Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Índice de confiança da indústria aumenta 1,4% em agosto!

Confiança da indústria aumenta 1,4% em agosto

27/08/2012 -Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avaliado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) passou de 102,7 em julho para 104,1 pontos em agosto, avançando 1,4% . Este é o maior índice desde julho do ano passado, mas ainda abaixo da média histórica de 105,5 pontos.

Segundo o levantamento, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,4%, alcançando 105,1 pontos, o maior nível desde julho de 2011, o que mostra melhora na percepção das empresas com relação ao presente.

O Índice de Expectativas (IE) avançou 0,3% para 103,1 pontos. “O resultado geral da pesquisa sinaliza que a indústria vem recuperando lentamente o ritmo de atividade no terceiro trimestre e tem expectativas ainda cautelosas para os próximos meses”, aponta o Ibre/FGV.

O índice que mede a satisfação das indústrias com a situação atual dos negócios aumentou 5,2% com relação ao mês anterior ao chegar em 112,2 pontos. As empresas que consideram a situação atual como boa aumentaram de 22,0% para 24,4% do total, enquanto as que a avaliam como fraca, diminuíram de 15,3% para 12,2%.

O grau de otimismo com as perspectivas dos negócios nos próximos seis meses registrou um avanço de 2,2%, ao passar para 143,2 pontos. As empresas que esperam que os negócios melhorem saltaram de 48,8% para 51,9%, enquanto as que acreditam na piora ficaram em 8,7%.
Edição: Beto Coura

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