Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

FMI: Europa sai aos poucos da recessão!

FMI: Europa sai aos poucos da recessão
Da Agência Brasil * Edição: José Romildo
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse hoje (28) que a zona euro está saindo lentamente da recessão, mas alertou que, enquanto houver 20 milhões de desempregados, não se poderá falar em fim da crise.

"Enquanto os efeitos no emprego não forem invertidos, não podemos dizer que a crise chegou ao fim”, escreveu Lagarde em um texto publicado no blog do FMI, pelo lançamento de um livro sobre trabalho e crescimento.

No texto, Lagarde identifica no mercado de emprego duas tendências que considera particularmente preocupantes tanto hoje quanto para o futuro: os desempregos jovem e de longa duração. De acordo com os dados do FMI, cerca de um quarto dos jovens europeus com menos de 25 anos não consegue encontrar trabalho. Em Portugal e na Itália, os jovens desempregados são mais de um terço. Na Espanha e na Grécia, esse número sobe para metade.

O aumento do desemprego de longa duração também preocupa Lagarde, que aponta o fato de quase metade dos desempregados estarem nessa condição há mais de um ano. Segundo ela, quando o desemprego é elevado, o crescimento é lento porque as pessoas consomem menos e as empresas investem e empregam menos.

"Isso significa que a forma mais eficaz de criar mais postos de trabalho é impulsionando o crescimento”, explicou a diretora do FMI.

Lagarde citou estimativas que indicam que o crescimento de um ponto percentual nas economias mais avançadas poderá reduzir o desemprego em cerca de meio ponto percentual, fazendo regressar ao mercado de trabalho mais de quatro milhões de pessoas.

O FMI defende que, a curto prazo, será preciso que os países conduzam políticas fiscais e monetárias inteligentes, que suportem a recuperação, propondo três prioridades: acelerar a união bancária da Europa com o objetivo de estabilizar o sistema financeiro, reduzir a dívida de empresas, das famílias e do setor público, e insistir nas reformas estruturais, incluindo no mercado de trabalho.

* Com informações da Agência Lusa

Link:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2014-01/fmi-europa-sai-aos-poucos-da-recessao

Vendas nos shopping centers cresceram 8,6% em 2013!

Vendas nos shopping centers cresceram 8,6% no ano passado- Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

Os shopping centers do país registraram alta de 8,6% nas vendas durante o ano passado, na comparação com 2012, somando um faturamento de R$ 129,2 bilhões, segundo balanço da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Por regiões, o Sudeste contribuiu com o maior faturamento, de R$ 75,908 bilhões. O segundo melhor desempenho foi o da região Sul, com R$ 18,927 bilhões, seguido pela região Nordeste (R$ 18,884 bilhões), Centro-Oeste (R$ 10,356 bilhões) e Norte (R$ 5,147 bilhões).

Entre os produtos mais vendidos estão a telefonia – puxada pelo aumento significativo na venda de smartphones – cujo crescimento foi de 22,01%. Outros segmentos como perfumaria, jóias, conveniência, serviços e megalojas tiveram desempenho acima de 11%.

Durante o melhor mês para o comércio, dezembro,  houve crescimento nas vendas de 7,7% em relação ao mesmo período de 2012, percentual superior ao comércio em geral, que teve alta de 2,7%. Nesse período, os campeões de vendas foram alimentação, telefonia, óticas e perfumarias, todos com crescimento acima de 20%.

Para 2014, a Abrasce acredita na continuidade do cenário favorável. Devem ser inaugurados mais de 40 shoppings no país até o final do ano, 30 deles em cidades que não são capitais. A expectativa do setor é que, neste ano, o aumento das vendas chegue a 8,3%.

Link:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-01/vendas-nos-shoppings-centers-cresceram-86-no-ano-passado

Ucrânia e o Renascimento do Fascismo!

Ucrânia e o Renascimento do Fascismo - da Rede CastorPhoto


29 janeiro de 2014, [*] Eric Draitser, Counterpunch


The Menace Across the European Continent

Traduzido por João Aroldo

Neofascistas queimam ônibus em Kiev (24/1/2014)

A violência nas ruas da Ucrânia é muito mais do que uma expressão de raiva popular contra o governo. Em vez disso, ela é apenas o mais recente exemplo da ascensão da forma mais insidiosa do fascismo vista na Europa desde a queda do Terceiro Reich.

Nos últimos meses houve protestos regulares pela oposição política ucraniana e seus apoiadores - protestos aparentemente em resposta à recusa do presidente ucraniano, Yanukovich, em assinar um acordo comercial com a União Europeia, o que foi visto por muitos observadores políticos como o primeiro passo para a integração europeia. 

