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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

“Menor nível de desigualdade da história documentada”!


“Menor nível de desigualdade da história documentada”
Publicado em 26-Set-2012

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Dilma Rousseff
Não é obra do acaso que a presidenta Dilma Rousseff alcance índices elevados de aprovação. Seu governo – que mantém a linha adotada por seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, de crescimento econômico com inclusão social e diminuição das desigualdades – cravou 62% de aprovação na pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), cujos resultados foram divulgados nesta terça (25.9).

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2011), do IBGE, confirmam que a primeira década do século 21 no Brasil foi “inclusiva” do ponto de vista social, com forte diminuição da desigualdade e redução da pobreza. A conclusão do estudo do IPEA foi divulgada pelo presidente do órgão, Marcelo Neri.

“O Brasil está hoje no menor nível de desigualdade da história documentada”, disse Marcelo Neri. Segundo ele, o Índice de Gini (medidor da desigualdade) foi 0,527 em 2011 - o menor desde 1960 (0,535). Quanto mais próximo de zero menor é a desigualdade.

As políticas dos governos Lula e Dilma propiciaram diminuição de desigualdades entre as classes sociais, mas também de desigualdades regionais, pois o Nordeste tem apresentado crescimento maior do que as regiões Sul-Sudeste.

Uma revolução social em andamento

O emprego e a renda são outros aspectos a ressaltar. Apesar da precariedade ainda existente, quase 22 milhões de brasileiros nesses 12 anos deixaram a pobreza. É uma revolução social em andamento.

Os dados comprovem também a importância da rede de proteção social construída desde 1988, com as conquistas obtidas na luta do processo constituinte, e das políticas públicas e sociais universais da era Lula.

Entram aí o Bolsa Família e o crescimento contínuo do salário mínimo que, juntos com o crescimento do emprego, resultaram numa distribuição de renda que não apenas diminuiu a desigualdade como também criou a base para o crescimento do país ‘para dentro’.

Daqui para a frente, com base nesse novo mercado interno, muito mais amplo e consistente, temos condições de, apoiados em um Estado também revigorado e fortalecido, enfrentar a crise mundial e continuar a crescer na mesma direção.

Melhoria da renda vs. crescimento do PIB

Segundo Marcelo Neri, a redução da desigualdade tem a ver com o crescimento da renda per capita nos diferentes estratos sociais. Entre 2001 e 2011, o crescimento real da renda dos 10% mais pobres foi 91,2%. Já entre os 10% mais ricos, o crescimento foi 16,6%.

Na opinião do presidente do IPEA a melhoria da renda na base da pirâmide relativiza o tímido desempenho das contas nacionais medido pelo PIB. Desde 2003, a PNAD aponta que a economia brasileira cresceu 40,7% (acumulado), enquanto a taxa do PIB foi 27,7% (acumulado).

O primeiro dado mede a situação dos domicílios, o segundo indicador faz o somatório da riqueza produzida no país. “O que é mais importante?”, pergunta Neri ao avaliar que apesar dos “colegas macroeconomistas não estarem muito satisfeitos, mas quando a gente olha para o bolso das pessoas nota-se um crescimento chinês na base”, comparou.

A renda cresce mais entre os menos escolarizados, os pretos e pardos, as crianças de até 4 anos, a população do NE e os residentes em áreas rurais – historicamente os setores mais pobres da sociedade brasileira.

No NE, a renda teve um aumento de 72,8%, contra 45,8% do Sudeste. Entre os negros e pardos, os ganhos foram de 66,3% e 85,5%, respectivamente, enquanto para os brasileiros declaradamente brancos, esse aumento foi de 47,6%. Já a renda das crianças de zero a quatro anos subiu 61%, contra 47,6% daqueles entre 55 e 59 anos, tradicionalmente os que registravam maiores ganhos.

Este processo resultou em que 21,8 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza no período, sendo que 3,7 milhões apenas entre os anos de 2009 e 2011.

Cresce aprovação ao governo Dilma Rousseff

Ao administrar o país em meio à crise internacional e, ainda assim, garantir o crescimento e principalmente a continuação do processo de distribuição de renda, com democracia plena e firmeza na tomada de decisões, a aprovação ao governo da presidenta Dilma só poderia continuar crescendo.

É o que constatou o levantamento mais recente feito pela CNI, em que o índice de aprovação do governo chegou a 62% dos brasileiros, índice três pontos percentuais maior que o registrado na rodada anterior da pesquisa, divulgada em junho.

O levantamento, realizado pelo Ibope, foi apresentado nesta quarta-feira (26.9 ) pela CNI, em Brasília. Na pesquisa de junho, a avaliação do segundo ano da presidente já tinha atingido patamares ainda maiores que seus antecessores. Em junho, o governo de Dilma teve 59% de aprovação, contra 29% de Lula, em junho de 2004, e 35% de FHC, em maio de 1996.

A aprovação pessoal da presidente manteve-se na marca de 77%, mesmo percentual apurado em março e junho deste ano.


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