Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Ajuste econômico de Joaquim Levy começa a dar resultados positivos! - por Marcos Doniseti!

Ajuste econômico de Joaquim Levy começa a dar resultados positivos! - por Marcos Doniseti!


Alexandre Tombini, Joaquim Levy e Nelson Barbosa. 

Parece que o ajuste econômico que está sendo promovido pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy, e que é tão criticado por aí, já está produzindo bons resultados.

O superávit primário de Janeiro de 2015 passou dos R$ 21 bilhões, o que é um excelente resultado. Este valor equivale a 4,88% do PIB do mês, mostrando que o ajuste econômico que está sendo colocado em prática é para valer. 

Para se ter uma ideia da dimensão do mesmo, o superávit primário previsto para todo o ano de 2015 é de R$ 66,3 bilhões (1,2% do PIB, que está em torno de R$ 5,5 trilhões).

Assim, em apenas um mês o governo Dilma fez um resultado primário que é equivalente a quase um terço (31,8% para ser exato) daquele que é previsto para todo o ano de 2015. 

Mas é claro que tal fato foi totalmente ignorado e escondido pela Grande Mídia reacionária e golpista do país. 

E tal superávit é muito importante porque sinaliza para o setor empresarial que o governo Dilma não está brincando e que o ajuste econômico veio para ficar, é para valer, e que o déficit público nominal será substancialmente reduzido em 2015. 

Tal indicador (déficit público nominal) fechou 2014 em 6,6% do PIB, que é um patamar muito elevado e que destoou totalmente dos resultados obtidos no período 2003-2013, quando ele foi muito inferior (ficando em torno de 2,5% a 3% do PIB na maioria dos anos). 


Entre 2003 e 2012 (um período de 10 anos) o Brasil acumulou um superávit comercial de cerca de US$ 28 bilhões com a Venezuela. 

Mas com este nível de superávit primário alcançado em Janeiro deste ano, inevitavelmente o déficit público nominal voltará a diminuir, e de forma bastante considerável, visto que o mesmo foi equivalente a 4,88% do PIB do mês de Janeiro, o que é um patamar bastante elevado.

Assim, o governo Dilma, neste inicio de segundo mandato, está promovendo uma política devreequilíbrio das contas públicas brasileiras, o que tornará tal déficit totalmente financiável, bem como a um custo menor, já que com um déficit menor, o governo poderá reduzir, futuramente, a taxa Selic, pois os credores sabem que o Estado brasileiro terá os recursos suficientes para honrar os seus compromissos. 

Outra notícia boa para a economia brasileira vem da cotação do dólar, que se valorizou em relação ao Real e que ficou em R$ 2,85 ontem. 

Com esse patamar, as exportações brasileiras ficarão mais competitivas, pois o preço delas em Dólar irá diminuir e uma quantidade maior de Reais irá entrar no país. 

E com as importações acontecerá o contrário, é claro, ou seja, elas ficarão mais caras, o que irá estimular a substituição das mesmas pela produção nacional. Inclusive, já tivemos uma redução no déficit comercial no meses de Janeiro e Fevereiro deste ano. Em Janeiro de 2015, o déficit comercial brasileiro foi 22% menor do que o do mesmo mês de 2014. 

Mas é claro que quando trata do assunto, a Grande Mídia trata de esconder o fato de que uma desvalorização do Real, desde que não seja muito exagerada e o governo mantenha, depois, a cotação estável, trará muitos benefícios econômicos ao país. 

Desta maneira, já no ano de 2015 o Brasil deverá terminar com o retorno do superávit comercial, o que irá implicar na redução do déficit externo, que chegou a 4,2% do PIB em 2014, o que também é um nível muito alto e que é insustentável a médio e longo prazo. 

É bom que se diga, claramente,  que o Real estava supervalorizado em relação às outras moedas, pois inúmeros países e economias promoveram maxidesvalorizações das mesmas após o estouro da crise de 2008. 

Agora, com essa desvalorização do Real que tivemos nos últimos meses, grande parte do problema já foi solucionado. A partir de agora deveremos ter uma recuperação da balança comercial brasileira, que deverá voltar a registrar superávit em 2015.

Mas é bom lembrar, também, que os preços das principais commodities de exportação do Brasil diminuíram nos últimos anos. Somente em 2014 o preço do minério de ferro exportado pelo Brasil desabou 42% no mercado internacional e atingiu o seu menor valor em 5 anos. E isso, é claro, prejudicou imensamente ao desempenho comercial do país. 