Os protestos permaneceram em grande parte pacíficos até o dia 17 de janeiro, quando manifestantes, armados com porretes, capacetes e bombas improvisadas, desencadearam a violência brutal contra a polícia, atacando prédios do governo, batendo em qualquer pessoa suspeita de simpatias pró-governo e, geralmente, causando estragos nas ruas de Kiev. Mas quem são esses extremistas violentos e qual é a sua ideologia?

Vitali Klitschko, ex-campeão mundial de box, um dos líderes da oposição neofascista ucraniana 
A formação política é conhecida como “Pravy Sektor” (Setor Direita), que é essencialmente uma organização guarda-chuva para vários grupos ultranacionalistas (leia-se fascistas) de direita, incluindo os apoiadores do Partido “Svoboda” (Liberdade), “Patriotas da Ucrânia”, “Assembleia Nacional da Ucrânia - Autodefesa Nacional Ucraniana” (UNA-UNSO), e “Trizub”. 

Todas essas organizações compartilham uma ideologia comum que é veementemente antirussa, anti-imigrantes e antijudaica, entre outras coisas. Além disso, eles compartilham uma reverência comum pela chamada “Organização dos Nacionalistas Ucranianos”, liderada por Stepan Bandera, os infames colaboradores nazistas que lutaram ativamente contra a União Soviética e se envolveram em algumas das piores atrocidades cometidas por qualquer lado na Segunda Guerra Mundial.

Enquanto as forças políticas ucranianas, oposição e governo, continuam negociando, uma batalha muito diferente está sendo travada nas ruas. Usando intimidação e força bruta mais típica de “camisas marrons” de Hitler ou “camisas negras” de Mussolini do que de um movimento político contemporâneo, esses grupos conseguiram transformar um conflito sobre a política econômica e as alianças políticas do país em uma luta existencial pela própria sobrevivência da nação que estes assim chamados “nacionalistas” dizem amar tanto. 

As imagens de Kiev em chamas, ruas de Lviv cheias de bandidos, e outros exemplos assustadores do caos no país, ilustram, sem sombra de dúvida, que a negociação política com a oposição Maidan (praça central de Kiev e centro dos protestos) agora não é mais a questão central. E, ao invés disso, é a questão do fascismo ucraniano e, se é, ele será apoiado ou rejeitado.

Neofascistas constroem barricadas de pneus e veículos incendiados (25/1/2014)

Por sua vez, os Estados Unidos se colocaram fortemente do lado da oposição, independentemente de seu caráter político. No início de dezembro, os membros do establishment dominante dos EUA, como John McCain e Victoria Nuland, foram vistos em Maidan dando seu apoio aos manifestantes. 

No entanto, como o caráter da oposição tornou-se evidente nos últimos dias, os EUA e a classe dominante ocidental e sua máquina de mídia têm feito pouco para condenar o surto fascista. Em vez disso, seus representantes se reuniram com representantes do Setor Direita e não os consideraram uma “ameaça”. 

Em outras palavras, os EUA e seus aliados deram a sua aprovação tácita para a continuação e proliferação da violência em nome de seu objetivo final: mudança de regime.

Neofascistas preparam coquetéis molotov para enfrentar a polícia
Em uma tentativa de tirar a Ucrânia da esfera de influência russa, a aliança EUA-UE-OTAN, e não pela primeira vez, aliou-se aos fascistas. É claro que, durante décadas, milhões na América Latina desapareceram ou foram assassinados por forças paramilitares fascistas armadas e apoiadas pelos Estados Unidos. 

Os mujahideen do Afeganistão, que mais tarde se transformaram em Al Qaeda, também reacionários ideológicos radicais, foram criados e financiados pelos Estados Unidos para desestabilizar a Rússia. E, claro, há a realidade dolorosa da Líbia e, mais recentemente, da Síria, onde os Estados Unidos e seus aliados financiam e apoiam jihadistas extremistas contra um governo que se recusou a se alinhar com os EUA e Israel. 

Há um padrão perturbador aqui que nunca foi perdido pelos observadores políticos mais atentos: os Estados Unidos sempre fazem causa comum com os extremistas de direita e fascistas para ganho geopolítico.

A situação na Ucrânia é profundamente preocupante, pois representa uma conflagração política que poderia muito facilmente despedaçar o país menos de 25 anos após a sua independência da União Soviética. No entanto, há outro aspecto igualmente preocupante para a ascensão do fascismo no país – não é só na Ucrânia.

A Ameaça Fascista pelo Continente

A Ucrânia e a ascensão do extremismo de direita não podem ser vistas, e muito menos entendidas, de forma isolada. Em vez disso, isso deve ser examinado como parte de uma tendência crescente em toda a Europa (e mesmo no mundo) - uma tendência que ameaça os próprios fundamentos da democracia.

