Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Por que a China quer investir US$ 250 bilhões na América Latina?

Por que a China quer investir US$ 250 bilhões na América Latina?

Texto originalmente publicado no site 'Rússia Today' em espanhol no dia 06/02/2015.
A Presidenta Dilma e o Primeiro-Ministro da China, Li Keqiang, se reuniram em Brasília. Os dois países membros dos BRICS fecharam acordos que irão viabilizar investimentos chineses de US$ 53 bilhões no Brasil (cerca de R$ 166 bilhões). 
Nas últimas décadas, a China se converteu em um ator global líder em finanças e comércio internacional. A última amostra disso reside no recente acordo que visa investir US$ 250 bilhões de dólares na América Latina nos próximos 10 anos.
Mas, qual é a razão disso?
Enquanto os EUA estavam envolvidos em sua crise financeira, a China intensificou a estratégia de ampliar a sua influência econômica internacional e globalizar-se. Assim, em busca de energia global, matérias primas e mercados de exportação, o gigantes asiático incrementou a sua presença na América Latina com o recente acordo visando investir US$ 250 bilhões de dólares nos próximos dez anos, diz o 'The Washington Post'.
À custa de converter-se no primeiro investidor na região e em contraposição aos EUA (que tradicionalmente centrou os seus objetivos no curto prazo), a China aposta em benefícios a longo prazo a fim de poder expandir a sua presença internacional para promover o crescimento e a estabilidade de sua própria economia, e a América Latina é um bom sócio para se fazer isso.
Atualmente, a colaboração entre a China e os Estados latino-americanos é mutuamente benéfica. Até agora, os negócios da China na região estavam relacionados com as áreas de energia, obras de infra-estrutura, agricultura, manufaturas e inovação tecnológica.
Além disso, segundo destacam os especialistas, a China pratica uma política externa clandesina e está desenvolvendo uma rede de estruturas alternativas às organizações internacionais existentes para evitar as pretensões de liderança ocidental.
O objetivo principal da política chinesa é criar uma alternativa à maneira como o país participa dos assuntos internacionais. Desta maneira, o governo chinês poderá difundir e expandir a sua influência no mundo e contornar, simultaneamente, os obstáculos que são impostos pelo sistema internacional dominado pelos EUA.

Obs: A tradução do texto foi feita por mim. 

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