Somente a queda dos preços da soja e do minério de ferro irão provocar um prejuízo de US$ 11 bilhões para as exportações brasileiras em 2015. Em um período de apenas 12 meses (Novembro de 2013-Outubro de 2014) o preço da soja desabou 26% e o do minério de ferro despencou 33% no mercado internacional. 

Se tem uma coisa que arrebenta com a economia de um país é o mesmo ter uma moeda supervalorizada. Com isso, as importações ficam muito baratas e disparam, as exportações encarecem e diminuem, a produção nacional é substituída pelas importações, os gastos de turistas brasileiros no exterior crescem demais (superou os US$ 25,6 bilhões em 2014, o que também é muita coisa) e o déficit comercial e externo fogem do controle. 


Na questão do emprego, o Brasil enfrentou duas realidades completamente distintas nos governos Lula-Dilma (2003-2014) e FHC (1995-2002)

Foi esse tipo de situação que gerou as crises do México em 1994, da Ásia em 1997, da Rússia e do Brasil em 1998 e da Argentina em 2001. 

Então, com a elevação do superávit primário e com a recente desvalorização do Real consegue-se resolver os dois grandes problemas econômicos e financeiros que o Brasil enfrentou em 2014, que foram o déficit público nominal e o déficit em transações correntes (contas externas) muito elevados. E ao se resolver esses dois grandes problemas, então o país estará pronto para retomar o crescimento econômica de forma sustentável. 

Aliás, é bom lembrar que foi essa combinação de déficits altíssimos (público e externo) que levou o governo FHC a fracassar, gerando uma brutal fuga de capitais do país (já em 1998 as reservas internacionais da época viraram pó) e levando o mesmo a ter que recorrer ao FMI (em 3 oportunidades, em 1998, 2001 e em 2002) para não ter que decretar moratória da dívida externa. 

Afinal, como já dizia grande economista Maria da Conceição Tavares: 'Crise inflacionária aleija. Crise cambial mata.'.


Taxa de inflação brasileira, que ficou em 6,4% em 2014, está dentro da meta desde 2004. Já são 11 anos consecutivos em que isso acontece. Logo, não há nenhuma explosão inflacionária acontecendo no Brasil. 

Também não se pode esquecer que o governo Lula também promoveu um duro ajuste econômico entre 2003-2015, período no qual o superávit primário superou os 4% do PIB, mas com uma grande vantagem, que foi o fato de que na época o cenário econômico mundial era altamente positivo, com grande crescimento econômico global e do comércio internacional, bem com o preço das principais commodities de exportação brasileiras (soja, minério de ferro) atingindo preços elevados no mercado externo. 

Agora, isso não acontece mais, muito pelo contrário, pois o atual cenário econômico mundial é muito ruim, com as maiores economias do mundo passando por uma grande desaceleração (China, Índia) ou por uma recessão (são os casos Rússia, União Europeia, Argentina, Venezuela, Japão). 

É bom que se diga que o Brasil foi um dos país menos afetados pela crise global de 2008 devido às políticas anticiclícas keynesianas adotadas pelos governos Lula e Dilma. 

Tanto isso é verdade que, no final de 2014, as taxas de desemprego pelo mundo afora eram as seguintes:

1) Grécia 25,7%;
2) Espanha 23,7%;
3) Portugal 13,9%;
4) Itália 13,3%;
5) Zona do Euro 11,5%;
6) Turquia 10,4%;
7) França 10,1%;
8) União Europeia 10%;
9) Holanda 7,2%;
10) Canadá 6,7%;
11) Índia 6,3%;
12) Austrália 6,1%;
13) Reino Unido 5,8%;
14) Indonésia 5,7%;
15) EUA 5,6%;
16) Rússia 5%;
17) Áustria 4,9%;
18) Alemanha 4,8%;
19) Brasil 4,3%;
20) China 4,1%;
21) México 3,8%;
22) Coréia do Sul 3,5%;
23) Japão 3,4%;
24) Suíça 3,4%.

Nota-se que o Brasil, no final de 2014, tinha uma das 6 menores taxas de desemprego entre as principais economias do mundo, e era um dos 8 países que possuía uma taxa inferior a 5%. 

E depois a Grande Mídia e a oposição reacionária e golpista quer convencer a população brasileira de que o país está afundando... E o pior é que temos muitos desinformados que acreditam nessa baboseira monumental. 

Link: http://pt.tradingeconomics.com/russia/unemployment-rate


Ajuste das contas públicas e externas é essencial para continuar com políticas de inclusão social:

Logo, promover o ajuste das contas públicas e externas é absolutamente essencial para que tudo aquilo que foi conquistado durante os 12 anos de governos Lula e Dilma seja preservado (como o fato do Brasil ter terminado o ano de 2014 com uma das menores taxas de desemprego do mundo, de apenas 4,3% em Dezembro de 2014). 