Passeata do Aurora Dourada (Golden Dawn) em Atenas
Na Grécia, a austeridade selvagem imposta pela troika (FMI, BCE e Comissão Europeia) paralisou a economia do país, levando a uma depressão tão ruim, se não pior, do que a Grande Depressão nos Estados Unidos. É contra esse pano de fundo de um colapso econômico que o partido Aurora Dourada (orig. Gol;den Dawn) cresceu e se tornou o terceiro partido político mais popular do país. 

Defendendo uma ideologia do ódio, a Aurora Dourada – de fato, um partido nazista que promove chauvinismo antijudaico, anti-imigrantes, antimulheres - é uma força política que o governo em Atenas entendeu como uma séria ameaça para o próprio tecido da sociedade. 

É essa ameaça que levou o governo a deter a liderança do partido depois de um nazista da Aurora Dourada ter fatalmente esfaqueado um rapper antifascista. Atenas lançou uma investigação sobre o partido, ainda que os resultados desta investigação e julgamento permaneçam pouco claros.

O que torna a Aurora Dourada uma ameaça tão insidiosa é o fato de que, apesar de sua ideologia central do nazismo, a sua retórica anti-UE, anti-austeridade atrai a muitos na Grécia economicamente devastada. Tal como aconteceu com muitos movimentos fascistas do século 20, a Aurora Dourada culpa os imigrantes, muçulmanos e africanos, principalmente, por muitos dos problemas enfrentados pelos gregos. 

Em circunstâncias econômicas terríveis, tal ódio irracional torna-se atraente, uma resposta para a pergunta de como resolver os problemas da sociedade. De fato, apesar dos líderes da Aurora Dourada estarem presos, outros membros do partido ainda estão no parlamento, ainda concorrendo por grandes cargos, incluindo para prefeito de Atenas. Embora uma vitória eleitoral seja improvável, outra forte presença nas urnas vai tornar a erradicação do fascismo na Grécia muito mais difícil.

Deputados da Aurora Dourada tomam posse no Parlamento grego em 2012
Se tal fenômeno fosse confinado à Grécia e Ucrânia, não constituiria uma tendência continental. Infelizmente, no entanto, vemos o surgimento de partidos políticos semelhantes, embora ligeiramente menos abertamente fascistas, por toda a Europa. Na Espanha, o Partido Popular pró-austeridade governante transformou-se para estabelecer leis draconianas que restringem a liberdade de expressão e de protesto, e dando poder e sancionando táticas policiais repressivas. 

Na França, o Partido Frente Nacional, de Marine Le Pen, que culpa veementemente os imigrantes muçulmanos e africanos, ganhou quase vinte por cento dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais. Da mesma forma, o Partido da Liberdade na Holanda - que promove políticas antimuçulmanos, anti-imigrantes – já é o terceiro maior no parlamento. 

Por toda a Escandinávia, os partidos nacionalistas, que antes operavam em completa irrelevância e obscuridade, são agora players importantes nas eleições. Estas tendências são preocupantes, para dizer o mínimo.

Deve-se notar, também, que, para além da Europa, há uma série de formações políticas quase fascistas que são, de uma forma ou de outra, apoiadas pelos Estados Unidos. 

Os golpes de direita que derrubaram os governos do Paraguai e Honduras foram tacitamente e/ou abertamente apoiados por Washington em sua busca aparentemente interminável para suprimir a esquerda na América Latina. Claro, deve-se também lembrar que o movimento de protesto na Rússia foi encabeçado por Alexei Navalny e seus seguidores nacionalistas, que defendem uma ideologia racista virulentamente antimuçulmanos que vê os imigrantes do Cáucaso russo e ex-repúblicas soviéticas como abaixo dos “russos europeus”.  

Stepan Bandera
Estes e outros exemplos começam a pintar um retrato muito feio da política externa dos EUA, que tenta usar as dificuldades econômicas e agitação política para expandir a hegemonia dos EUA pelo mundo.

Na Ucrânia, o "Setor Direita" levou a luta da mesa de negociações para as ruas, na tentativa de realizar o sonho de Stepan Bandera - uma Ucrânia livre da Rússia, de judeus, e de todos os outros "indesejáveis", como eles os veem. Estimulados pelo apoio contínuo dos EUA e da Europa, esses fanáticos representam uma ameaça mais séria à democracia do que Yanukovich e o governo pró-russo jamais poderiam ser. Se a Europa e os Estados Unidos não reconhecem essa ameaça em sua infância, no momento em que, finalmente, o fizerem poderá ser tarde demais.
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[*] Eric Draitser é Analista independente de Geopolítica com sede em Nova Yorque e fundador do sítio Stop Imperialism. É colaborador regular de Russia TodayCounterpunchResearch on GlobalizationPress TV, e muitos outros meios de comunicação. Produz também podcastsdisponíveis no iTunes e Stop Imperialism, bem como The Reality Principle, disponível exclusivamente no sítio BoilingFrogsPost.com. Visite StopImperialism.com e acesse todas as suas postagens.

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Superávit primário de trimestre terminado em Janeiro será recorde, diz secretário do Tesouro!

