Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Economia mundial: Era da Estagnação veio para ficar! - Marcos Doniseti!

Economia mundial: Era da Estagnação veio para ficar! - Marcos Doniseti!
Crescimento da economia chinesa desabou a partir de 2008 e, com isso, o chamado superciclo das commodities chegou ao fim, levando a uma brutal desaceração da economia de muitos países emergentes. Em 2015, o crescimento chinês foi de apenas 6,9%, o menor dos últimos 25 anos. 

China, EUA, Europa, América Latina, Japão, Oriente Médio e África: A Crise econômica é Global. E agora não temos mais uma locomotiva para puxar o crescimento dos demais, tal como acontecia antigamente. E essa situação irá durar um bom tempo. 

Antigamente,  há algumas décadas, quando um país entrava em crise econômica (os EUA, por exemplo), isso era compensado com o crescimento das outras economias (Europa e Japão, por exemplo). 

Assim, a recessão em um país importante era compensada pelo crescimento em outras economias também relevantes para a economia global. Agora isso acabou. 

A China foi a última locomotiva a puxar os vagões do crescimento global, mas essa locomotiva também emperrou. 

Depois da 2a. Guerra Mundial, os EUA foram a locomotiva que puxaram o crescimento dos outros países, principalmente da Europa, Japão, Tigres Asiáticos e América Latina. 

Depois que os EUA-Europa entraram em crise, nos anos 1970, o mundo cresceu puxado pela oferta global de petrodólares (fruto do 'Choque do Petróleo' de 1973). Mas isso gerou a crise da dívida externa na década de 1980, principalmente na América Latina e no Leste Europeu. 

Na América Latina o resultado disso foi a chamada 'Década Perdida' e no Leste Europeu tivemos o desmoronamento do bloco soviético, que foi duramente afetado pela crise econômica e por um londo período de estagnação da economia da então URSS, problema esse que se agravou fortemente nas décadas de 1970 e 1980. 

Depois, nos anos 1990 em diante, a especulação financeira e o processo de endividamento (de governos, empresas e consumidores) nos países ricos estimularam novamente o crescimento global. 

Mas, enquanto isso, a classe média e os trabalhadores dos países ricos iam empobrecendo, o que foi resultado da adoção das políticas neoliberais, que começaram no período Reagan-Thatcher, da desindustrialização e do enfraquecimento dos movimentos operários na Europa e nos EUA. E começou, também, o desmonte do Welfare State, que tinha atingido um estágio mais avançado na Europa Ocidental. 
Taxa de desemprego disparou na Europa apos o estouro da crise global de 2008. Grécia e Espanha são os países com as maiores taxas. 
E a partir do final do século, principalmente da década de 90 em diante, a China passou a ser a grande locomotiva econômica mundial, resultado da transferência de grande parte da produção industrial dos EUA, Europa, Japão e Coréia do Sul para lá. 

Assim, a China se tornou a grande 'fábrica global', que produzia produtos baratos que abasteciam o mercado mundial, o que ajudou a derrubar a inflação no mundo todo. Mas isso também derrubou a produção industrial na Europa, EUA e na América Latina.  

Porém, o estouro da crise global em 2008 acabou com isso também. 

A crise de 2008 levou à falência todo o sistema financeiro dos EUA (em 2008) e da Europa (em 2009). Uma nova Grande Depressão foi evitada e superada, apenas,  com a maciça injeção de capital pelos Governos dos países ricos nos sistemas financeiros privados europeu e ianque, que estavam falidos. 

Calcula-se que perto de US$ 20 trilhões foram injetados pelos Estados dos países ricos nas instituições financeiras privadas, o que as salvou da quebradeira generalizada. 

