Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

FMI reconhece: Governos Lula e Dilma estão certos! - por Marcos Doniseti!

FMI reconhece: Governos Lula e Dilma estão certos! - por Marcos Doniseti!

Para o FMI, as políticas de austeridade, se forem adotadas, devem ser utilizadas para reduzir a desigualdade, taxando a riqueza imobiliária, o capital depositado no exterior e as transações financeiras. 

As novas 'lições' do FMI, cuja defesa representa um reconhecimento do fracasso das políticas de austeridade severa (aquelas mesmas que Aécio e Marina defenderam na campanha eleitoral) e que os governos Lula e Dilma estão certos em sua política anticiclíca, que foi fortalecida desde o início da crise de 2008.
O 'novo FMI' também passou a defender um aumento da tributação sobre os mais ricos e sobre a especulação financeira, bem como a adoção de políticas que reduzam a desigualdade.
Segundo a matéria da CartaCapital, o que o FMI passou a defender é que "dado o colapso da demanda privada, os Estados deveriam não só deixar funcionar os estabilizadores contracíclicos automáticos (mecanismos institucionais a exemplo do seguro-desemprego, da previdência social e da tributação progressiva sobre rendimentos, que dão sustentação à renda nacional em conjunturas econômicas adversas), mas aumentar os investimentos públicos e expandir o alcance das transferências de renda àqueles mais propensos a gastar, os desempregados e as famílias pobres.".
Oras, essa foi exatamente a política adotada pelos governos Lula e Dilma no Brasil a partir da crise de 2008, com a ampliação dos investimentos públicos (aumentando os investimentos da Petrobras e do PAC), a expansão dos investimentos na área social, a adoção da política de aumento real anual para o salário mínimo, a redução de impostos para bens de consumo duráveis e para os itens da cesta básica,. o aumento do orçamento do Bolsa Família e do Pronaf, por exemplo. 
Assim, até o FMI já reconheceu: Lula e Dilma estão certos.

A obsessão da economia ortodoxa atrasa o Brasil
A disputa sobre o superávit primário revela como o País dá as costas à profunda revisão das diretrizes econômicas no mundo avançado.

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