Superávit primário de trimestre terminado será recorde, diz secretário do Tesouro - da Agência Brasil 


Depois de resultados expressivos em novembro e dezembro, o superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) também será elevado em janeiro, disse hoje (30) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Ele não apresentou números, mas afirmou que o superávit primário acumulado nos últimos três meses será recorde para todos os trimestres.

De acordo com o secretário, o esforço fiscal considerável em janeiro mostra que o governo começou o ano com o compromisso de equilibrar as contas públicas e controlar a inflação. “Este é um grupo de meses [novembro, dezembro, janeiro] relevante. O superávit primário elevado significa um esforço em termos de melhoria do indicador fiscal. Além de ajudar no combate ao processo inflacionário, auxilia no equilíbrio macroeconômico do país.”

Em novembro, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) tinha economizado R$ 28,970 bilhões, o maior valor para o mês. 
Em dezembro, o esforço fiscal somou R$ 14,532 bilhões, o segundo melhor resultado da história para o mês.

O superávit primário de novembro e de dezembro foi impulsionado pelos parcelamentos especiais de dívidas tributárias de multinacionais e instituições financeiras e pela reabertura do Refis da Crise, que renderam R$ 21,785 bilhões aos cofres federais. Além disso, o governo obteve R$ 15 bilhões com o pagamento do bônus de assinatura do Campo de Libra.

Em relação ao resultado de janeiro, o secretário do Tesouro não comentou que fatores manterão o esforço fiscal elevado. Ele também evitou fazer previsões para os meses seguintes, dizendo que a política fiscal para este ano só será definida quando o governo editar o decreto de programação do Orçamento de 2014, previsto para sair em fevereiro, e divulgar o montante de verbas a serem contingenciadas (bloqueadas).

O secretário explicou ainda que o Tesouro poderá lucrar com a revisão do contrato de cessão onerosa de 5 bilhões de barris do petróleo da camada pré-sal, assinado em 2010 durante a capitalização da Petrobras. Na operação, a estatal pagou R$ 74,8 bilhões ao Tesouro, mas o valor poderá ser aumentado com a revisão do contrato por causa da valorização do petróleo no mercado internacional.

Segundo Augustin, a revisão da cessão onerosa está prevista no contrato com a Petrobras, mas o governo ainda não conta com esses recursos em 2014. “Não estamos trabalhando com cenário no qual haja recursos vindos de renegociação da cessão onerosa. Esse processo está previsto em contrato, mas o valor não está na nossa análise no momento porque ainda precisamos primeiro fazer a revisão para saber no que vai dar”, justificou.

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-01/superavit-acumulado-no-trimestre-ate-janeiro-batera-recorde-diz-secretario

Em recessão, Espanha tem queda de 1,2% do PIB em 2013!

Em recessão, Espanha tem queda de 1,2 por cento do PIB em 2013 - do Vermelho



O Produto Interno Bruto da Espanha caiu 1,2 por cento em 2013, apesar do pequeno crescimento de 0,3 por cento no quarto trimestre, confirmou o Instituto Nacional de Estatística (INE) nesta quinta-feira (30).

A instituição atribuiu a queda anual ao desempenho negativo do consumo e do investimento, maior que o crescimento das exportações.

O resultado é um décimo inferior às previsões oficiais e confirma as avaliações do Banco da Espanha difundidas na semana passada.

Neste momento a instituição financeira avalia que o país saiu da recessão na segunda metade de 2013 devido ao alívio das tensões nos mercados financeiros, melhores resultados do financiamento externo e melhoras do mercado de trabalho.

O INE indicou que no ano passado começou a mudar o padrão do PIB, já que nos três primeiros trimestres a força da atividade exterior mitigou a paralisação da atividade interna, mas no último os resultados foram invertidos.

Fonte: Prensa Latina


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http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=234861&id_secao=2

El Salvador: Candidato da FMLN pode vencer eleição presidencial no 1o. turno!

Multidão encerra campanha da esquerda na capital de El Salvador - do Vermelho


Salvador Sanches Cerén,  atual Vice-Presidente de El Salvador e candidato a Presidente pela FMLN, e o Presidente Lula, em encontro realizado em Agosto de 2013, no Instituto Lula. 

Mais de 350 mil salvadorenhos acompanharam os candidatos da Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) no encerramento da campanha em presidencial na capital, San Salvador, tendo em vista as eleições de 2 de fevereiro próximo.


Para as centenas de milhares de pessoas que participaram do ato, só o candidato à presidência, Salvador Sánchez Cerén, e à vice-presidência, Oscar Ortiz, podem conduzir El Salvador pelo caminho do aprofundamento das mudanças iniciadas em 2009.

Camaradagem, gigantismo, música, dança e a presença do reconhecido cantor Álvaro Torres deram às ruas um ambiente festivo ao encerramento da campanha eleitoral do partido de esquerda.