Aeroporto de Guarulhos foi ampliado e modernizado no governo Dilma.

Esse será um ano difícil, complicado, mas se o ajuste econômico funcionar, como tudo indica que irá acontecer (e os sinais neste início de ano já são positivos neste sentido), então o Brasil estará pronto para dar início a um novo ciclo de crescimento econômico sustentado, mantendo as contas públicas e as contas externas equilibradas e sob controle.

Feito isso, poderemos voltar à normalidade e retomaremos o ciclo de crescimento econômico que começou no primeiro mandato de Lula e que é fundamental para poder continuar financiando e garantir a continuidade das políticas de inclusão social e de distribuição de renda implantadas nos governos Lula e Dilma.

Entre estas políticas, nós tivemos: 

1) O aumento real anual do salário mínimo: O mesmo foi reajustado em 294% entre 2003-2015, contra uma inflação acumulada de 97,4% entre 2003-2014). Seu reajuste beneficia cerca de 48 milhões de pessoas, incluindo cerca de 21 milhões de pensionistas do INSS. E o seu poder de compra é o maior dos últimos 50 anos. 

2) A expansão da oferta de crédito (cresceu de 23% para 56% do PIB entre 2003-2014), que barateou o mesmo, tornando-o acessível a dezenas de milhões de pessoas que, anteriormente, não tinham como fazer um financiamento para comprar um carro, casa ou terreno, para poder viajar, etc. 

3) A redução dos juros: a taxa Selic caiu de 25% ao ano (final de 2002) para 12,25% ao ano (2015); 

4) Redução de impostos sobre imóveis, móveis, automóveis, computadores, linha branca, etc. Como resultado disso o Brasil se tornou o terceiro maior mercado mundial de computadores e o quarto maior mercado mundial de automóveis. E somente no primeiro mandato de Dilma foram vendidos quase 14 milhões de automóveis zero km no mercado interno brasileiro;


Economia chinesa, tal como aconteceu com toda a economia mundial, desacelerou de forma significativa nos ultimos anos e atualmente cresce em torno de 7% ao ano.
5) O aumento dos investimentos públicos (com a criação do PAC) e a realização, pela primeira vez em 30 anos, de grandes obras de infra-estrutura pelo país inteiro, com a modernização e expansão dos aeroportos, a construção das usinas hidrelétricas de Jirau, Belo Monte e Santo Antônio, a realização da Transposição do Rio São Francisco, a construção das Ferrovias Norte-Sul, Leste-Oeste e da Transnordetina, a duplicação e modernização de milhares de quilômetros de rodovias;

5) A criação de programas sociais como o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida), ProUni, Pronatec, Pronaf, Mais Médicos, que contribuíram para melhorar a distribuição de renda (o índice de Gini atingiu o menor patamar da história, desde que começou a ser usado no Brasil, em 1960) e promover a expansão do mercado consumidor brasileiro, que ganhou mais 40 milhões de novos integrantes a partir do governo Lula. 


Uma combinação de políticas pró-crescimento econômico, de estabilidade macroeconômica, de inclusão social e distribuição de renda e de inserção soberana do Brasil no cenário mundial contribuíram decisivamente para a ascensão social e econômica de 50 milhões de brasileiros nos governos Lula e Dilma (2003-2014). 

Porém, é importante que o governo Dilma não descontinue tais programas de inclusão social, que são a razão primordial dela ter vencido a eleição presidencial de 2014.

O fato de que o salário mínimo foi reajustado em 8,8% em 2015, contra uma inflação acumulada de 6,4% em 2014 (ou seja, ele teve um ganho real de 2,4% em apenas um ano), que o Piso Salarial Nacional dos Professores foi reajustado em 13% neste ano (o mesmo subiu para R$ 1917).

E a presidenta Dilma já anunciou que o governo federal irá lançar a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida no final de Março, sendo que a nova fase irá viabilizar a construção de mais 3 milhões de novas moradias até 2018, ou seja, até o final do seu segundo mandato. 

Outro exemplo dessa continuidade das políticas sociais é que o programa 'Mais Médicos' está sendo ampliado em 2015, com a contratação de mais 4146 novos médicos, o que fará com que o programa passe a beneficiar um total de 63 milhões de brasileiros. 

Assim, tudo aponta para a continuidade das políticas de inclusão social e de distribuição de renda que foram iniciadas pelo governo Lula e que tiveram continuidade e foram aprofundadas no governo Dilma, bem como para o seu aprofundamento nos próximos anos, porém dentro de um contexto econômico e financeiro que viabilize as mesmas, o que é fundamental, sem dúvida alguma. 