Mas tal política de salvamento do sistema financeiro privado também dobrou a dívida pública dos governos dos países desenvolvidos que, agora, estão em torno de 100% do PIB (EUA e Europa) e que chegou a 230% do PIB no Japão. 
Preços das principais commodities (petróleo, níquel, algodão, café, cobre, laranja, alumínio), que já tinham sofrido uma queda acentuada desde 2008, desmoronaram a partir do final de 2014. 
Na terra do Sol Nascente, a Era da Estagnação começou 20 anos antes, em 1989-1990, com a implosão da especulação financeira desenfreada que havia acontecido na Bolsa de Tóquio durante a década de 1980. 

Em 1989-90 isso desmoronou e o Japão nunca mais se recuperou desse verdadeiro tsunami financeiro. Nos 20 anos seguintes, os governos japoneses fizeram de tudo para retomar o crescimento econômico: desvalorizaram o Iene, investiram centenas de bilhões de dólares em obras públicas, ajudaram a sanear e a recuperar o sistema financeiro. Mas nada disso funcionou e, desde então, a economia nipônica cresceu num ritmo muito lento, bem inferior ao das décadas anteriores.

E agora parece que toda a economia mundial ingressou num processo semelhante ao do Japão. É como se estivesse acontecendo uma 'japonização' da economia global. 

Depois que os sistemas financeiros privados dos EUA e da UE foram salvos, as duas maiores economias mundiais se recuperaram (mas lentamente) por meio da maciça emissão de dinheiro barato. Foram as chamadas políticas de estímulo monetário, que começaram nos EUA em 2009 e na Europa apenas em Janeiro de 2015. 

A adoção de maxidesvalorizações cambiais (para tornar as exportações mais competitivas) e a criação de novas bolhas especulativas nas Bolsas de Valores pelo mundo afora também contribuíram para esse processo, tímido, de recuperação das economias ianque e europeia.

E no mercado de trabalho, a maioria absoluta dos empregos criados nas economias dos países desenvolvidos passaram a ser os de baixos salários. Nos EUA, atualmente, 58% dos novos empregos são de baixos salários. Na Alemanha, tais empregos já representam 20,5% dos empregos totais e vejam que isso começou há pouco tempo, o que mostra o rápido crescimento dos mesmos. 

Porém, mesmo assim, a recuperação foi lenta nos EUA e quase inexistente na Europa (melhorou um pouco apenas com a adoção da política de estímulo monetário, pelo BCE, em Janeiro de 2015), muito em função das políticas de arrocho, que diminuíram consideravelmente o poder de compra e elevaram o desemprego (chegou a 10% nos EUA em 2009 e está em 9,5% na UE atualmente). 
Muito diferente do que a Grande Mídia e a oposição reacionária dizem, o Brasil foi um dos países cujo PIB mais cresceu entre 2000 e 2014, superando com folga a expansão do PIB dos EUA, Reino Unido, Alemanha, França e Japão. 
E mesmo a queda do desemprego é meio ilusória, na Europa e nos EUA, pois a maior parte dos novos empregos são precários e de baixos salários, como já foi comentado aqui. E entre os jovens, os índices de desemprego permanecem em uma patamar extremamente elevado, chegando a 50% na Grécia e na Espanha, que são os casos mais graves. 

Nos primeiros anos da crise global, os países emergentes a evitaram por meio da adoção de políticas econômicas anti-cíclicas tipicamente keynesianas, promovendo o aumento de investimentos públicos, redução de juros, aumentos de salários, redução de impostos.

Mas a continuidade da crise nos países ricos por um longo período de tempo, caracterizando uma década perdida em termos de crescimento, solapou as bases econômicas dos países emergentes, inviabilizando a continuidade das políticas anti-cíclicas por parte dos governos da China e da América Latina, em especial. 

O desmoronamento dos preços das commodities reduziu o crescimento ou gerou recessão na América Latina, Oriente Médio e África. Na China, anos de crescimento econômico elevado reduziram o desemprego e estimularam movimentos grevistas significativos (mas cuja censura por parte do governo chinês impediu que o mundo tomasse conhecimento dos mesmos). Isso aumentou o custo de mão-de-obra na China e, com isso, muitas indústrias começaram a se transferir para outros países (Vietnã, por exemplo). 