Outros atos foram realizados na cidade ocidental de Santa Ana, em San Miguel, no oriente, e em Quezaltepeque, terra natal do candidato Sánchez Cerén, um dos líderes históricos da FMLN e vice-presidente do país.

Em todas essas manifestações, como em San Salvador, teve presença uma multidão de simpatizantes com as propostas de campanha de Sánchez Cerén e Ortiz, cujo eixo central é o ser humano.

O secretário geral da FMLN, Medardo González, assegurou que o partido tem crescido desde a primeira semana de janeiro até o dia 20, de 47,6% a 49,5% de preferência nas pesquisas.

Praticamente chega ao número que se exige, 50% mais um dos votos válidos, para a vitória eleitoral, destacou.

O dirigente prefere celebrar o triunfo somente quando o Tribunal Supremo Eleitoral der os primeiros resultados.

O candidato à vice-presidência, prefeito da cidade de Santa Tecla, vizinha da capital, durante cinco períodos, chamou pela continuação das "boas mudanças" que começaram em 2009.

Ele prevê a vitória da FMLN no primeiro turno porque, disse, é o partido maior, mais forte, mais organizado e melhor integrado.

Agradeceu ao presidente Maurício Funes por abrir o caminho que a Frente continuará, com programas sociais que favorecem a população mais excluída historicamente.

Salvador Sánchez Cerén, aclamado pela multidão, foi o último orador. Com seu discurso singelo e humano, arrancou numerosas aclamações e aplausos durante sua intervenção que o obrigaram a fazer pausas.

O candidato à presidência recordou que em 2009 o povo salvadorenho deu a vitória à FMLN ao mesmo tempo em que assegurou que a direita não voltará a governar.

"O povo já não quer ser objeto, e sim sujeito das mudanças, assinalou Sánchez, e chamou todos a trabalhar juntos por El Salvador.

O presidente da Assembléia Nacional, Sigfrido Reis, comentou para a agência Prensa Latina: "Temos trabalhado, temos feito uma campanha bem sucedida com propostas para avançar na transformação deste país. Temos resultados a oferecer após o primeiro mandato presidencial”. 

Ele assegurou que a direita tradicional, os adversários da FMLN, têm mostrado uma vez mais que não têm maiores coisas a oferecer a um eleitorado que quer que as mudanças sigam se aprofundando.

"O que temos visto nos últimos dias é uma onda de adesões que vêm a consolidar esta tendência de uma vitória no primeira turno", enfatizou.

Manifestou sentir-se muito otimista com a quantidade de salvadorenhos que têm acompanhado a Frente nos atos de encerramento da campanha tendo em vista as eleições de 2 de fevereiro.

Ainda haverá um último ato, na próxima quarta-feira (29), em Soyapango, no departamento (equivalente a estado) de San Salvador, onde também se espera o comparecimento de centenas de milhares de pessoas. 

Prensa Latina


Link:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=234513&id_secao=7

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Mídia e a Nudez da Oposição!



Um farsante (tipo “direitopata” ou “esquerdofóbico), fazendo-se passar por um alfaiate de terras distantes (assumido “defensor da democracia liberal”), diz a um determinado rei (a mídia oposicionista) que poderia fazer uma roupa muito bonita e cara, mas que apenas as pessoas mais inteligentes e astutas poderiam vê-la. O rei, muito vaidoso, gostou da proposta e pediu ao “salvador da pátria” que fizesse uma roupa dessas para ele.

O farsante recebeu vários baús cheios de riquezas, rolos de linha de ouro, seda e outros materiais raros e exóticos, exigidos por ele para a confecção das roupas (consultoria). Ele guardou todos os tesouros e ficou em seu tear, fingindo tecer fios invisíveis, que todas as pessoas alegavam ver, para não parecerem estúpidas.

Até que um dia, o rei (verbi gratia, a imprensa) se cansou de esperar, e ele e seus ministros quiseram ver o progresso do suposto alfaiate. Quando o falso tecelão mostrou a mesa de trabalho vazia, o rei exclamou: “Que lindas vestes! Você fez um trabalho magnífico!”, embora não visse nada além de uma simples mesa, pois dizer que nada via seria admitir na frente de seus súditos que não tinha a capacidade necessária para ser rei.

Os nobres (empresários em busca de privilégios) ao redor soltaram falsos suspiros de admiração pelo trabalho do tapeador, nenhum deles querendo que achassem que era incompetente ou incapaz. O rei resolveu marcar uma grande parada na cidade para que ele exibisse as vestes especiais. 

