Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 3 de março de 2014

Ucrânia: Primeiro-Ministro russo explica as condições necessárias para evitar uma guerra no país!

Ucrânia: Primeiro-Ministro russo explica as condições necessárias para evitar uma guerra no país! - por Marcos Doniseti!


O Primeiro-Ministro russo, Dmitri Medvedev, deixou claro quais são as condições da Rússia para resolver os problemas da Ucrânia: governo eleito, que respeite todos os povos que vivem no país, respeito ao direito de defesa do presidente Yanukovich e promoção do desenvolvimento econômico da Ucrânia, para que ela seja um país forte e estável. 


O Primeiro-Ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, deu vários recados para o governo golpista ucraniano e para o Ocidente Imperialista que apoiou o golpe, tais como, deixando claro quais são as condições necessárias para resolver o problema ucraniano:

1) A Rússia não quer saber de ter relações com o governo atual da Ucrânia, por considerá-lo ilegítimo, fruto de um Golpe de Estado;

2) A Rússia quer ter relações com um governo ucraniano legítimo e que respeite os direitos de todos os que vivem no país: ucranianos, russos, tártaros, judeus e pessoas de outras nacionalidades (existem minorias romena, húngara e búlgara na Ucrânia);

3) Ele reconhece que o prestígio de Viktor Yakunovich é baixo entre os ucranianos, mas ele é o presidente legítimo do país e se for para tirá-lo do governo, então que seja por meio de um processo de Impeachment que respeite a Constituição ucraniana;

4) Qualquer governo que não respeite essas condições é ilegítimo e fruto de arbitrariedade;

5) A Rússia deseja um Ucrânia forte, estável, que desenvolva a sua economia, e que não precise agir como um país pobre que vive mendigando ajuda dos outros países.

Medvedev também declarou que os governos ucranianos foram informados de tudo isso neste Domingo.

Como se percebe, a última coisa que a Rússia deseja é uma guerra com a Ucrânia. Ela quer evitar isso ao máximo. Para a Rússia, uma guerra não interessa.

Para começo de conversa, se ela acontecesse, haveria milhões de ucranianos que iriam buscar refúgio na própria Rússia, criando sérios problemas para o próprio governo russo.

Além disso, um país vizinho, com 45 milhões de habitantes e mergulhado no caos, também não interessa para a Rússia. O que a Rússia quer, mesmo, é uma solução negociada para os conflitos ucranianos, que exclua nazistas e extremistas de direita do governo, que o governo seja legítimo, fruto da vontade popular (via eleição democrática, é claro) e não de um golpe de Estado, que o mesmo garanta a vida e a segurança dos ucranianos que falam russo e que não mexam com a Crimeia, onde a Rússia tem uma Base Naval e cujo uso lhe é garantido até 2042.

Com isso, não haverá guerra.


Link:

http://en.itar-tass.com/russia/721720

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