Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 6 de setembro de 2015

FHC e o seu Golpe de Estado disfarçado! - Marcos Doniseti!

FHC e o seu Golpe de Estado disfarçado! - Marcos Doniseti!
As medidas que FHC defende que o governo Dilma adote, já foram devidamente implementadas durante o seu governo (1995-2002). E um dos resultados foi esse aí: O Brasil se tornou o segundo país com o maior número de desempregados no mundo, ficando atrás apenas da Índia. 
FHC quer criar um 'novo bloco de poder' no Brasil e, assim, promover reformas no país e elas incluiriam, segundo o ex-presidente, várias medidas, tais como:
1) Precisa-se do reconhecimento explícito da situação pré-falimentar em que nos encontramos.
R - Qual situação pré-falimentar, cara-pálida?
O Brasil tem reservas internacioniais líquidas (US$ 370,3 bilhões) suficientes para pagar toda a Dívida Externa Bruta do país (US$ 345,3 bilhões).
Logo, somos Credores Externos Líquidos. Temos condições de pagar toda a dívida externa do país e ainda sobrariam US$ 25 bilhões no caixa do Estado brasileiro.
E também somos credores do FMI, ao qual o FHC recorreu 3 vezes em seu governo, emprestando US$ 86,5 bilhões.
A Dívida Pública Líquida, nos governos Lula e Dilma, despencou de 60,4% do PIB (2002) para 33,6% do PIB (2015).
Também temos o 7o. maior PIB mundial, de US$ 2,3 trilhões (2015), contra apenas US$ 459 bilhões em 2002, quando o PIB brasileiro era de apenas o 13o. PIB mundial.
E o Brasil é o 5o. país do mundo que mais recebe investimento externos produtivos. Foram US$ 62 bilhões em 2014 e em todo o primeiro mandato de Dilma tal valor atingiu ps US$ 256 bilhões.
Como um país desses pode se encontrar em situação 'pré-falimentar'?
Brincou, né?
Explica isso, melhor, FHC!

Reservas internacionais líquidas do Brasil ultrapassam US$ 370 bilhões atualmente, sendo suficientes para pagar toda a dívida externa do país (de US$ 345 bilhões). 
2) 'regular a expansão do gasto público':
Tá. Beleza. E vai fazer isso como? Em qual área? Vai cortar aonde? Quais áreas terão os seus gastos limitados ao longo do tempo?
Que tal, por exemplo, estabelecer um limite para os gastos com a dívida pública (digamos, uns 5% do PIB, o que já é um patamar bastante elevado)?
Ou ainda,que tal impor um limite rígido para gastos com salários e benefícios do Poder Judiciário e do Poder Legislativo, que ganham muito mais do que os funcionários do Poder Executivo e infinitamente mais do que os trabalhadores do setor privado, desfrutando de benefícios com os quais estes sequer sonham?
E que tal proibir penduricalhos como 'auxílio-moradia' e tantos outros que aumentam os rendimentos de milhares de funcionários públicos (do Poder Legislativo e Judiciário, em especial) que já são muito bem remunerados?
E que tal limitar os reajustes de salários dos parlamentares a, no máximo, à metade da taxa de inflação acumulada em um certo período de tempo?

FHC defende, agora, a moralização do sistema político. Mas em seu governo o que nós tivemos foi isso aí...
3) 'moralizar o financiamento de campanhas políticas':
Isso é sério?
Oras, para fazer isso basta proibir o financiamento privado de campanhas eleitorais, que está na origen de quase todos os escândalos de corrupção em nosso país, estabelecer uma cláusula de barreira para um partido ter representação no Parlamento (exigindo um percentual mínimo de votos para isso) e, ainda, proibir coligações para eleições legislativas. Punir políticos com a perda de mandato caso saiam da legenda pela qual se elegeram também seria uma ótima iniciativa.
Tais medidas melhorariam bastante o funcionamento do sistema político brasileiro.
Vamos adotá-las, FHC?
Mas como você poder sugerir tais mudanças se os partidos radicais de oposição ao governo DIlma (PSDB-DEM-Solidariedade) acabaram de votar contra, no Senado, o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais e desejam incluir a mesma na Constituição?
Então, antes de defender tal medida, FHC precisa combinar com os partidos aos quais ele é ligado.
Durante o governo FHC, a carga tributária teve o maior aumento da história do país, crescendo de 28,9% do PIB para 35,8% do PIB (crescimento real de 23,9%). No governo Lula, ela passou de 35,8% para 38,8% do PIB (crescimento real de 8,4%).

