Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 21 de abril de 2014

FIES cresceu mais de 400% em três anos e beneficiou 1,4 milhão em 2013!

FIES cresceu mais de 400% em três anos - da Agência 


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Classe C foi a maior beneficiada e 1,4 milhão de alunos 


são beneficiados hoje



Os empréstimos concedidos pelo governo a estudantes por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES)  aumentaram de 224 mil, em 2011,  para 1,4 milhão em 2013, uma expansão de 400%, de acordo com dados do  Ministério da Educação.  O orçamento do programa cresceu cerca de 300% no mesmo período: saltou de R$ 1,8 bilhão para R$ 7,5 bilhões. Nesses três anos, o peso do Fies em relação ao total de matrículas subiu de 4,5% para 21,5%.
O impacto do FIES no ensino superior privado brasileiro foi significativo. Segundo o  Ministério da Educação, o FIES responde por mais de 30% das matrículas em universidade particulares. "Impacto positivo, pois o financiamento oferece a oportunidade aos alunos da classe média, principalmente classe C, que não se encaixam no perfil para requerer bolsas ofertadas pelo ProUni, de cursar uma área que realmente têm vocação", afirma o diretor-executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo(Semesp), Rodrigo Capelato.
Inclusão
Estudante do terceiro ano de Publicidade e Propaganda, Fernanda Rodriguez, 26, quase trancou a matrícula do curso em 2013. O motivo: tinha parado de trabalhar e não conseguia arcar com as mensalidades. A solução foi rápida. "Contratei o FIES há um ano e vou pagar tudo depois de formada", respira aliviada a estudante da Faculdade JK, no Gama, cidade satélite de Brasília. 
Com a colega de sala Ana Lígia Moura Barbosa foi diferente. O atraso nas mensalidades se deu por causa de um acidente, que a afastou do trabalho por quase um semestre. Na época, Ana Lígia recorreu ao FIES e resolveu utilizar o financiamento até o final do curso. "Antes eu tinha de trabalhar 8 horas por dia e não tinha tempo nenhum para o estudo", diz otimista.
Segundo diretor-executivo do Semesp, com a reformulação do FIES em 2010 que resultou na diminuição de juros do programa, o aluno de classe média que não conseguia custear os estudos agora tem a possibilidade de optar pelo curso que deseja, principalmente em áreas mais demandadas, como medicina e enegenharia. Antes, afirmou, com dificuldade financeira este estudante acabava optando pelo curso mais barato.
 Foi exatamente o caso da estudante Yasmin Alves, que ficou sabendo do financiamento por meio de uma prima das condições do FIES. A futura jornalista não esconde a realização de poder estudar justamente na faculdade que escolheu.  “Eu não estaria na Universidade Católica de Brasília se não fosse o FIES”, afirma.
Para o professor do Laboratório de Políticas Públicas e Planejamento Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luis Aguilar, a lógica do FIES vai além do financiamento do ensino superior. 
“As políticas de inclusão através do financiamento de cursos de estudantes em instituições não gratuitas tem a lógica da transferência de recursos federais para financiar políticas de inclusão social”, avalia. Não se trata de privatização e nem de repasse indireto de recursos a instituições privadas, afirmou.  Na sua definição, o FIES é  financiamento público de políticas de inclusão dentro do sistema educacional brasileiro, que tem duas dimensões: a pública e a privada, e pelas quais o governo brasileiro deve responder. "O FIES é importante. Paga uma dívida social histórica, incorporando cidadania e mais educação para diferentes camadas sociais preteridas.
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