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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Alckmin esquece promessa de campanha e amplia pedágios - por Zé Dirceu!

Alckmin esquece promessa de campanha e amplia pedágios - por Zé Dirceu
 
Publicado em 17-Jul-2012
 
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Alckmin
Geraldo Alckmin fez campanha para governador duas vezes, em 2002 e em 2010 com a promessa solene de reduzir as altas tarifas de pedágio em São Paulo. Eleito, nas duas vezes esqueceu por completo a promessa. Na 1ª vez, em 2003, reduziu a tarifa de apenas uma praça de pedágio na rodovia Castelo Branco, considerada naquele ponto um dos pedágios mais elevados do Brasil.

Na 2ª vez, eleito em 2010, não baixou nenhum pedágio e agora anuncia um sistema de cobrança eletrônico a ser instalado em todas as vias privatizadas em seus trechos ainda não pedagiados no Estado. A cobrança eletrônica obrigará milhões de motoristas a pagar para circular até no entorno das cidades, onde estas estradas são usadas como vias urbanas.

Número dos que pagam pedágio poderá se multiplicar por 10


Entre os trechos de tráfego urbano que passarão a ser pedagiados estão, por exemplo, a rodovia Ayrton Senna, entre São Paulo e o aeroporto de Cumbica; a Anchieta na ligação São Paulo-São Bernardo do Campo; e a Raposo Tavares entre a capital e Cotia.

O sistema deve ser implantado, também, na rodovia de ligação Campinas-Unicamp-shoppings da periferia campineira; e na SP-75, ligação Indaiatuba-Campinas. Nesta estrada, a SP-75, estão sendo feitos os testes desse sistema de pedágio que Alckmin pretende implantar ao longo de 2013 e 2014 em todas as vias privatizadas do Estado.

Nem o governo estadual - a Agência de Transportes do Estado (ARTESP) - e nem as concessionárias dispõem de estudos que indiquem quantos motoristas ainda não pagam e passarão a pagar pedágio em São Paulo. Para os testes e implantação futura do sistema, fundamentam-se em levantamento feito na via Dutra (que é federal), segundo o qual 9% dos carros que a utilizam pagam pedágio.

Governador e Agência negam e depois confirmam pedágio urbano


Se o percentual for semelhante nas rodovias estaduais, o uso do sistema eletrônico deverá multiplicar por 10 o número de carros que pagarão pedágio. No ano passado 790 milhões de veículos foram tarifados com pedágio no Estado.

Tanto o governador Alckmin quanto a ARTESP (esta, em nota) negam que pretendam adotar "pedágio urbano" no Estado. O problema é que, com o argumento de que a nova técnica a ser utilizada torna o pedágio “mais justo”, os testes estão sendo feitos em vias que são utilizadas como estradas e também como vias urbanas. Como as acima mencionadas.
(Foto: Antonio Cruz/ABr)

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