4) 'criar um novo pacto federativo':
Isso é genérico demais. Vai mudar o que, afinal?
FHC quer uma Reforma Tributária? Qual? De que tipo? E se ela for feita, quem pagará mais impostos? E quem pagará menos? Quais impostos serão elevados? E quais serão reduzidos ou extintos?
E outra coisa: Ele já combinou com os empresários e com os governadores de estado e prefeitos se eles aceitam mudar alguma coisa no sistema tributário?
E se eles aceitam, quais mudanças serão feitas? Elas já foram devidamente combinadas entre todos eles e, também, com o governo federal?
Enfim, esse discurso de FHC é mera conversa fiada para boi domir.
5) FHC quer um 'novo bloco de poder' governando o país:
FHC quer um 'Novo Bloco de Poder' para governar o Brasil? Bem, isso é feito sempre, nas eleições presidenciais. É nestas que a população do país escolhe um 'novo bloco de poder' ou, então, mantém o mesmo, que já está governando desde a eleição anterior.
E foi exatamente isso que o povo brasileiro fez na eleição presidencial de 2014, ou seja, manteve no comando do país o mesmo 'Bloco de Poder' que já estava governando. Simples assim.
Vamos falar claramente: O que FHC quer, de fato, é a rendição incondicional do governo Dilma às teses e políticas neoliberais, anti-populares, anti-democráticas e desnacionalizantes que ele e a oposição retrógrada e a Grande Mídia querem impor ao Brasil.
Estas são as mesmas medidas que o povo brasileiro já repudiou por 4 vezes seguidas, nas eleições presidenciais de 2002, 2006, 2010 e 2014.

Lula e Dilma ganharam 4 eleições presidenciais consecutivas. E a Direita neoliberal troglodita e entreguista, que é liderada por FHC, recusa-se a aceitar isso, passando a defender um Impeachment absurdo de uma Presidenta recentemente reeleita. Como disse a Mídia internacional, isso transformaria o Brasil numa 'República de Bananas'. 
Traduzindo: FHC quer promover um Golpe de Estado, sim, obrigando o governo Dilma a fazer tudo o que os derrotados nas eleições pela atual Presidenta defenderam. Mas ele quer fazer isso sem que seja necessário levar adiante uma tentativa de Impeachment de Dilma, que seria um processo longo e desgastante e que não conta, neste momento, com o apoio político necessário para ser levado adiante.
Então, isso que FHC defende não passa de um Golpe de Estado disfarçado.
Por meio do mesmo, a oposição retrógrada e entreguista 'permitirá' que a Presidenta Dilma permaneça no cargo até o fim do seu mandato, mas não terá mais poder ou autoridade alguma, sendo obrigada a fazer tudo o que FHC e a oposição entreguista determinarem. 
Assim, FHC quer transformar Dilma em uma 'Rainha da Inglaterra', que reina, mas não governa.
E daí, se isso acontecesse, poderíamos dizer adeus ao petróleo do pré-sal como propriedade da Nação brasileira (está aí o projeto de lei de José Serra para começar com tal processo), a Petrobras será devidamente privatizada e desnacionalizada, os programas sociais serão eliminados gradualmente, sendo todos esvaziados, os bancos públicos passarão todos para as mãos do setor financeiro privado, entre outras medidas que serão imensamente prejudiciais ao Brasil e ao seu povo.
E é bom lembrar que tais medidas já foram defendidas pelos candidatos de oposição na eleição presidencial de 2014 e todas elas já foram devidamente derrotadas e rejeitadas pelo povo brasileiro.
Faz o seguinte, FHC: Em 2018, teremos nova eleição presidencial e, daí, você e os partidos de oposição poderão defender todas estas medidas publicamente. E se o povo brasileiro concordar com elas e decidir colocá-los no comando do país, daí, então, vocês poderão adotá-las.
Até lá, nada feito, ok? 
Manifestações da oposição reacionária supostamente protestam contra a corrupção, mas silenciam com relação aos escândalos que envolvem políticos oposicionistas, nada dizem sobre chacinas promovidas pela PM de São Paulo e chegam a justificar a sonegação de impostos e a defender a volta da Ditadura Militar, pregando que a mesma deveria ter exterminado a oposição da época (1964-1985).
Afinal, a Democracia funciona assim: Quem ganha eleição, governa. 
Ou será que você, FHC, já se esqueceu disso?
Link:
FHC defende adoção de reformas neoliberais e desnacionalizantes, que já foram derrotadas 4 vezes seguidas em eleições presidenciais:]


Até a 'Forbes' condena o Impeachment de Dilma:


Eleição ainda não acabou para a oposição, diz Mercadante:


Instituições nacionais fortes é um dos principais motivos da atração de capitais externos:


Reservas Internacionais do Brasil no dia 03/09/2015:


Brasil foi o 5o. país que mais atraiu investimentos externos produtivos no mundo em 2014:

Nenhum comentário: