Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pochmann também aposta em renovação, mas ainda não define futuro político!


Pochmann também aposta em renovação, mas ainda não define futuro político - por Vitor Nuzzi, da Rede Brasil Atual, 31/10/2012
Candidato do PT derrotado nas eleições de Campinas endossa pensamento do ex-presidente Lula

São Paulo – Uma das novidades da campanha eleitoral deste ano, o economista Marcio Pochmann endossa a visão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a necessidade de surgimento de outros nomes no PT e mesmo na política brasileira. A maior parte dos líderes atuais, argumenta, se formou em outro contexto político e econômico, vinda da ditadura e de um país com inflação alta. “O Brasil hoje é a sexta economia mundial, tem outra presença internacional”, observa Pochmann, que disputou a prefeitura de Campinas, no interior de São Paulo, e nos dois últimos dias tem passado pelos mesmos locais que percorreu durante a campanha, desta vez para agradecer pelos votos. O seu futuro político ainda está indefinido.

No primeiro turno, Pochmann recebeu 28,56% dos votos válidos, ante 47,6% dados a Jonas Donizette, do PSB. No segundo, ele ganhou quase 14 pontos e saltou para 42,31%, enquanto Jonas teve dez a mais e terminou com 57,69%. “Crescemos muito mais. Mas o tempo não permitiu que pudéssemos crescer mais ainda”, comenta. O candidato do PT lembra que, no início da disputa, o adversário chegou a aparecer com 79% das intenções de voto e ele com apenas 1%. Por isso, chegou a haver um debate interno sobre a conveniência de ir adiante com a candidatura.
Ele também se queixa de ataques que considera “muito sórdidos” durante a campanha, que atingiram não só a ele, como o chamado mensalão. “Todos os candidato do PT na última semana perderam intenções de voto. O tema acabou impactando de alguma maneira”, avalia. Na questão local, Pochmann acredita que o PT sofreu com os desgastes das últimas gestões na prefeitura de Campinas. O prefeito anterior, Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio (PDT), perdeu o mandato, e seu vice, Demétrio Vilagra (PT), teve o mesmo destino pouco tempo depois.
Após o processo eleitoral, Pochmann espera que Campinas encerre o período de turbulência política. “Tivemos a preocupação de fazer uma campanha programática. Houve uma renovação do PT. Tudo isso estabeleceu um patrimônio novo para o partido”, avalia.
Sobre seus próximos passos, ele diz que, por enquanto, a única coisa certa é o retorno à atividade acadêmica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na rotineira bolsa de apostas pós-eleição, ele é citado como possível nome no secretariado de Fernando Haddad em São Paulo. Também se fala na necessidade de permanecer em Campinas para consolidar o processo de reestruturação do partido. Pochmann disse que ainda conversará com Lula e outros líderes petistas no estado. “Não tem nada fechado em relação a isso. Vai haver uma conversa política.”
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