Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Até economista do Itaú reconhece: Temer herdou de Dilma uma economia em recuperação! - Marcos Doniseti!

Até economista do Itaú reconhece: Temer herdou de Dilma uma economia em recuperação!
Reservas internacionais líquidas do Brasil tiveram um crescimento expressivo durante os governos Lula e Dilma, passando de US$ 16,3 bilhóes (2002) para US$ 376,4 bilhões (Maio de 2016).
Matéria da 'Folha' deste domingo, que consultou vários economistas, confirma aquilo que eu afirmava e que era visível desde o início do ano, ou seja, que o governo Dilma já tinha promovido o ajuste econômico necessário para que o Brasil retomasse o processo de crescimento econômico.
Desde o início do ano que eu dizia que o governo Dilma já havia promovido o ajuste da economia e que bastava resolver a crise política para que se iniciasse uma retomada do crescimento.
O ajuste econômico feito pelo governo Dilma em 2015 promoveu uma desvalorização do Real que aumentou a competitividade externa da produção industrial e agrícola do país, ajustou as tarifas de energia e de combustíveis, reduziu rapidamente o déficit externo, promoveu a volta dos elevados superávits comerciais anuais e reduziu a inflação para um patamar inferior a 7% em 2016, o que viabilizará a o início da redução da taxa de juros (Selic).
Em 2016 o Salário Mínimo atingiu o seu maior valor de compra desde 1983, devido à política de valorização do mesmo que foi adotada pelo governo Lula e que teve continuidade no governo Dilma. Enquanto isso, na mesma época, a Grande Mídia continuava dizendo que o Brasil 'estava quebrado', o que é uma mentira deslavada, escondendo da população brasileira que o ajuste da economia já estava, essencialmente, concluído e que o país reunia, novamente, as condições para a retomada do crescimento econômico.
Abaixo, reproduzo links de textos que postei no meu blog na época (Janeiro e Março deste ano), bem como reúno os dados da economia brasileira no dia em que o Senado afastou Dilma do cargo, de forma provisória.
Obs: O grande problema, agora, é que as medidas de arrocho do governo golpista de Michel Temer irão ter, inevitavelmente, um caráter recessivo.
Elas são medidas que irão arrochar o valor dos salários e dos benefícios previdenciários, bem como diminuirão fortemente os investimentos públicos e os gastos sociais (no Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, etc).
Assim, esse pacote neoliberal e recessivo de Temer poderá matar no ninho qualquer possibilidade de continuidade da recuperação econômica que ele herdou de Dilma.
Desta maneira, o Brasil corre o sério risco de mergulhar numa nova recessão, devido às medidas totalmente equivocadas que estão sendo tomadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer.
E o pior de tudo é que esta recessão será totalmente inútil, pois o ajuste da economia já foi realizado no governo Dilma, durante o ano de 2015.
Fora, Temer! Volta, Dilma!
Textos/Links:
A taxa de inflação manteve-se dentro das metas durante 11 anos consecutivos (2004-2014). Somente em 2015 é que, em função da seca (que provocou a elevação das tarifas de energia, devido ao acionamento das usinas termelétricas) e da desvalorização do Real (que teve impacto inflacionário, pois encareceu os produtos importados pelo Brasil) é que ela superou o teto da meta. Mas o próprio Banco Central já prevê que, em 2016, a inflação ficará próxima do teto da meta novamente. 
Da Folha: Economistas vêem sinais de recuperação da economia brasileira:
Ajuste econômico já foi feito! Agora é hora de voltar a crescer! - Marcos Doniseti!
Ajuste econômico já foi feito e Brasil reúne todas as condições para retomar o crescimento! - Marcos Doniseti!
Dados da economia brasileira no dia do afastamento de Dilma:

Só para constar: Hoje, 11 de Maio de 2016, dia da consumação do Golpe contra Dilma, temos os seguintes dados a respeito da economia brasileira:
1) As reservas internacionais líquidas do Brasil são de US$ 376,3 bilhões (eram de apenas US$ 16 bilhões em 2002).
A participação da renda do trabalho na renda nacional desabou no gfoverno FHC, mas voltou a crescer nos governos Lula e Dilma. 
Elas superam, com folga, toda a dívida externa do país, que é de US$ 333,6 bilhões.
Assim, o Brasil é credor externo líquido em US$ 42,7 bilhões;
2) O Brasil é credor do FMI:
3) A dívida pública líquida é de 38,9% do PIB (era de 60,4% do PIB em 2002);
4) Os investimentos externos produtivos (IED) no Brasil foram de US$ 78,9 bilhões nos últimos 12 meses (Abril 2015 a Março 2016), sendo equivalentes a 4,56% do PIB;
5) O Brasil tem o 7o. maior PIB mundial (era o 13o. em 2002);
6) A Renda per Capita é de US$ 10.000 (era de US$ 2.500 em 2002);
7) A taxa de inflação está despencando e deverá fechar, segundo o Banco Central, perto do teto da meta em 2016, ficando próxima de 6,5% no acumulado do ano. Para 2017, já se prevê uma taxa de inflação perto do centro da meta (de 4,5%);
8) O salário mínimo é de R$ 880,00, equivalente a cerca de US$ 250 (era de US$ 55 em 2002);
9) O déficit externo, em transações correntes, está em 2,39% do PIB, no acumulado de 12 meses (terminado em Março de 2016), e continua caindo rapidamente;
As principais leis que permitem o combate à corrupção no Brasil, atualmente, foram aprovadas pelos governos de Lula (criação da CGU, fortalecimento do MPF e da PF, por exemplo) e Dilma (leis anticorrupção e da delação premiada). 
10) O Superávit comercial foi de US$ 19,7 bilhões em 2015, já acumulou US$ 14,5 bilhões em 2016, sendo que estimativas apontam que o mesmo poderá chegar a US$ 50 bilhões neste ano.

Links:

Dados da economia brasileira no site do Banco Central no dia do afastamento de Dilma pelo Senado (11/06/2016):

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