A única pessoa a desmascarar a farsa foi uma criança, exclamando: “O rei está nu!”. O grito é absorvido por todos, de maneira constrangedora, o rei se encolhe, suspeitando que a denúncia infantil é verdadeira, mas dá continuidade à procissão…

A entrevista do Valor (16/01/13) com Francisco Lopes (ex-presidente do Banco Central do Brasil no Governo FHC) e a de Luiza Trajano (presidente da rede de comércio varejista Magazine Luiza) ao programa de televisão direitista Manhattan Connection mexeu com os brios da imprensa brasileira. 

Os jornalistas estão reagindo que nem os cidadãos quando a criança denunciou: “O rei está nu!”. O discurso alarmista da oposição foi desmascarado por esses insuspeitos entrevistados. Os repórteres que o divulgaram, acriticamente, estão caindo em si diante da farsa estar vindo à luz.

Dona Luíza, empresária de Franca que começou com uma lojinha e hoje é a 3a. maior rede do varejo brasileiro, contrapôs contra-argumentos factuais e lógicos a cada um dos odiados Manhattaner, com elegância, classe e extrema simplicidade. Chico Lopes, depois das entrevistadores terem tentado o pautar para responder só de acordo com aquele discurso típico alarmista, ele se esquiva, denunciando a artificialidade deste “pessimismo”.

Chico Lopes diz que a coisa que mais lhe incomoda, atualmente, é o pessimismo. “As análises estão muito contaminadas pela disputa eleitoral, isso atrapalha um pouco”. Afirma que há uma falsa interpretação de economistas oposicionistas segundo a qual poderíamos voltar a crescer 4%, se a política econômica for ‘correta’ com menos intervenção. Fazem apenas uma análise conjuntural pessimista. Não praticam uma abordagem estruturalista com visão de longo prazo.

Lopes acha que há um equívoco por trás do pensamento dos economistas, segundo o qual o crescimento normal possível é 4%. Há dois fatores que atuaram de forma importante em 2012 e 2013 e acredita que não vão atuar em 2014. Primeiro, a taxa de câmbio. “Na verdade, nos últimos dois anos, o Brasil fez uma desvalorização em termos reais de quase 20%, que é uma mudança muito grande”. 

Em 2012 e 2013, “o maior problema foi o crescimento baixo da indústria de transformação, medíocre e muito abaixo da média histórica. (…) Ao mesmo tempo, nos últimos dois anos, o quantum de importações cresceu mais de 20% nesses dois segmentos: bens de consumo não duráveis, como alimento, e bens intermediários de modo geral. Olhando a economia, vejo que a demanda está crescendo no normal e a produção não está crescendo porque a capacidade bateu no teto, falta trabalhador, e porque fizemos uma política cambial errada”.

Lopes diz que é necessário a imprensa entender a política econômica do governo. “A ideia de que não está havendo investimento no Brasil me parece equivocada. Vejo um mundo de construção civil sendo feito, como metrô, estradas, portos. A formação bruta está crescendo 8% ao ano nos últimos anos. E vemos a indústria automobilística fazendo fábricas”. 

Se perguntar aos empresários se vão parar de investir, “eles dizem que não, por razões estratégicas, porque estão a plena capacidade e têm que fazer uma fábrica nova”. Ele alerta: “tem um jogo político, do lobby, e o governo, muitas vezes, é ingênuo e cede a esse tipo de pressão. Esse é um dos erros de política econômica”.

Lopes não condena e nem acha que foi um equívoco a política de redução de juros, porque ela teve uma consequência da maior importância, gerou a correção da taxa de câmbio. “Isso teve um custo inflacionário, mas foi feito dentro de certos parâmetros. Na hora em que a inflação passou a incomodar, o BC reverteu a política”. A taxa de juro real de 5% a 6% se justifica, transitoriamente, como estratégia de controle da inflação. “Mas, como posição permanente, transforma o Brasil em uma economia de rentistas”.

“A tese de que o Brasil tem déficit público muito grande não é verdade. Em comparação com outros países, a posição fiscal brasileira é muito favorável”, afirma Lopes. “Do ponto de vista de formulação econômica, o que interessa é a dívida líquida. Os mercados gostam de olhar o conceito de dívida bruta, porque os governos frequentemente usam os mecanismos da dívida líquida para esconder coisas. Quando se analisa a dívida bruta, de 60% do PIB, tem que considerar que quase 20% tem a contrapartida de reservas. (…) Acho a posição fiscal do Brasil confortável e todo mundo reconhece isso. A dívida bruta de outros países é de 90%, 100% do PIB”.

O governo deveria deixar claro que tem uma meta, que é a de estabilizar a dívida líquida como percentual do PIB, assumindo que vai usar a folga fiscal que tiver para fazer gastos sociais. Ideologicamente, “se pode discordar dessa posição, achando que o Brasil deveria levar a dívida líquida para 20% do PIB, que é mais importante do que fazer gastos sociais”.