O resultado de tudo isso é que a crise dos países ricos acabou chegando com força aos países emergentes (China, A.Latina, etc), principalmente a partir de 2014, e isso derrubou fortemente o preço das commodities (petróleo, ferro, etc) desde então. 

E para piorar ainda mais a situação, o comércio internacional estagnou.

O crescimento chinês desabou (caiu de 12%/13% ao ano para menos de 7% e deverá ser, segundo o próprio governo chinês, de 6,5% até 2020). A América Latina entrou em recessão. Economias dos países exportadores de commodities desmoronaram (Oriente Médio, América Latina, África). 
Empréstimos do BNDES ao setor produtivo ajudar a criar e a manter mais de 3 milhões de empregos formais apenas em 2014. Se o mundo tivesse um 'BNDES global' para financiar grandes projetos e investimentos produtivos de longo prazo (mas sem exigir condições inaceitáveis para concedê-los, tal como fazem o Banco Mundial e o FMI), a situação econômica mundial seria bem melhor. 
As economias dos EUA e Europa crescem pouco, pois os salários permanecem estagnados e a classe média empobreceu bastante (e também diminuiu muito de tamanho) após 35 anos de políticas neoliberais que desindjustrializaram as suas economias, destruíram a força do movimento sindical, diminuíram o poder de compra dos trabalhadores e eliminaram direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. 

Resultado de tudo isso: Há uma enormidade de capital privado sobrando no mundo, mas não há no que investir, pois o poder de compra da população desmoronou no mundo inteiro (principalmente na Europa e nos EUA, onde a concentração de renda e as desigualdades sociais aumentaram fortemente nas últimas décadas) como resultado das políticas de arrocho (redução de salários, eliminação de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, corte de gastos sociais, etc). 

Com isso, a concentração de renda global e as desigualdades sociais nunca foram tão gigantescas, o que acaba limitando a capacidade de consumo da população no mundo todo. 

Atualmente, 1% da população mundial tem mais riqueza acumulada do que os restantes 99%. 
Políticas neoliberais e de arrocho (redução de salários e eliminação de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários) diminuíram a classe média dos EUA. Em 1971 61% dos estadunidenses tinham uma renda equivalente à média do país. Hoje, esse percentual é de apenas 51%. Enquanto isso, a população com renda abaixo da média subiu de 25% para 29%. 
E continuar crescendo puxado por bolhas especulativas também não é nada positivo, pois mais cedo ou mais tarde tais bolhas irão implodir, como sempre aconteceu, desde que a primeira grande bolha financeira, das tulipas, aconteceu na Holanda no século XVII.

Desta maneira, estão criadas as condições para que o Mundo mergulhe numa 'Era da Estagnação'. 

Há solução para essa crise? Sim, mas ela não é nem política e nem financeira. É política. É necessário adotar um gigantesco 'New Deal Global', da ordem de trilhões de dólares e que, ao mesmo tempo, transfiram renda dos países mais ricos para os mais pobres e, dentro de cada nação, das camadas mais ricas da população para as de menor renda. 

Sistema tributário progressivo da renda e do patrimônio, ampliação de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, aumentos de salários, fortalecimento dos movimentos sociais (do sindical-trabalhista, em especial), grandes investimentos em infra-estrutura e na área social também fariam parte deste programa, que promoveria uma imensa redistribuição de renda para os países e para os trabalhadores mais pobres no mundo todo. 
Economia mundial precisa de um gigantesco 'New Deal Global', que promova uma melhor distribuição da renda entre países e dentro de cada país, em favor dos trabalhadores e dos mais pobres, tal como o New Deal original, de Roosevelt, conseguiu fazer. 
Com isso, haveria uma explosão de consumo global que puxaria a recuperação da economia mundial. E ainda teríamos um mundo mais justo, democrático, igualitário e menos violento.

