Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 18 de novembro de 2012

Blogueiro lança livro sobre Hugo Chavéz: quem tem medo?


Blogueiro lança livro sobre Hugo Chavéz: quem tem medo? - do Vermelho


Quem Tem Medo de Hugo Chávez é o título do livro do blogueiro FC Leite Filho que será lançado em Brasília, no próximo dia 28 de novembro. “Polêmico, amado ou execrado, mas dominando os acontecimentos na América Latina há 14 anos, ao longo dos quais comandou 16 eleições democráticas em seu país, o presidente da Venezuela é visto aqui a partir do protagonismo que revirou as antigas relações entre os países vizinhos e a situação política em cada país do continente”, diz o autor.


Blogueiro lança livro sobre Hugo Chavéz: quem tem medo?
Como Chávez construiu sua blindagem democrática para manter-se no poder a 14 anos é um dos temas centrais do livro.  
De autoria do blogueiro FC Leite Filho, que já atuou como jornalista nos principais jornais do país e escreveu El Caudillo – Perfil Biográfico de Leonel Brizola, também pela Editora Aquariana, e com prefácio do jornalista Beto Almeida, o livro, que já aborda a última reeleição de Chávez, de sete de outubro último, ainda faz um levantamento da relação especial com Cuba, que ele considera essencial, não apenas para a segurança venezuelana e latino-americana, como também para a popularização das políticas públicas, sobretudo as vinculadas à educação e à assistência médica universal à população.

O livro não consiste em mais uma das 300 biografias já escritas sobre o presidente bolivariano. “É antes uma mirada sobre os ventos renovadores que, desde 1999, varreram o analfabetismo, distribuíram laptops nas escolas públicas e dignificaram os salários em países latino-americanos como o Brasil, Argentina, Equador, Bolívia”, explica o autor. 

Ele explica ainda que “diante de uma Europa que se afunda nos 25% de desemprego da Espanha – contra a média de 7% no Brasil, Argentina e Venezuela -, e uma Suécia e uma Inglaterra, antes exemplos de democracia, que pressionam para entregar Julian Assange aos Estados Unidos, onde enfrentaria a pena de morte, é no Equador, que o diretor do Wikileaks encontra asilo para defender seus direitos humanos e ideais de uma comunicação transparente”.

O leitor também vai se informar de como esses países se blindaram contra a crise mundial e seus seguidos espasmos que até hoje agrilhoam indistintamente europeus e estadunidenses, enquanto o FMI, não mais nosso verdugo, enfia goela abaixo seus remédios amargos à Grécia, Espanha, Portugal e até a antes gaulilsta e gloriosa França.

Por causa do câncer que o obrigou a fazer três delicadas cirurgias, Hugo Chávez permaneceu, em diferentes intervalos, 250 dias em Cuba. Em outra época, o presidente dificilmente resistiria a um golpe de Estado. Como o coronel paraquedista construiu sua blindagem democrática para manter-se no poder a 14 anos é um dos temas centrais do livro, que estará nas principais livrarias a partir da segunda quinzena de novembro.

Perfil do autor

Jornalista e blogueiro independente, Francisco das Chagas Leite Filho, nascido em Sobral (CE) em 1947 e radicado em Brasília a partir de 1968, dedicou-se ao estudo de líderes transformadores que se focaram na educação e na soberania para vencer o atraso e afirmar-se neste novo mundo pluripolar. 

Desde Leonel Brizola, a quem dedicou seus dois primeiros livros, o autor agora se desdobra para explicar o fenômeno Hugo Chávez, de quem estudou quase 500 discursos, e a arrancada que ele deu para, junto com Lula, Dilma, Cristina, Rafael, Daniel Ortega, Mel Zelaya, Fernando Lugo e Evo Morales, efetivar a integração latino-americana. 

Da Redação em Brasília
Com informações do blog cafenapolitica.com.br


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