Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 24 de maio de 2014

Governo Dilma já criou quase 5 milhões de empregos formais!

Mercado formal mantém ritmo moderado e abre 105 mil vagas em abril - da Rede Brasil Atual

Somando os 4.500.000 empregos formais criados entre 2011-2013 e os 458 mil empregos criados entre Janeiro e Abril de 2014,  o governo Dilma já se aproxima da marca de 5 milhões de empregos com carteira assinada. 
No mês passado, abriram vagas os setores de serviços, comércio e agropecuária
São Paulo – O resultado de abril do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (21) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foi em linha com o ritmo mais fraco da economia, mas ficou aquém do esperado pelo governo. O saldo foi de 105.384 empregos com carteira assinada, o menor desde 1999. "Esse resultado mantém a trajetória ascendente do emprego, sinalizando, contudo, uma redução no ritmo de expansão, não confirmando a expectativa de uma geração mais expressiva de postos de trabalho", diz o MTE.
De janeiro a abril, o saldo atinge 458.145 postos de trabalho formais, alta de 1,13%. 

Em 12 meses, vai 884.976, crescimento de 2,2%. Assim, o total desde janeiro de 2011, início do atual governo, soma quase 5 milhões (4.959.039). Em relação ao estoque de dezembro de 2010, a expansão é de 11,25%.
Três setores, principalmente, abriram vagas no mês passado: serviços (68.876, alta de 0,40%), comércio (16.569, 0,18%) e agropecuária (14.052, 0,9%). Perto da estabilidade, a indústria de transformação fechou 3.427 postos de trabalho (-0,04%) e a construção civil abriu 4.317 (0,14%). A administração pública criou 3.487 (0,38%).
No ano, só o comércio tem queda, de 0,66% com 60.587 empregos a menos. O setor de serviços cresce 1,73%, com acréscimo de 295.932 vagas formais, e a indústria de transformação tem alta de 1,18% (98.576).

"O país vem mantendo um nível positivo na geração de empregos e não há nenhum indicativo de que essa tendência se reverta nos próximos meses, principalmente nos meses de maio e junho quando será realizada a Copa do Mundo”, afirmou o ministro Manoel Dias.
O estoque de empregos formais no país em abril, na série sem ajustes, superou os 41 milhões (41.065.410).
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