Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Alckmin e a falência da Segurança Pública paulista!


Violência: Alckmin se supera e passa dos limites - por Zé Dirceu, do seu blog, Publicado em 19-Nov-2012

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Geraldo Alckmin
Não chega a surpreender dado o comportamento que ele já vinha adotando, mas dessa vez o governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB) se superou naquela entrevista no fim de semana em que tratou da violência na Grande São Paulo.

Neste sábado e no domingo, a Região Metropolitana teve 14 assassinatos, cinco deles na maior chacina do ano. Além de um grande arrastão no Rodoanel, no entroncamento com a rodovia Régis Bittencourt próximo ao Embu das Artes.

Ali seis homens armados com metralhadoras e espingardas roubaram ocupantes de vários carros. No desespero, muitos outros veículos fugiram na contramão, em meio ao pânico e a confusão. Também invadiram um ônibus e levaram todos os pertences de 20 passageiros.

Alckmin abandona o mantra e faz apelo patético


Exatamente no fim de semana, o governador abandonou seu mantra - "em São Paulo é polícia nas ruas e bandido na cadeia" - e ao mudar seu discurso fez um apelo quase patético para que deixem de superdimensionar a violência na capital.

Disse que São Paulo é a 3ª maior cidade do mundo, proporcionalmente tem a menor taxa de homicídios do Brasil por habitante e acentuou: a violência na região metropolitana é compatível com seu tamanho.

Aliás, a onda de violência que assola São Paulo há seis meses (desde 13 junho pp.) extrapolou da Região Metropolitana para o interior. Na semana passada, véspera do feriado, oito cidades viveram ataques semelhantes aos que ocorrem na Grande São Paulo na guerra que envolve o Primeiro Comando da Capital (PCC), facções em briga na PM, esquadrões da morte e grupos paramilitares que atuam na polícia paulista. Mas disso Alckmin não disse uma palavra.

Que história é essa de que se está contra São Paulo?


Para o governador, se a discussão da questão continuar nesses termos, vai se estar "contra São Paulo". Como eu disse a vocês, Alckmin se superou. Esta de que estão superdimensionando a crise de insegurança e violência e que parece que estão contra São Paulo é demais. Passou do limite.

Mas essa posição do governador é tão grave quanto a anterior - quando negava a violência, a insegurança e a crise - porque revela sua alienação e a paralisia do seu governo, incapaz de reconhecer a gravidade da situação e de mudar a política de segurança e seus métodos. Por essa política seguida por sua administração, quem paga o alto preço (com a vida...) são as vitimas, começando pelos policiais assassinados de forma covarde e traiçoeira.

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr)

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