O que mais se salienta na entrevista de Lopes é que ele explicita o debate ideológico colocado em seus termos. É um neoliberal que reconhece méritos do Governo de ideologia oposta, o que é incomum em Terrae Brasilis… 

Na verdade, a ideologia do Governo Dilma é social-desenvolvimentista, mas ele a classifica como socialista, demonstrando falta de precisão política, o que é comum entre economistas com formação ortodoxa. 

Sua virtude é não cair no “contrarismo”, isto é, o dogma de ser sempre contra o “governo do PT”. Divulgar falsas ideias, contra factuais, automática e impensadamente, apenas por que se trata de criticar o governo, é tão equivocado como seguir o “comportamento de manada”, tipo “Maria-vai-com-as-outras”.

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Consumo de energia da indústria brasileira cresceu 3,1% em Dezembro!

Consumo de energia da indústria brasileira cresceu 3,1% em Dezembro! - da Agência Brasil

Apesar de ter fechado 2013 com expansão de apenas 0,6%, praticamente estável em relação a 2012, o consumo de energia elétrica na indústria, que vem reagindo desde julho, fechou dezembro com alta de 3,1% sobre igual mês de 2012. Os dados são da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Segundo a resenha, de janeiro a dezembro, a demanda de energia aumentou 3,5% no país.

Ao longo do ano passado, a demanda da indústria totalizou 184,6 gigawats-hora (Gwh). As modestas taxas de crescimento durante o ano, refletem, na avaliação da EPE, a fraca atividade de setores eletrointensivos (que demandam bastante energia), como os de extração mineral e alguns segmentos da metalurgia, principalmente nos estados de Minas Gerais, do Maranhão e do Pará. A retração da produção de alumínio e da extração de minério de ferro afetou também os estados do Maranhão (-16,0%), de Minas Gerais (-2,5%), do Pará (-1,5%), de São Paulo (-0,2%) e do Espírito Santo (+2,0%).

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, disse que a média de crescimento da indústria, de 0,6% ao longo do ano, foi “muito baixa”, mas ressaltou que a tendência é de recuperação. “O interessente é que, a partir do meio do ano, começou um processo de recuperação do consumo do setor industrial e agora em dezembro houve essa alta de 3,1% em relação a dezembro de 2012. Então, apesar de, na média, a industria ter tido crescimento fraco, no fechamento do ano, o aumento foi bem maior do que na média anual. Esperamos que esta seja a tendência daqui para a frente.”

Para Tolmasquim, também contribuiu para a alta de 3,1% em dezembro o fato de a base de comparação ter sido baixa no mesmo mês de 2012. “É claro que há um fator de recuperação, porque não foi só dezembro, apesar de ter sido o mês de maior expansão do ano, que registrou elevação. Desde julho, o consumo da indústria está maior, o que parece indicar uma recuperação da demanda do setor. Eu acredito que a indústria está saindo do buraco em que se encontrava”, destacou.

De acordo com o presidente da EPE, está havendo mudança no perfil desse crescimento registrado no setor industrial. “Há, sim, mudança no que diz respeito ao setor, na estrutura do crescimento do setor. Pode-se notar retrações nos setores de alumínio e minério de ferro, que tradicionalmente são intensivos no consumo. Em contrapartida, nota-se crescimento nos setores automotivo, de máquinas e equipamentos para o setor agrícola e também no de refino de petróleo.”

Os dados da resenha da EPE indicam que estados como o Paraná, onde o consumo cresceu 4,6%), e o Rio Grande do Sul (4,1%), se beneficiaram do aquecimento das atividades de refino de petróleo, produção de automóveis e de máquinas e equipamentos para o setor agrícola.

Link:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-01/industria-fecha-dezembro-com-expansao-de-31-no-consumo-de-energia


'Consultores” da Globo são ex-integrantes do governo FHC!

Você sabia que “consultores” da Globo são ex-integrantes do governo FHC? - do blog Palavras Diversas

