário internacional, além de nunca terem sido e de não serem revolucionários, em hipótese alguma.

Lembro também de ter escrito sobre o equívoco dos românticos a respeito da conjuntura atual no Brasil. O romantismo que foi dispensado às "manifestações" de junho na época era algo simplesmente assustador. E vinha de todos os setores, alguns destes compreendendo que estavam a assistir uma espécie de outubro de 1917 transplantado para junho de 2013. Nada mais falso.

Outros chegaram ao cúmulo de dizer que o Brasil era uma desgraça, uma porcaria, uma droga, um país falido e acabado! Nada mais falso também. Quantas vezes lembrei para estas pessoas sobre o que está acontecendo na Europa, em comparação com o Brasil? Nem sei, perdi a conta.

Enfim, a pior coisa que pode ocorrer para alguém que se dispõe a analisar um ou outro evento é confundir os seus desejos com a realidade concreta em questão. O que vejo hoje, e via ontem, e via desde antes das "manifestações", era um intenso desejo da oposição fracassada, da mídia venal e da nano 'esquerda' em provocar o caos que só existia (e só existe) em seus íntimos sonhos e devaneios.

A falta de perspectivas destes grupos e grupúsculos está levando os mesmos a partir para outras formas de luta política. O povo brasileiro os tem rejeitado insistentemente nas urnas, desde 2002, e o tem feito apesar do intenso bombardeio que o PT sofre também desde 2002, com intensidade nunca antes vista a partir de 2005 e reforçada a partir do julgamento-linchamento farsesco e encomendado da AP 470, em 2012.

Antes das "manifestações" de junho passado a Presidenta Dilma Rousseff ostentava índices de aprovação popular (pessoal e de governo) estratosféricos. Índices estes que nem mesmo Luiz Inácio Lula da Silva chegou a ostentar algum dia em seu primeiro mandato. Notem que mesmo após os episódios de junho, Dilma se recuperou e hoje é favoritíssima para o pleito de outubro próximo.

Isto não é obra do acaso, isto é consequência do processo de distribuição de renda atual, da diminuição das desigualdades sociais e regionais, do controle pleno da inflação (que está dentro da meta há dez anos e que nos três primeiros anos de Dilma teve uma média inferior aos três primeiros anos de FHC e de Lula), da Política Nacional de Valorização do Salário Mínimo, que tem puxado os dissídios das classes laborais para cima (e acima da inflação) desde 2005, etc.

Não há mágica alguma. O que há é trabalho e ganhos materiais indesmentíveis para a população.

É isto que mantém a força do PT, de Lula e de Dilma, apesar da política de extermínio que sofrem durante 24 horas por dia. E é este processo, inédito no Brasil, de conquistas sociais combinadas com ampla democracia política, que uns e outros pretendem interromper, talvez a força, antes ou depois de outubro de 2014. Por isto tentam a todo custo criar um clima de caos permanente.

Esta tática do caos permanente foi o que restou para os fracassados que apostaram e perderam todas as fichas nos últimos anos contra o PT.

Apostaram errado, confundiram seus devaneios com a realidade concreta e objetiva dos fatos e dos dados estatísticos e hoje promovem o 'caos', fictício, para tentar recuperar o protagonismo político que o povo brasileiro, corretamente, lhes retirou.

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