A questão é: Cadê os líderes políticos que poderiam comandar esse processo? 

O mundo precisaria de um gigantesco 'New Deal Global', para distribuir renda em favor dos países mais pobres e dos trabalhadores de menor renda, para  poder superar a crise, pois não temos mais uma locomotiva econômica que puxe os vagões da economia mundial rumo ao crescimento, tal como ocorria anteriormente. 

Desde o final da 2a. Guerra Mundial e até a crise de 2008, a economia mundial tinham os EUA como locomotiva global e, mais recentemente, principalmente a partir do final da década de 1990, a China passou a exercer esse papel. 

Agora, isso acabou. 

Neste momento, todas as grandes economias mundiais irão crescer menos e isso vai durar muito tempo. 

A China (a que cresce mais) não deverá passar de 6,5% de expansão anual até 2020, algo que é previsto pelo próprio governo chinês. E muitos analistas dizem que o crescimento será ainda menor, ficando abaixo de 5%, mas que o governo do Império do Meio irá esconder isso por meio de manipulação das estatísticas oficiais, algo que é comum na terra de Deng Xiaoping.

Mas esse 'New Deal Global' é inviável, neste momento, pois a adoção do mesmo exigiria precisaria um forte liderança política dos países ricos, que sequer pensam em fazer algo assim, visto que estão dominados pelas estúpidas e ineficientes políticas neoliberais e de Arrocho, das quais a euronazista da Angela Merkel tanto gosta e defende com unhas e dentes. 
O percentual da população dos EUA que se sente como parte integrante da classe média caiu de 53% (2008) para 44% (2014). Já aqueles que se sentem pobres subiram de 25% (2008) para 40% (2014). E os que dizem que se sentem ricos caíram de 21% (2008) para 15% (2014)

Se o Bernie Sanders (do Partido Democrata) se elegesse presidente dos EUA e o Jeremy Corbyn (do Partido Trabalhista britânico) se tornasse o Primeiro-Ministro do Reino Unido, talvez existisse a possibilidade de se fazer uma política expansionista desse tipo, pois eles são dois autênticos social-democratas keynesianos. 

Mas quem aposta nisso? 

Resumindo: O mundo necessita, urgentemente, de lideranças políticas de perfil verdadeiramente progressista comandando os governos dos países ricos (se eu fosse o Pepe Mujica, eu diria que Lula deveria ser clonado e espalhado pelos países ricos...). 

Tais lideranças até existem mas, hoje, estão fora do poder e a possibilidade de que venham a governar as nações desenvolvidas mas importantes ainda é remota, infelizmente. 

Talvez seja necessário mais alguns anos de agravamento da crise econômica e social e de piora nas condições de vida da classe média e dos trabalhadores dos países ricos para que isso venha a acontecer. 

Enquanto a maioria da população dos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, enfim, dos países mais ricos e mais importantes, não perceber a necessidade de uma solução política baseada nas ideias keynesianas para poder superar a crise provocada pelo colapso do neoliberalismo global, a crise continuará, bem como a Era da Estagnação. 

Mas seria muito melhor se isso não fosse necessário, sem dúvida alguma. 
Índice de Gini mostra a distribuição da renda do trabalho. No Brasil, ela ficou mais concentrada durante a época da Ditadura Militar e somente voltou a cair, de forma significativa, durante os governos Lula e Dilma. 
Será que a população dos países ricos irá, algum dia, abrir os olhos e descobrir que as políticas neoliberais e de arrocho estão condenadas ao fracasso e que elas somente pioram as suas condições de vida? 

A classe média já deixou de ser a maioria absoluta nos EUA e está encolhendo em todos os países ricos, onde os ganhos proporcionados pelo crescimento econômico (já lento e moderado) são integralmente apropriados pelos 20% mais ricos e não beneficia em absolutamente à classe média e aos trabalhadores de menor renda. 