David Zylberstajn, ex-genro e diretor da ANP de FHC, queridinho das organizações Globo e consultor em petróleo, é o mesmo que propôs fatiar a Petrobrás para facilitar sua venda durante o governo do sogro...
David Zylberstajn, ex-genro e diretor da ANP de FHC, queridinho das organizações Globo e consultor em petróleo, é o mesmo que propôs fatiar a Petrobrás para facilitar sua venda durante o governo do sogro…
Atualização em 11 de novembro de 2013: que os “consultores” ouvidos pela Globo e O Globo são ex-integrantes do governo tucano de FHC, isto está claro.  Mas o fato marcante da semana é que tais especialistas, auto intitulados de isentos, são também integrantes da equipe econômica do programa de governo de Aécio Neves… 
Dupla função para esta turma, expediente na fina flor da imprensa para condenar a política econômica do atual governo e “bico” na campanha tucana.  Destaca-se nesta turma, o ex-presidente do BC, Armínio Fraga, campeão dos juros estratosféricos e preferido dos grandes investidores para tomar conta do cofre brasileiro, por que será??? Aécio confirmou o interesse em contar com Fraga no Ministério da Fazenda em um pretenso governo tucano a partir de 2015.
É sempre oportuno frisar que juros altos favorecem aqueles que são credores do governo, um ministro “amigo dos juros altos” conta com a simpatia e a preferência do sistema financeiro.
PSDB e Globo abrem campanha eleitoral entre os milionários, primeiro.  O povão, serão tratados por último, após intenso bombardeio midiático assinado pelos “isentos” consultores econômicos…
A grande imprensa tem lado, é fato concreto, nem se trata mais de mera teoria conspiratória.  As organizações Globo tem sido menos discreta nesse sentido, pois se utilizam de um time de “consultores” , das mais variadas áreas, de política monetária até exploração do pré-sal, para oferecer a audiência subsídios “confiáveis” para a tomada de decisões, seja para o cidadão comum decidir o que fazer com suas economias ou para guiar o empresariado e suas diretrizes de investimento.
É líquido e certo que o grande e o médio empresário tenham acesso a informação válida para balizar seus negócios. O pequeno empreendedor acaba guiado por informações “quentes” do mercado que são noticiadas pela imprensa dita especializada, especialmente nos veículos da Globo, como O Globo, Valor Econômico, Globo News entre outros.

O cidadão comum, aquele que move a economia brasileira com o resultado de seu trabalho, este, em grande parte não sabe que os “consultores” que a Globo ouve e que “orientam investimentos”, são ex-integrantes do governo FHC e pregam um ambiente desregulado, em favor de uma “economia livre” e um Estado mínimo, em que ganha quem tem mais dinheiro para colocar no mercado financeiro e perde todo o resto.
Ao emprestar seu púlpito aos defensores da agenda neoliberal, aquela que quebrou o país três vezes entre 1995 e 2002, a Globo toma partido e tenta levar consigo seu público, avisado ou desavisado, a reboque por um catequismo editorial massivo.  Ora conspirando contra os rumos da política econômica do governo, ora desinformando sobre os contextos que influenciam cenários consolidados, táticas válidas para o tudo ou nada político.
Não é coincidência que os nomes exibidos abaixo sejam, constantemente, consultados sobre assuntos de extrema importância para o país. Isto tem outro nome: é partidarismo assumido para especialistas, porém dissimulado para a maioria.
Alguns nomes são recorrentes na programação global, principalmente quando se trata da definição das taxas de juros Selic, como Armínio Fraga e Pedro Malan, que atualmente militam para o mercado financeiro e usam de suas antigas credenciais para beneficiar seus próprios negócios ou de seus associados e clientes.
Para cobrir os leilões do pré-sal escalaram o ex-genro de FHC e ex-diretor da ANP, David zylberstajn, para condenar a política energética brasileira e dinamitar a Petrobrás.  Perderam, novamente…
O partidarismo ostensivo só corrobora para a contínua perda de credibilidade de setores conservadores da imprensa, confundindo o grande público e tornando informação relevante em peça política contra a soberania nacional.
Já não é mais possível enganar-se sobre esta tática de desinformação em massa, praticada pela grande mídia.
O país necessita continuar mudando e estabelecer sólidos pilares de sua jovem democracia e uma imprensa que cumpre papel tão mesquinho não se enquadra neste cenário
Você sabia que:
BESSERMANSergio Besserman – executivo do BNDES durante o  processo de “reforma modernizante” do aparelho de estado brasileiro e reestruturação da indústria, que incluiu corte de gastos e privatização de empresas estatais e  presidente do IBGE, ambos os cargos durante o governo FHC ;
MALAN
Pedro Malan – ministro da Fazendo nos dois mandatos do governo FHC, Atualmente, atua como presidente do Conselho Consultivo Internacional do Itaú Unibanco;
zylberstajn
David Zylberstajn – foi o primeiro diretor-geral da recém-criada Agência Nacional do Petróleo (ANP) em 1998, nomeado por FHC de quem era genro, e reconduzido ao cargo novamente em janeiro de 2000.
Sua grande façanha foi ter liderado a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil, realizando o primeiro leilão de áreas de exploração aberto à iniciativa privada, nos dias 15 e 16 de junho de 1999;
adriano pires
Adriano Pires – Segundo trecho extraído de sua apresentação no site do Instituto Millenium, foi “assessor do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e superintendente da ANP nas áreas de importação, exportação e abastecimento” durante a gestão de David zylberstajn…
Arminio_Fraga_ag_br_02
Arminio Fraga - presidente do Banco Central do Brasil entre 1999 e  2003 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, praticante de juros exorbitantes no Copom, chegando a superar a casa dos 45%! No momento, o campeão dos juros recordes da taxa Selic, usa do espaço generoso midiático de que dispõe para atacar juros estipulados pelo Banco Central que estão abaixo de 10%…
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