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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 29 de julho de 2012

Reino Unido enfrenta a maior recessão econômica dos últimos 50 anos!

Reino Unido enfrenta a maior recessão econômica dos últimos 50 anos -  do Opera Mundi

Queda do PIB britânico no segundo semestre foi muito acima do esperado


As medidas do governo conservador de David Cameron para levantar a economia britânica não têm apresentado resultados positivos. O polêmico pacote fiscal e uma doutrina política de austeridade contribuíram para levar o Reino Unido à sua maior crise nos últimos 50 anos.

De acordo com dados da SIN (sigla em inglês da Secretaria Nacional de Estatísticas) divulgados nesta quarta-feira (25/07), o PIB britânico recuou 0,7% de abril a junho deste ano. Como os analistas esperavam uma queda bem mais tênue, por volta de 0,2%, o resultado oficial foi classificado como “chocante”.

Esta contração se soma às registradas durante o último trimestre de 2011, de 0,4%, e nos três primeiros meses deste ano, de 0,3%. O Reino Unido já experimentou um primeiro período de recessão entre julho de 2008 e junho de 2009, por causa da crise creditícia mundial, que levou ao resgate de vários bancos.

A economia britânica entrou em seu terceiro quadrimestre seguido com resultados negativos. Trata-se do período recessão mais longo desde que a SIN começou a realizar o cálculo, a partir de 1955.

A secretaria de estatísticas atribuiu a queda a um período extremamente chuvoso e a feriados bancários, incluindo o Jubileu da rainha Elizabeth II, que pararam a os negócios por alguns dias. A maior queda foi no setor de construção, que recuou 5,2%. A produção industrial caiu 1,3%.

Segundo o jornal britânico The Independent, os números empurram para ainda mais longe uma eventual recuperação do cenário econômico no Reino Unido.
 
“Sabemos que o país tem problemas econômicos bastante enraizados e esses números decepcionantes confirmam isso. Estamos lidando com nossas dívidas externas e com a crise da dívida no exterior”, disse o ministro das Finanças, George Osborne, em relação à crise do euro.
 
A produção britânica mostrou queda em cinco dos últimos sete quadrimestres. Os dados pressionam ainda mais o primeiro ministro David Cameron. A oposição Trabalhista tratou o resultado como um “desastre”, responsabilizando pessoalmente Osborne pela crise.

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