E após a finalização do ajuste econômico e financeiro que será levado adiante em 2015 e em 2016, principalmente, então, como já foi dito aqui, o Brasil estará pronto para retomar um novo ciclo de crescimento econômico sustentado, mantendo a estabilidade macroeconômica. 

Assim, será possível dar continuidade às políticas inclusivas, de distribuição de renda, de desenvolvimento econômico, bem como à uma política externa soberana, visando contruir uma Nação moderna, justa, democrática, independente e que ofereça uma vida digna a todos os brasileiros.

Que assim seja. 


Como se percebe, o Brasil acumula um significativo superávit comercial com a China (superávit de US$ 9 bilhões em 2013) e com o Mercosul (superávit de us$ 5,4 bilhões em 2013), mostrando a importância destes mercados para o país. 

Links:

Superávit Primário de Janeiro de 2015 fica em R$ 21 bilhões:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-02/setor-publico-consolidado-tem-superavit-primario-de-r-21-bilhoes-em-janeiro#.VPG2YTZYfoF.twitter

Superávit Primário previsto para 2015 é de R$ 66,3 bilhões:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/12/governo-fixa-em-r-663-bi-meta-fiscal-para-2015-e-ve-alta-de-08-para-pib.html

Déficit nas contas externas chegou a 4,17% do PIB em 2014:

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/23/politica/1422042978_340049.html

Déficit comercial do Brasil dimimuiu 22% em Janeiro de 2015 em relação ao mesmo mês de 2014:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,balanca-comercial-comeca-2015-com-deficit-de-us-3-1-bilhoes,1628411

Preço do minério de ferro despencou 42% apenas em 2014:

http://noticias.r7.com/economia/preco-do-minerio-de-ferro-cai-42-em-2014-e-atinge-valor-minimo-em-5-anos-04112014

Subsídios agrícolas dos EUA prejudicam exportações de Soja do Brasil:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,produtores-de-soja-estudam-acao-na-omc-contra-eua-imp-,1636909

Maria da Conceição Tavares e a crise cambial:

http://fetecsc.org.br/2010/11/25/e-preciso-administrar-o-cambio-e-o-capital-especulativo/

Terceira fase do 'Minha Casa Minha Vida' irá viabilizar a construção de mais 3 milhões de moradias até o final de 2018:

http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2015/02/minha-casa-minha-vida-beneficiara-mais-de-25-milhoes-ate-2018

Piso Salarial Nacional dos Professores é reajustado em 13% e chega a R$ 1917:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2015-01/piso-dos-professores-tera-reajuste-de-1301-passando-para-r-191778

Reajuste do Salário Mínimo eleva valor para R$ 788 em 2015:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-12/partir-de-1o-de-janeiro-salario-minimo-sera-de-r-788

Salário Mínimo atinge o maior poder de compra dos últimos 50 anos:

http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2015/02/salario-minimo-atinge-maior-poder-de-compra-em-50-anos-informa-bc

Preço da soja e do minério de ferro despencaram no mercado internacional em 2013-2014; Prejuízo para o Brasil chegará a US$ 11 bilhões apenas em 2015:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/10/1536683-brasil-deve-perder-us-11-bilhoes-em-2015-com-queda-das-commodities.shtml

Vendas de veículos atingiram quase 14 milhões de veículos no primeiro mandato de Dilma:

http://guerrilheirodoanoitecer.blogspot.com.br/2015/01/vendas-de-veiculos-atingiram-quase-14.html

Brasil se torna o 3o. maior mercado mundial na venda de computadores:

http://www.comerciariosdeguarulhos.org.br/index.php/convenios/62-acontece/acontece/1685-brasil-e-terceiro-no-mundo-em-vendas-de-computadores

Governo Dilma prorroga até 2018 a renúncia fiscal para computadores e smartphones:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-08/governo-prorroga-ate-2018-renuncia-fiscal-na-venda-de-computadores-e

Taxas de Desemprego na Europa:

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/portugal_tem_a_quarta_taxa_de_desemprego_mais_elevada_da_uniao_europeia.html

Programa 'Mais Médicos' chama mais 4146 novos médicos e beneficiários chegarão a 63 milhões de pessoas:

http://www.brasil.gov.br/saude/2015/02/mais-medicos-18-estados-tiveram-todas-vagas-preenchidas-na-2a-chamada

Economia chinesa cresceu 7,3% no terceiro trimestre de 2014, o menor ritmo desde 2009:

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/21/economia/1413878192_937963.html

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