Em alguns países, governos da direita neoliberal, que adotaram políticas de arrocho, foram devidamente derrotados recentemente em eleições (foram os casos da Grécia, Suécia, Portugal, Espanha), mas tal movimento precisa chegar aos países centrais do Capitalismo Global (EUA, Reino Unido, Alemanha e França, em especial) para poder ganhar a força necessária que permitirá enterrar, definitivamente, tais políticas, que somente fazer aumentar a concentração de renda, as desigualdades sociais, a pobreza e a miséria.

Se isso não acontecer, então entraremos numa 'Era da Estagnação' global, cujas consequências econômicas, sociais e geopolíticas serão imprevisíveis. 

Links:

Bolsas de Valores da China despencam:
http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2015/07/bolsas-da-china-tem-forte-queda-e-arrastam-mercados-entenda.html

Alemanha: 20,5% dos empregos são de baixos salários:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/09/baixos-salarios-o-outro-lado-do-pleno-emprego-alemao.html

Classe média empobrece, diminui de tamanho e perde espaço na economia dos EUA:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,nos-eua-a-classe-media-perde-espaco-imp-,1126769

Superciclo das commodities chegou ao fim:

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/fim-do-superciclo-das-commodities-ameaca-o-brasil-edwwf1uh4oqmuqkboc84z895a

EUA: 58% dos novos empregos são de baixos salários:

http://www.cartacapital.com.br/revista/849/trancos-e-barrancos-4174.html
Salários na China tiveram um crescimento expressivo na última década. O salário mínimo cresceu 114,9% entre 2004-2012. 
Classe média dos EUA deixa de ser a mais rica do mundo:

http://jornalggn.com.br/noticia/classe-media-dos-eua-perde-o-posto-de-mais-rica-do-mundo

Bolsas europeias desabam devido à queda do preço do petróleo:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-01/bolsas-europeias-caem-influenciadas-por-preco-do-petroleo

Classe média dos EUA diminui para metade da população:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1717386-pela-1-vez-em-4-decadas-so-metade-da-populacao-dos-eua-e-classe-media.shtml

A economia do Japão e os seus problemas:

http://thedaytradingacademy.com.br/investimentos/a-economia-do-japao-continua-em-recessao

BCE anuncia plano de estímulo monetário:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/01/bc-europeu-anuncia-plano-de-estimulo-para-economia.html

O FED e as políticas de estímulo monetário:

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/7368/conteudo+opera.shtml

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-10/federal-reserve-encerra-programa-de-estimulos-e-mantem-juros-nos-estados

Portugal: 485 mil pessoas foram embora do país entre 2011-2015:

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/portugal_lidera_emigracao.html

China: Salários dos trabalhadores crescem:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,aumento-salarial-pode-afastar-empresas-da-china,144427e

Salários dos trabalhadores chineses crescem e podem ultrapassar os dos brasileiros em 2016:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,salario-chines-pode-ultrapassar-brasileiro-ate-2016,1602370
No Brasil, o Salário Mínimo médio real subiu 83,3% entre 2003-2016 (governos Lula e Dilma). Uma política desse tipo teria que ser adotada no mundo todo, principalmente nos países mais pobres, a fim de se estimular o consumo e o crescimento econômico. Isso possibilitou a expansão do mercado consumidor do país, que ganhou mais 40 milhões de pessoas. 
Classe média dos EUA sofreu queda de 28% nos seus ativos durante a primeira década do século XXI. Entre os pobres a queda foi de 45%:

http://www.pewsocialtrends.org/2012/08/22/the-lost-decade-of-the-middle-class/

Preço do minério de ferro despenca e valor de mercado da Vale desaba:

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2015/12/vale-foi-empresa-aberta-que-mais-perdeu-valor-de-mercado-em-2015.html

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