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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 16 de setembro de 2012

Novas medidas na economia, garantia de crescimento de 4% em 2013 - por Zé Dirceu!

Novas medidas na economia, garantia de crescimento de 4% em 2013 - por Zé Dirceu, Publicado em 14-Set-2012
 
Anunciadas nesta 5ª feira (ontem) pelo governo e detalhadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, as novas medidas adotadas na economia, como a desoneração da folha de nada menos que 25 novos setores são a garantia de que teremos um 2013 com a economia crescendo acima de 4% ao ano.Quem sabe, até já atravessamos o ano com índices próximos disso.

Ainda que este ano o crescimento fique em 2%, como confirmou previsão ontem, o ministro da Fazenda. O mercado, como sempre, infelizmente puxando ainda mais para baixo, estima que a taxa deste ano ficará em 1,6%.

Podem, merczado e governo estarem até equivocados. Torço para que estejam. Os sinais da taxa maior, a caminho dos 4%, já estão aí no crescimento do consumo de energia, no do pedágio das estradas (maior produção circulando), bem como no de vários setores de nossa economia.

Os setores que tiveram folha desonerada agora somam-se aos outros 20 já beneficiados por desonerações anteriormente. Entre os segmentos contemplados agora estão os ramos da indústria, de serviços e transportes; o de aves, suínos e derivados; os transportes rodoviário coletivo e aéreo; e as indústrias de papel e celulose, além de fármacos e medicamentos. E vejam, a resposta é imediata: alguns deles, leio nos jornais, já estão estudando novas contratações de empregados.

Os fundamentos de Mantega para baixar as previsões


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Guido Mantega
Os dados da queda das exportações (de 26,8% para 0,9%) e das importações (de 24,5% para 4,6%) do país esse ano explicam o PIB provável de 2% de que fala o ministro Guido Mantega.

Se por aí podemos travar extensa discussão, por outro lado é inegável e há certo consenso de que as providências na área econômica até agora adotadas comprovam o acerto das medidas do governo, principalmente na área da redução dos juros e da melhora da infraestrutura.

Foi acertada - e é, na medida em que essa política é ajustada periodicamente - a decisão de implementar o crescimento para dentro, para o mercado interno, de nossa economia e ampliar nossas exportações para a América do Sul e para a América Latina onde podemos avançar, e muito, na integração econômica.

Já nos Estados Unidos, Europa, Japão, China...


Enquanto o Brasil avança, ousa e tem êxito em suas tentativas de superar os efeitos aqui da crise econômico-financeira global, as economias dos Estados Unidos, da Europa e do Japão patinam e continuam atoladas nas maiores dificuldades, em recessão em alguns casos, sem encontrar uma luz no fim desse túnel.

Outro exemplo a se comparar é a China que desacelera sua economia e índices de aumento do seu PIB. Ao contrário do Brasil que adota medidas que levam à retomada e aceleração do crescimento - ainda que não nas taxas ideais.
(Foto: Valter Campanato/ABr)

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